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Parque Nacional Los Alerces

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Parque Nacional Los Alerces é uma grande e vasta área de nada no oeste de Chubut, uma das províncias mais irrelevantes da Argentina, que só não é o Acre porque ainda existe a tal Santa Cruz e outros lugares ainda piores. Em 2017, devido ao fato de estar isolado da humanidade e da civilização, repleto de natureza intocada, o parque de Los Alerces foi transformado em patrimônio mundial pela UNESCO para evitar que o Chile roubasse aquela paisagem para eles pois sabe-se que a fronteira andina entre Argentina e Chile sempre foi litigiosa, definida com o Acordo de Magallannes de 1824 o qual deixava bem claro que a parte feia, nevada e sem vida deve ficar no lado chileno e a parte exuberante no lado argentino, o que explica porque Alerces é da Argentina e não do Chile.

Além de natureza e frio, o parque também abriga uma usina hidrelétrica responsável por fornecer os 50 watts de energia para as aldeias de Puerto Madryn e Rawson, as duas únicas "cidades" de Chubut.

FloraEditar

 
maradonnas cheiradus, o nome científico desta bela e rara flor alucinógena encontrada apenas em Los Alerces, matéria-prima de muitos produtos.

A maior parte do parque é apenas montanha, neve, capim e uns arbustos. A parte onde estão as árvores mais altas é chamada de bosque valdiviano e abriga diversas árvores da família cupressáceas (árvores capazes de sobreviver no solo infértil típico da Argentina). Ali encontram-se espécimes de árvores mais antigas do mundo, cuja idade é determinada por sérias pesquisas com bases sólidas em estudos de chutômetro e achismo, então alguns dizem que as árvores tem 2000 anos, outros que tem 3000 anos, e alguns mais ousados arriscam que possuem mais de 4000 anos. Estas árvores são uma excelente madeira para o seu móvel e ainda não entendemos como não foram todas cortadas, mas incêndios florestais são bem comuns.

Se argentino já é chato se achando europeu em plena América Latrina, eles tem motivos de serem ainda mais chatos quando descobrem que em seu país tem um parque nacional repleto de faias, árvores típicas somente da Europa. É claro que, como tudo na Argentina que se acha europeu, essas faias também são somente uma cópia das originais do hemisfério norte, ficando por ali espécies exclusivas como a faia-de-dombey e a faia-lenga (que porra de nome heim).

FaunaEditar

O parque não é aquilo que se diga "nossa, mas que biodiversidade esplendorosa!", mas até que tem lá seu grupo de animais que nem o ANimal Planet conhece direito por não se submeter visitar locais escondidos demais. O parque abriga alguns pássaros exclusivos, como o piriquito-pretinho, o pica-pau-de-topetee a coruja-argentina-drogada.

Os rios gelados são basicamente cheio de peixes, em sua maioria comida para ricos, como salmões e trutas.

Quanto aos mamíferos, também nada de mais, o maios é o puma que se alimenta de uma espécie de viadinho-argentino. O alto índice de cheiramento de gatinhos na Argentina tem haver com a oferta também já que o parque também abriga umas 10 espécies de gatos, a mais notável o gato-chileno que não aguenta ficar no Chile apesar do nome. Outros animais são o huillín (uma fuinha assassina) e claro o símbolo do parque, o famoso viadão-bonito (hippocamelus bisulcus) que inclusive aparece desenhado até no brasão do Chile.

TurismoEditar

A Villa Futalaufquen é a única habitação por perto para fornecer algum mpinimo suporte para turistas intrépidos que decidem visitar o Acre da Argentina para ver natureza gélida e sem graça. Nesta pequena vila o turista pode descansar, alugar sua barraca e passar muito frio enquanto desperdiça seu dinheiro comprando passeio de botes nas proximidades da puta que o pariu para visita um glaciar qualquer.