Abrir menu principal

Desciclopédia β

Bom Retiro e/ou Cooperlotes


Crazyhorse.gif Atenção! Este artigo fala sobre BURRICES!

Não leve nada daqui a sério, ou você corre o risco de
se tornar tão burro e lerdo quanto o criador dessa joça.

Ou as burrices podem te morder.

2qjx1rl.gif

Cquote1.png Você quis dizer: Favela desconhecida Cquote2.png
Google sobre Parque Bom Retiro (Paulínia)
Cquote1.png Nóis vai dominar Paulínia!!! Cquote2.png
Morador do Bom Retiro ou Cooperlotes sobre o sonho inalcançável de dominar Paulínia.
Cquote1.png Ohh Coitado!!! Cquote2.png
Sanjoseístas sobre a frase acima.
Cquote1.png Maria Antônia fica perto do Bom Retiro/Cooperlotes. Cquote2.png
Corretor imobiliário explicando a localização de Maria Antônia.
Cquote1.png Então não quero!!! Cquote2.png
Interessado em casa no Maria Antônia depois da frase acima.
Cquote1.png Burro! Burro! Cquote2.png
Playboy do Calegaris sobre morador do Bom Retiro, do Cooperlotes.
Cquote1.png Eu moro no Monte Alegre. Cquote2.png
Morador do Bom Retiro/Cooperlotes com vergonha da sua morada.
Cquote1.png Eu tenho medo... Cquote2.png
Regina Duarte sobre Bom Retiro/Cooperlotes.
Cquote1.png InQui Us Fracu Nun Tein Veiz Cquote2.png
Cantor cooperloteiro/bonretirense.

Parque Bom Retiro e Cooperlotes são dois bairros de Paulínia, capital de São Paulo que se confundem. Esses bairros são povoados por seres acéfalos, desprovidos de acatamento e carecidos de magnificência.

Índice

OrigemEditar

 
Um habitante do Bom Retiro!

A origem dos bairros Bom Retiro e Cooperlotes é quase totalmente obscura, conhecendo-se apenas um grande movimento migratório na década de noventa de lugares como Zona Leste, São José, Maria Antônia e Bahia para terras ao sul de Paulínia. Os primeiros registros de ocupação humana na região datam de 1500 a.C, sendo vários objetos arqueológicos com figuras de suruba e sinais de interrogação. A versão mais confiável para o surgimento dessa raça dos infernose povo é a de que por volta de 1990, muitos favelados se dirigiram para uma colônia na região do Ribeirão do Quilombo para fugir de perseguições e outros males. Juntaram-se à esses favelados moradores de outros lugares e seres como traficantes urbanos, burros, loiras, africanos e portugueses. Dessa mistureba teria se originado toda a população do norte de Sumaré e sul de Paulínia.

GeografiaEditar

 
Dia típico de aula no Parque Bom Retiro.

Os bairros são divididos em algumas zonas:

  • Zona de cima: onde ocorrem rachas e comércio de farinha. Situa-se ao norte do meio do Cooperlotes.
  • Zona de baixo: ai ocorrem confrontos entre rivais paulinenses e sumareenses toda semana. A população está tão acostumada que cotidianamente veste coletes e usam capacetes.
  • Zona do meio: ai tem de tudo um pouco, de bandidos armados a transex com bolsinhas. Também há a ocorrência de confrontos em alguns pontos.
  • Zona anfina: é a zona de segurança do bairro, correspondente aos bairros Flamboyant, Cabreúva/Ipê e a rodovia Lozano.

As ruas desses bairros são de terra em muitos trechos, e geralmente não tem sinalização. Apesar de terem recebido nomes precocemente, só depois de vinte anos é que colocaram as placas, devido ao perigo de se entrar no bairro sem ser convidado. Também há casos de ruas que na verdade são rotatórias e de avenidas que são menores que todas as outras ruas. Aliás, chamar de avenida duas ruas paralelas em bairros diferentes também é um legado português. Simplesmente a avenida principal desses bairros na verdade é duas ruas, uma de frente pra outra, que se localizam cada uma num bairro.

Cultura e curiosidadesEditar

 
Moradia de um bonretirense.

Hino dos Bairros de PaulíniaEditar

Fui lá no João Aranha caçar homem, não achei
Só achei vários baitolas que comi e me esbaldei
Fui ali no Morro Alto ver um belga, não encontrei
Só encontrei uma cambada de preto que desprezei
Fui ali no Marieta comprar casa não achei
Só achei muito mato por todo lado, cansei
Fui lá no Bom Retiro ver um gênio, não encontrei
Só achei um monte de burro, loira, feio e português
Fui lá no São José comprar droga, e achei
Fumei e cherei pra caralho, e agora me ferrei


v d e h
PAULÍNIA