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Parque Anchieta


Cquote1.png Você quis dizer: Anchieta Cquote2.png
Google sobre Parque Anchieta
Cquote1.png Você quis dizer: Inferno Cquote2.png
Google sobre Parque Anchieta
Cquote1.png ERA MEU!! Cquote2.png
Nova Iguaçu sobre Parque Anchieta
Cquote1.png Percebe-se, olha a merda que é... Cquote2.png
Troll Cariocada sobre citação acima
Cquote1.png Temos a maior praça do subúrbio do Rio! MWAHAHAHAHAHA! Cquote2.png
Idiota qualquer que mora nesse bairro sobre Parque Anchieta
Cquote1.png Então é o maior reduto de assaltos também né? Cquote2.png
Troll ataca novamente Qualquer um sobre citação acima

Parque Anchieta é um bairro de classe mais baixa que o Inferno que fica na Zona Oeste Norte do Rio de Janeiro. É conhecido por ter uma praça enorme chamada Granito que ninguém no Rio conhece, a não ser os próprios habitantes da área, que juram que é a maior do subúrbio. Dom Pedro II queria construir um centro de tratamento para tuberculosos aqui por ter um clima agradável, bom, na verdade era disfarçadamente uma ideia pra construir um manicômio, mas preferiram fazer isso em Bangu para fazer os loucos morrerem fritos de uma vez e pararem de enxer o saco.

Índice

HistóriaEditar

 
Acha tranquilo? Para se ter uma idéia, só naquele escorregador há 3 ladrões, um sequestrador e um traficante negociando cocaína camuflados.

Como já foi dito, Parque Anchieta era um bairro do Rio que assim como Anchieta (a que não é o parque), Nilópolis e São João de Meriti pertenciam à Nova Iguaçu, até o Século XX, onde a cidadezinha da baixada fluminense se deu conta que esse bairro, bem como seu xará e as outras localidades que hoje são cidades não serviam para nada, a não ser para abaixar ainda mais o IDH da cidade e aumentar o número de população e favelas.

Nisso o prefeito da terra da laranja decidiu fazer um leilão com interessados em comprar tal área. Sabendo da desvalorização, decidiram vender os feudos de São João de Meriti para um desocnhecido, Nilópolis para um carnavalesco qualquer, Anchieta para o Jorge Piccianni e Parque Anchieta ficou sem comprador. Como Nova Iguaçu estava destinada a deixar esse lugar nas mãos de qualquer outro, e, as fronteiras que ligavam o território desse bairro à Nova Iguaçu sumiram, pois os outros feudos foram negociados, o abacaxi território do bairro foi entregue à prefeitura da capital carioca, que nem sabe da existência dessa porcaria. Ou você acha que Eduardo Paes sabe a diferença entre Anchieta com e sem Parque na frente?

Bom, nisso um grupo de mendigos que foi despejado de Nova Iguaçu por estar roubando as laranjas das plantações da área foi jogalo alí, e, criaram um grande assentamento. Dizem as más línguas que eles são maiores em número do que o MST no Rio de Janeiro, mas que não fazem revoltas porque sabem que ninguém irá os ouvir. E quando fazem, se satisfazem em saber quando um político os visita que a prefeitura dará madeiras usadas para reforma geral dos barracos do povo, uma espécie de operação tapa-buraco adaptada para tapa-goteira nos barracos desse povo.

Os nomes das ruas da região são em sua maioria indígenas pois especula-se que ali na verdade era um cemitério de índios, coisa que o primeiro dono do lugar, novamente a cidade de NI não sabia quando comprou e por isso que ali os laranjais não cresceram. Apesar de ali ter crescido algumas árvores que suspeitam que se originaram dos cachimbos da paz que teriam sido enterrados junto com os índios, daí descobriu-se o porque de tantos maconheiros no bairro, um problema crítico do local. Também dizem que nisso tem alguma coisa que seria licor da juventude, pois a expectativa de vida do bairro é maior que a média da cidade em si, mesmo estando no meio da puta que pariu.

O que pode se fazer no bairro?Editar

 
Histórica nota de 1 real que Nova Iguaçu guarda até hoje da tal venda dos bairros. E ese foi todo o lucro que a cidade teve...

Bom, é realmente uma atração turística chegar à Parque Anchieta. Se deparar com a adrenalina de estar num lugar desconhecido onde você tem 97% de chances de ser assaltado só ao olhar pro lado, coisa que para os ladrões nativos da região, extremamente astutos, indica que você está perdido, deve falar inglês e ainda por cima carrega R$ 50,00 na carteira.

A única forma de você sobreviver seria achando os locais onde há XP escondido ou até uma fonte de XP vitalício, que estaria num canto do bairro onde um índio estaria enterrado, mas alguns dizem que para conseguir esses XP's deve-se ir nos bairros vizinhos, pois em Parque Anchieta isso já está tão escasso quanto petróleo. Por isso ativar o cheater andar lá escurraçado é uma forma de defesa, pois mesmo você olhando pra todos os lados do mundo, terão certeza que você é habitante do bairro e mora em um dos assentamentos dos sem-teto.

Outra maneira de se camuflar é adquirindo a capa de invisibilidade que aparece no filme Harry potter. Mas ainda sim há o risco de um dos trombadinhas da área ser de Harry Potter, saber um jeito de te descobrir usando tal artifício e te roubar. Na verdade, o melhor jeito de se proteger dos problemas de Parque Anchieta é NÃO indo à Parque Anchieta.

Como chegar ao bairro?Editar

Ônibus é o meio de transporte favorito, se bem que metade do dinheiro que você tem na sua carteira vai embora com a passagem. Trem é uma boa, mas é bom usar uma camisinha e também corres o risco de perder várias coisas devido à ação dos ninjas, vide, ladrões que usam trem. Ir à cavalo acaba sendo a melhor opção, pois é o único meio de transporte que pode circular em todas as localidades do bairro e você tem controle total do mesmo. Um caveirão também seria uma boa, mas o risco de atolar num dos vários buracos das ruas do bairro é grande. Sem contar que ferradura dá sorte, e, estando nesse bairro, é um artifício que você vai precisar, e muito.

Formas de chegar ao bairroEditar

  • Ônibus 386: Busão que liga a comunidade ao centro do Rio e a Avenida Brasil. Qualquer idiota da região conhece esse lixo de ônibus só por passar no Shopping Jardim Guadalupe e é comum ver um trouxa pegando um rápido pensando ser um parador.
  • Ônibus 795: O busão que a garotada e os favelados gostam. Foi um 793 que não deu certo só por passar no bairro e dar uma moral pra comunidade ter transporte pro "outro lado" da estação, pro metrô da Pavuna e pra Vila Militar. É o único que passa na Praça Granito ("a maior praça do subúrbio") e é normal ver vários otários de fuzil e arma dentro do ônibus por passar perto do Complexo do Chapadão.
  • Ônibus 540: Se você vem da baixada, essa é a triste e única opção. Para piorar a situação, somente nos finais de semana você encontra um 540 vazio (Isso porque ele demora e a população de saco cheio prefere chamar um uber). Até que chegou o seu irmão, o 547 que deveria ser uma salvação, mas piorou a zorra toda. Pra piorar ainda mais, só anda barraqueiro e estudante folgado do Antenor.
  • Ônibus 723: O preferido das senhorinhas. Para andar nesse busão só tendo uma paciência de Jó e vira e mexe sempre tem uma velhinha pedindo ajuda com as compras no ponto do Conceição.
  • Ônibus 624: Não chega a cruzar o bairro, mas é o busão que sustenta o rolê de muita gente por passar em todos os cantos do Rio (menos os lugares bonitos). Todo mundo só gosta dele por ter ar condicionado e pilotos malucões.
  • Trem: Desce na estação do bairro vizinho, Anchieta (muita gente não sabe, mas os dois são bairros diferentes!), e vai andando. Ou pega um 540 no ponto do Conceição e faça um tour com direito a Mariópolis de bônus.
  • Rio Pavuna: Venha nadando pelo valão que os moradores chamam de rio e suba pela ponte do Cabral.
  • Metrô: Desça na Pavuna, encare uma passarela cheia de camelôs chatos e espere umas décadas o 795 chegar no ponto final. Só certifique de não andar com o celular na mão ou com um relógio de ouro no pulso.