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Desciclopédia β

Paraty

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

World Heritage Site logo.png

Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Município de Parati
"A cidade trocadilho"
Bandeira-argentina.jpg Sam4.gif
Aniversário 30 de fevereiro (quase isso)
Fundação 28 de fevereiro de 1600 e guaraná com rolha
Gentílico Você
Apelidos Parati, Paramim, paravocê, paratodosnós.
Prefeito(a) Maradona
Localização
Localização de Parati
Estado de calamidade pública
Mesorregião Região Metropolitana
Microrregião Não disponível
Municípios limítrofes Favelangra dos Reis e Ubachuva.
Distância até a capital Se já é longe pra caramba do Rio, imagine de Brasília... km
Características geográficas
Área Um centro histórico pequenininho, uma rodoviária suja e várias praias selvagens cheias de gringos. 10 km²
População Umas 15 pessoas, todos argentinos (Não alterada nos últimos 50 anos. Toda vez que nasce uma criança, foge um pai). hab. 23/10/2019
Idioma Não disponível
Clima de azaração com as gringas
Indicadores
PIB per capita R$ 243.716 mil pesos argentinos 23/10/2019

Cquote1.png Você quis dizer: Patati? Cquote2.png
Google sobre Paraty
Cquote1.png Pra mim?? O quê?? Cquote2.png
Seu tio engraçadão sobre Paraty

Parati (ou Paraty para os argentinos, que representam 99% da população) é um munícipio mais velho que a tua avó, longe pra cacete, sendo localizado literalmente na rabeira do estado do Rio de Janeiro.

A cidade já foi muito importante no passado, quando ganhava dinheiro exportando ouro e escravos. Entretanto, devido à crise econômica, a exportação de ouro diminuiu muito, o que obrigou os escravos a montarem seus próprios negócios (hóteis, restaurantes, prostíbulos...) e chamarem mão-de-obra barata para ocupar os seus lugares, isto é, argentinos.

Apesar de estar rodeada de belas praias e do muito bem conservado Parque Nacional da Serra da Cocaína, Parati é tão pobre, mas tão pobre, que até bem pouco tempo atrás ainda não tinha asfaltado as ruas do Centro da cidade.

Parque Nacional da Serra da Cocaína
Centro Histórico de Parati

HistóriaEditar

Dom Pedro I descansava de boas no Palácio em Petrópolis ouvindo suas fitas K7 da Núbia Lafayette, quando soube da história de uma ótima zona, na Costa Verde do Sul do Estado do Rio de Janeiro, onde se fazia a melhor pinga do mundo depois de Pirassununga. Partiu então o imperador rumo ao litoral em busca do lendário lugar.

Depois de tanto cavalgar chegou no ponto indicado no mapa e viu algumas ocas, mas era uma vila sem habitantes de outras etnias, ou seja, tinha chegado em Paraty.

Ficou hospedado durante um dia no hostel de frente pra Rodoviária, depois tomou muitas biritas, comeu muita picanha na tábua na Pizzaria Malagueta e foi embora.

Índios da região, maravilhados com a presença da ilustre figura imperial, resolveram fundar uma mercearia que hoje em dia cresceu e possui o mesmo nome até os dias atuais, Carlão Supermercados. Ergueram aldeias resistentes e colheram bons frutos, até serem vítimas dos portugueses que os recrutaram e os dizimaram em busca de Pau-Brasil pra enfeitar tecidos europeus nobres.

Anos mais tarde, durante a Lei Seca no Hemisfério Norte, um Capitão de Fragata da Marinha foi vítima de um mau tempo na baía de Paraty, atracando sua embarcação no vilarejo. Impressionado com a quantidade de peixes nas águas marinhas e terras agricultáveis no local, convenceu o Governo Federal a desapropriar um pedaço de terra na baía de Paraty para criar muitos frutos do mar e produzir muita cachaça para exportar para os EUA e Europa. Daí surge a Capitania dos Portos de Paraty e o Alambique Corisco.

Até hoje a cachaça é produzida em Paraty e tem o nome simbólico de Corisco. O nome Paraty na verdade foi dado na época pelo povo Tupi-Guarani que habitava a comunidade de Paraty-Mirim, sendo que a etimologia da palavra Paraty consiste em Pa (Terra boa) Ra (para tomar umas) Ty (e comer frutos do mar).