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Panteão da Pátria

Panteão da Pátria e sua bela arquitetura. Adicionada também de um retoque com o requinte de uma típica arte popular bem brasileira aculturalizada por influência americana.

Panteão da Pátria é um pequena casa na Praça dos Três Poderes que 90% das pessoas que passam lá morrem de medo de entrar lá com medo de fantasmas. Isso pois trata-se de um curioso mausoléu. Curioso por dois motivos, primeiro porque não tem nenhum corpo lá para ser propriamente um mausoléu (assim não faz sentido as pessoas terem medo de entrar lá ... nem deve ter fantasma naquela porra), e segundo por estar lá do outro lado da Praça dos Três Poderes que ninguém tem saco de chegar a pé, e 99% dos turistas preferem ficar no outro lado da praça mesmo, tirando fotos do Congresso Nacional.

Foi inaugurado em 7 de setembro de 1986 com o apoio do Banco Silvio Santos Pan-Panamericano, em consórcio com o Bamerindus para preencher um espaço no último resquício de cerrado nativo que havia na Praaça dos Três Poderes. Passaram o concreto em tudo e construíram mais um monumento em forma de buceta no coração da capital da pátria.

A ideia de construir o monumento surgiu após a comoção pública pela morte de Tancredo Neves que conforme a Abin foi assassinado numa conspiração de José Sarney como pode ser flagrado numa reunião secreta em Watergate. Sarney, na época, como comemoração ao bem sucedido plano mandou construir esse mausoléu para que oc aso fosse abafado.

O objetivo deste monumento é homenagear os trouxas que entraram para a história como heróis do Brasil.

ArquiteturaEditar

O Panteão da Pátria é mais um monumento modernista de Oscar Niemeyer em formato de roupas estendidas num varal. Se ninguém me dissesse que aquilo representa uma pomba, eu jamais poderia sacar. A melhor dica é o fato do Pombal ficar ali por perto, e frequentemente os pombos cagarem em cima do Panteão da Pátria, cuja fachada é limpa uma vez a cada 12 meses, dando ao Panteão da Pátria um aspecto pós-modernista natural de cheiro de excremento de pombos e estrutura desgastada pelo efeito corrosivo dessas fezes o que representa o sentimento dos heróis do povo brasileiro, cagados e corroídos, sem dúvida uma obra de arte.

Livro de AçoEditar

O Livro de Aço é um livro que lista os heróis da história do Brasil. Em sua maioria mártires que deram sua vida completamente em vão por um país que não vale a vida de uma ratazana que cruza os jardins do Ministério da Saúde. Ou então grandes brasileiros que dedicaram sua vida e história pelo Brasil quando poderiam estar fazendo coisa muito melhor, como jogar Super Mario. Todos dignos de homenagem.

 
O famoso Livro de Aço.

Os seguintes nomes constam no Livro de Aço com a respectiva descrição oficial:

  1. Mico Azul - O idealizador do Hino Nacional do Brasil e da Bandeira do Brasil. Este simpático amiguinho do Chico Mendes foi martirizado por arrozeiros malvados.
  2. Joaquim José da Silva Xavier - O Tiradentes, por ter sido um bode expiatório honrado, e por cuidar da cárie dos outros com seu método revolucionário (a extração dental). A história da odontologia brasileira agradece esse grande herói que é até feriado.
  3. Zumbi dos Palmares - O primeiro zumbi afro-descendente da história devido ao sistema de cotas, foi um orgulho para sua raça, mano.
  4. Bino - Sem dúvida um dos mais altruístas brasileiros da história, sempre atento aos perigos, sempre alertou seus amigos de ciladas, nunca deixou ninguém na mão. Grande homem!
  5. Narrador da Sessão da Tarde - O mais positivista brasileiro da história, esse narrador da pesada sempre promoveu aventuras eletrizantes que até Deus duvida.
  6. José de Anchieta - Sem dúvida um dos maiores exemplos do Brasil como estado laico, torturou indígenas psicologicamente com seu blá-blá-balá católico, revolucionando a forma de catequisação de infiéis, sem o uso de tortura física.
  7. Senor Abravanel - O grande responsável por trazer para a família brasileira de todo Brasil o entretenimento de programas como Fantasia, e também o Baú da Felicidade, a Telesena e aCasa dos Artistas, mas sem dúvidas o seu grande mérito é por reprisar Chaves por 50 anos consecutivos.
  8. Rubens Gonçalves Barrichello - Hoje não, hoje não!... Hoje sim... Hoje sim...
  9. Maria Odete Brito de Miranda - Conga Conga Conga.
  10. Rita de Cássia Coutinho - O símbolo pujante da mulher brasileira, elevou o status do orgulho feminino brasileiro.
  11. Blanka - O primeiro personagem genuinamente dos videogames, um verdadeiro orgulho para a nação.
  12. Carlos Eduardo Bouças Dolabella Filho - Um verdadeiro patrulheiro, o inventor do movimento playsson, uma cultura genuinamente brasileira, busca incessantemente desmascarar traidores.
  13. Jeremias José do Nascimento Cristo Lara - O maior produtor de spam citações para a Desciclopédia, tudo vira mais de mil com ele.
  14. Charles William Miller - Ele trouxe o futebol. Precisa dizer mais? Agora domingo tinha pelo menos uma coisa boa na TV.
  15. Ramón Gómez Valdés y Castillo - Mesmo não sendo natural do Brasil, este é um dos maiores símbolos da cultura brasileira, típico inquilino devendo até o pescoço em aluguel atrasado, um verdadeiro senhor na arte do migué, o mais internacionalmente reconhecido dom de um bom brasileiro.