Pandemia

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Welcome the Doomsday!!
Cuidado! Ao ler este artigo você corre o risco de virar energia cósmica por um impacto universal ou pela Manopla do Infinito. A responsabilidade é toda sua!

Cquote1.svg O fim está próximo!! Cquote2.svg
Fiddlesticks sobre pandemia

Pandemia é a digievolução da epidemia. Diferentemente de uma epidemia tradicional, caracterizada por disseminar-se rapidamente em um curto período de tempo entre populações locais de bundões que não fazem o check-up anual, a pandemia é detentora de maior poder destrutivo e mortífero, podendo atingir um grupo maior de pessoas em maior quantidade de locais. Enquanto epidemias ficam restritas a países de terceiro mundo, as pandemias podem se alastrar rapidamente por todo o planeta Terra, sendo muitas vezes o prelúdio do apocalipse.

IntroduçãoEditar

 
Um chinês prestes a transmitir cólera para o restante da população e iniciar uma nova pandemia da doença, que atualmente já se encontra em sua sétima edição.

Pandemias sempre foram muito comuns ao longo de toda a história. De tempos em tempos Deus se cansa da humanidade e lança uma praga sobre a sociedade humana. Um exemplo clássico é a peste negra, que foi uma punição divina pelo brusco aumento do cheiramento de gatinhos durante a Idade Média. Um outro exemplo é a pandemia de COVID-19, iniciada no ano de 2020 para punir a humanidade pela criação do K-Pop. Em outros casos uma pandemia pode ser o produto de uma manobra dos Illuminati para reduzir o excedente populacional e estabelecer a Nova Ordem Mundial.

Existem fatores específicos que caracterizam a possibilidade de a humanidade repentinamente ser afligida por uma peste maligna, os quais podem indicar o início de uma pandemia, e consequentemente, o fim dos tempos. O primeiro deles é o surgimento de uma doença nova. O primeiro alerta ocorre sempre que surge uma doença desconhecida pela ciência, geralmente oriunda do consumo excessivo de pratos exóticos como espetinho de pangolim, sopa de morcego e testículos de bode.

O segundo sinal de alerta é a doença ser altamente infecciosa. Doenças típicas de pandemias costumam se disseminar rapidamente a partir de eventos que reúnem grande quantidade de pessoas em contato próximo como o Ano Novo Chinês, Carnaval e bailes funk. Em tais comemorações, que servem como um antro de vulgaridades todo mundo se aglomera e fala cuspindo na cara do próximo, um prato cheio para agentes infecciosos que encontram na saliva seu passaporte de viagem para o organismo alheio.

Por fim a doença deve ser potencialmente mortal para os seres humanos. Caso a doença se trate apenas de uma gripezinha, nem vale à pena considerar uma pandemia, principalmente para aqueles que tem histórico de atleta. Na verdade, chamá-la assim é até pior, pois gera uma histeria coletiva que prejudica a economia, podendo matar milhões de fome e abrindo assim a possibilidade para que os comunistas assumam o poder.

HistóriaEditar

Ao longo das eras diversas epidemias e pandemias iniciaram um processo de dizimação em massa da população, muitas delas em caráter mundial, outras em caráter local.

Peste de AtenasEditar

 
  Essa é a sua punição pela prática da pederastia, bando de velho puto!  
Cavaleiro da Pestilência prestes a iniciar uma nova pandemia na Antiguidade.

A Peste de Atenas foi uma grande pandemia fake que assolou a cidade de Atenas durante a Antiguidade. Pandemia fake porque não foi bem uma pandemia, e sim uma epidemia, mas tanto faz, mandou uma caralhada de gente pra vala mesmo assim. Os historiadores ainda não sabem direito se a Peste de Atenas foi peste bubônica, tifo, varíola, gripe ou um grave surto de diarreia aguda, só o que sabem é que um quarto da população local foi pro colo do Capeta. A Peste de Atenas teve início com a chegada de June de Camaleão na Grécia, que a trouxe da Etiópia quando a deusa Atena estava recrutando gente aleatória para servir como escravos sob o pretexto de lutar contra Hades.

Peste AntoninaEditar

A peste antonina foi uma pandemia antiga no Império Romano que teve início após o Cavaleiro da Pestilência assistir uma luta de gladiadores no coliseu. Na época o Império Romano estava passando por dificuldades financeiras, e não teve dinheiro para afiar as armas rústicas e as garras dos tigres e leões para o espetáculo. Como resultado disso ninguém morria, apenas ficava gravemente ferido e no máximo perdia um ou dois membros, o que era um tédio. Decepcionado com tamanha propaganda enganosa, o Cavaleiro da Peste decide deixar um presentinho para os romanos, lançando uma mistura de varíola com sarampo sobre os soldados romanos.

Praga de CiprianoEditar

Anos mais tarde o Cavaleiro da Peste voltou para a Roma para assistir um novo espetáculo, e após um atraso de duas horas no início da batalha de gladiadores, novamente emputecido, ele decide lançar uma nova dose de praga no Império Romano, que ficou conhecida como Praga de Cipriano, em homenagem a São Cipriano, que a descreveu na falta de ter coisa melhor pra fazer. Esse episódio teria favorecido a expansão dos Testemunhas de Jeová na região, pois enquanto as pessoas caiam mortas feito moscas na rua, eles aproveitavam para a levar a palavra de seu senhor e salvador, Deus, até os lares desolados. Em condições normais eles seriam oferecidos como sacrifício ao Fauno, mas aquela altura ninguém mais ligava para os deuses, que aparentemente estavam cagando e andando pra população.

Praga de JustinianoEditar

A Praga de Justiniano ocorreu durante o Império Bizantino e recebeu esse nome em homenagem a Justiniano I, um turco considerado santo pela Igreja Ortodoxa após defender a chibata no couro de quem fosse contra a ideia de transformar a Igreja num instrumento de dominação e autoritarismo. Justiniano foi o primeiro a contrair a bactéria Yersinia pestis, a mesma da peste negra, após comer um espetinho de rato na casa de sua sogra. Para o azar da velha, ele sobreviveu, mas a moda pegou, levando diversas sogras da época a repetirem esse feito com seus respectivos genros, o que teria gerado esse surto.

Peste NegraEditar

 
Um demônio liderando suas hordas pestíferas contra a humanidade.

A Peste Negra foi a maior campanha de extermínio em massa de europeus da história da humanidade, iniciada por Deus em pessoa quando esse começou a ver que tinha dado merda ao conceder o livre arbítrio para uma raça tão desgraçada e semi-evoluída como os seres humanos. Como Deus adorava gatinhos, que por serem detentores de poderes sobrenaturais eram poderosos aliados na hora de combater as hordas de demônios e espíritos zombeteiros que se infiltravam no plano carnal, ele ficou abismado quando a Igreja Católica passou a alegar que gatos eram aliados do diabo e que serviam as bruxas.

Puto com o fato de que um bando de papa-hóstias que alegava seguir seus ensinamentos não tinha capacidade para reconhecer os dons divinos dos gatinhos e ainda os mandava para a fogueira, Deus decidiu punir a humanidade da pior forma possível: aumentando a capacidade de reprodução dos ratos e dando um buff em sua velocidade de movimento. Mais rápidos e liderados por Ben - O Rato Assassino, os ratos se alastraram por toda Europa em tempo recorde, levando morte e desolação a todos os europeus por terem afrontado os gatos, aqueles que Deus considerava a sua mais importante criação.

As consequências da peste negra em todo ocidente foi principalmente o início de um grande culto de adoração aos felinos, que consiste em dar likes em vídeos de gatinhos no Youtube tocando teclado, derrubando coisas de prateleiras e arranhando seres humanos até a morte. O Oriente por outro lado, com exceção do Japão e seus otakus cheiradores de neko, ainda não se entregou ao culto.

CóleraEditar

 
Indivíduo infectado com cólera após banhar-se no Rio Tietê.

O vibrião colérico é o atual hepta-campeão pandêmico, tendo causado setes pandemias de cólera ao longo da história. Com mais de 10 milhões de mortes em seu currículo ao longo das eras, essa bactéria filha da puta tem em sua casa uma sala dedicada exclusivamente a exibição de troféus relacionados a seus feitos em sua busca pessoal pela extinção humana.

A primeira pandemia de cólera se iniciou no subcontinente indiano, quando algum asno teve a brilhante ideia de tomar banho no Rio Ganges, um corpo de água altamente tóxico capaz de transmitir todo tipo de desgraça para a espécie humana. De lá para cá a cólera não teve folga, já que os seres humanos são burros demais para cuidar da própria vida.

Gripe espanholaEditar

Apesar do nome, a gripe espanhola não surgiu na Espanha. Na verdade ninguém sabe qual a origem correta da gripe espanhola, só o que se sabe que de todas as pandemias essa foi uma das que mais se aproximou do objetivo final de varrer a raça humana da Terra. A provável origem da gripe espanhola é extraterrestre: algum caipira em algum cu do mundo da Europa abateu um chupacabras no quintal de sua casa, e como o mundo se recuperava dos efeitos da Primeira Guerra Mundial, decidiu ensopar o bicho e servir pra família toda, já que a comida estava escassa. Entretanto, como carne de alienígena não costuma estar no cardápio natural dos seres humanos, o DNA do chupacabras resultou em uma mutação no vírus H1N1, transformando-o num exímio matador de humanos.

Gripe suínaEditar

 
As consequências da pandemia de COVID-19 ainda são incertas, mas as previsões não são nada animadoras.

A pandemia de gripe suína de 2009 foi a primeira pandemia vivenciada de perto pelos descíclopes, que aproveitaram a ocasião para bravamente encher a Desciclopédia de artigos, sob o constante risco de baterem a botas a qualquer momento e deixarem seus artigos em construção eternamente. A gripe suína foi criada no México, em laboratórios ultrassecretos da Umbrella Corporation, que injetava o T-Vírus em solitárias de porco. Rapidamente a peste se alastrou, afetando milhares de pessoas ao redor mundo.

As consequências da pandemia na Desciclopédia foram terríveis: muitos usuários que contraíram a doença tiveram seu psicológico gravemente abalado pela doença, jamais se recuperando das sequelas e passando a criar em massa artigos através de textos da Wikipédia com leves alterações cômicas, transformando o site num antro de chorume e lixo radioativo.

COVID-19Editar

A pandemia de COVID-19 é a mais recente manobra para redução do excedente populacional a dar as caras no mundo, tendo se iniciado na China no final de 2019 até receber o status de pandemia em 2020. Os chineses tem o péssimo costume de mandar para a panela qualquer coisa que se mexe, e entre as principais iguarias que acredita-se terem dado origem ao novo coronavírus incluem-se sopa de morcego, churrasco de pangolim e picadinho de cobra.

Pelo menos é isso o que os cientistas acreditam. É provável que a pandemia de COVID-19 seja na verdade um recado de Deus para a humanidade: uma punição divina para a execrável prática de consumo de gatinhos na janta. Deus quer lembrar os seres humanos de quem são os verdadeiros donos do mundo, escolhidos por ele à dedo para colocar a raça humana na linha.

Ver tambémEditar