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Paquetá (Rio de Janeiro)

A Ilha de Paquetá é uma favela cercada de esgoto por todos os lados. Geógrafos insistem em qualificar Paquetá como uma ilha, da mesma forma que a Prefeitura do Rio de Janeiro julga tratar-se de um bairro. No entanto, basta tomar coragem (e uma longa série de vacinas) para apanhar uma embarcação da Barcas S/A e viajar por algumas semanas até chegar lá para constatar que, na verdade, Paquetá formou-se da única parte do continente de Atlântida que não afundou, e onde viviam os favelados da Era Antiga. A razão da sobrevivência de Paquetá ao cataclisma foi explicada por um velho deitado: "merda bóia".

Índice

HistóriaEditar

Irrelevante. Um dia alguém chegou por lá e começou a construir um monte de quiosques criadouros de baratas voadoras, trouxe alguns cavalos do continente para dar um aroma de fezes de cavalo à ilha inteira que fedia à hortelã antes disso e alguém muito esperto começou a convencer trouxas de que lá seria um excelente destino turístico.

EtimologiaEditar

"Paquetá" é uma palavra com origem na língua Rádio Tupi. etá significa "gentalha", e paka significa "paca" mesmo.

GeografiaEditar

A ilha de Paquetá apresenta o formato de um oito, com 1,2 quilômetros quadrados de área e 8 quilômetros de perímetro. O oito representa o infinito, o que se traduz na infinita capacidade dos habitantes de Paquetá de serem barulhentos, farofeiros e arrogantes.

TurismoEditar

Paquetá oferece atrações turísticas exclusivas, tais como:

  • Tortura de cavalos.
  • Perda de peso instantâneo através da Terapia da Salmonella.
  • Esportes radicais, como fuga de bicicletas selvagens.
  • Observação de animais exóticos, tais como os habitantes da ilha.
  • Aulas de pregação religiosa.
  • Nado no lixo.