Abrir menu principal

Desciclopédia β

Patrícia Amorim

Maluf tn.jpg Patrícia Amorim é mais um dos
POLÍTICO$ DO BRA$IL

E gosta de coligações.

Ladraompce.jpg Patrícia Amorim é um ladrão.

Este artigo é sobre alguém em que votamos de 4 em 4 anos.
Se ele ainda não lhe roubou, vai roubar.

Guarde bem sua carteira antes de ler este artigo.

Maluf tn.jpg
ESTE ARTIGO É SOBRE UMA EX-GOSTOSA!!

Se você acha que ela está enrugada, gorda ou morta e enterrada, é porque o Tempo, o grande comedor, também traçou esta. Respeite os veteranos e não vandalize este artigo! Gerações passadas já homenagearam na intimidade do banheiro esta

EX-GOSTOSA

Claudia raia manchete 1987.jpg
I love nerds.jpg

Sim, Nerds Gostosas existem!
E por mais que você não acredite, este artigo trata sobre uma delas!


Cquote1.png Você quis dizer: Administradora de parquinho Cquote2.png
Google sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Você quis dizer: Eurico Miranda versão fêmea Cquote2.png
Google sobre Patrícia Amorim

Patrícia Filler Amorim Sihman
Patricia Amorim.jpg
Em seu semblante natural normal entre políticos e cartolas
Nascimento 13 de fevereiro de 1969
Rio de Janeiro, Bandeira do estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasil
Ocupação Ex-Nadadora e ex-Tremamente temerosa de sentir a ira de 35 milhões de pessoas caso faça alguma merda

Cquote1.png FILHA DA P... opa, não podemos xingar ela, moçada! Cquote2.png
Chefe de torcida organizada do Flamengo após Patrícia Amorim dar dinheiro pra eles não protestarem sobre o desempenho do clube
Cquote1.png QUERIA ELA NO FLAMERDA PRA SEMPRE! Cquote2.png
Vascaíno sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png FICA PATY! Cquote2.png
Torcedores rivais do Flamengo sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Tentei pegar em Seul. Não consegui! Cquote2.png
Ben Johnson sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Eu consegui! Cquote2.png
Jason Statham, outro nadador sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png EU EU EU A PATY SE... DEU MAL Cquote2.png
Flamenguistas sobre Patrícia Amorim depois de 2012
Cquote1.png Eu comi Cquote2.png
Vanderlei Luxemburgo sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Eu também Cquote2.png
Adriano sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Também tentei comer, mas esqueci o viagra Cquote2.png
Juvenal Juvêncio sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png PARQUINHO! PARQUINHO! Cquote2.png
Seus eleitores sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Se eu quisesse moleza, eu torcia pro Barcelona! Cquote2.png
Flamenguista sobre votar em Patrícia Amorim

PATRÍCIA FILLER AMORIM, universalmente conhecida só como PATRÍCIA AMORIM, a.k.a. TIA PATY segundo os Flamenguistas, e uma ex-nadadora gostosa que virou dirigente de futebol ainda gostosa. Cuspida em 13 de fevereiro de 1969 (Ui!), ganha o seu pão presidindo o Flamengo, aquela agremiação rubro-negra carioca que emos e coloridos costumam chamar de “Flavela”, “Framengu”, “Framengo” ou “Flamerda” no contestável dialeto deles, e faz a alegria dos outros torcedores do Rio de Janeiro, como os daquele time da Série B, os daquela equipe da C e também aqueles chorões. Durante o seu mandato, o tapetense conquistou dois Brasileiros, os Últimos deixaram de ser os últimos e até o Botafogo ganhou final do Flamengo. Melhor presidente não poderia existir, não é, torcedores arco-íris?

A Infância:Editar

Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Patrícia Amorim.

Tia Paty teve uma infância sofrida, devido a seus pais repressores, que reprovavam tudo o que ela fazia, intimidava os namorados dela que iam na casa graças a metralhadora e as granadas que o pai tinha, diziam que ela não fazia nada, apesar de ela lavar toda a louça diariamente, limpar a casa, fazer os deveres de casa, tudo sempre certo, sendo a aluna #1 da turma, mostrando que se tratava de uma Futura Nerd gostosa, levar o cachorro pra passear e trazer a cerveja pro pai na poltrona. Depois de um dia exaustivo de trabalhos domésticos, os pais dela a lembravam que ela não fazia nada, e resolveu sacanear os pais: um dia ela não fez de fato nada e foi nadar no vazamento de esgoto que tinha na rua onde ela morava. Putos com ela, porque achavam que ela não fazia nada, foram tirar satisfações: e ela respondeu:   Vocês vivem dizendo que eu não faço nada, então, resolvi nadar, aí sim vocês me verão fazer nada  . Revoltados, os pais pintaram a casa de vermelho a usando. De saco cheio dos pais, já que é aquele esquema que os emos do Simple Plan choraram cantaram há um tempo atrás em “Perfect”. Isso aos 3 anos de idade.

Nadando:Editar

 
Quando nadava. Independente de ser flamenguista ou anti, você ia nela que eu sei...

Patrícia Amorim procurou algum lugar pra morar e nadar, achando assim, um buraco em General Severiano, pra morar na sede do Botafogo e nadar por lá também. Quando a gerência finalmente viu que, após alguns anos, conseguiram converter uma flamenguista pra se tornar botafoguense, Paty descobre que as piscinas do clube não são enchidas com água potável, mas sim, com lágrimas de torcedores que reclamam que o Flamengo ganhou deles roubado de novo, mesmo que um jogador do Botafogo desse um tiro num do Flamengo no meio da porradaria do jogo, e ficou enojada com aquilo, e se mandou. Foi nadando de Niterói pra Gávea (percurso complicado), onde assinou com o seu time de coração, e ali, a careira começou a decolar, ganhando medalhas e ajudando o Flamengo a ter um time vitorioso na natação pra fazer a alegria dos malucos fanáticos teóricos da conspiração das Papeletas Amarelas, já que tinham mais uma frente pro seu manifesto, que já fazia sucesso em sociedades secretas de malucos pelo futebol. Após ganhar vários títulos, fez a coisa certinha e se classificou pras 500 Milhas de Indianápolis pros Jogos Panamericanos de 87, realizados em Indianápolis. Chegando lá na cerimônia de abertura no Estádio Olímpico de Indianápolis autódromo de Indianápolis, que entrou pra história como o 1º não-estádio a sediar essa festa, e ela fez tudo o que é obrigação por lá na cerimônia: beijou os tijolos, tomou uma garrafa de leite e deu uma voltinha num carro a 400 km/h, mas ela não foi pra lá pra pilotar, foi pra nadar mesmo, mas nadou, nadou e morreu na praia, mas, pelo menos, pode Tomar no Seul ir pra Seul nadar lá, onde viveu uma história bem bizarra, digna de Jogos Olímpicos: assim que chegou, começou a ser cantada por Ben Johnson, um corredor canadense que só queria mostrar que Carl Lewis era uma vadia superestimada que não fazia nada de útil pra sociedade yankee. De saco cheio das cantadas, e o fato de ela não fazer o tipo “desesperada pra dar pra um negão”, como tem muita branca por aí hoje, simplesmente concordou em sair com ele se ele ganhasse o ouro. Motivado, ele se dopa e ganha, mas, o antidoping o flagrou e a Patrícia não quis mais nada com ele. Depois dele, um nadador inglês chamado Jason Statham começou a se interessar por ela, e, como ele era do mesmo ramo dela e não se dopava, deu uma chance a ele. E ela não conseguiu nada em Seul, a não ser um ficante e um suprimento vitalício de carne de cachorro, e, como a idade estava pesando, ela se aposenta assim que consegue por a mão no canudo (Ui!) e resolve ser cartola no Flamengo. Um fato que poucos sabem e é proibido de ser investigado é que Patrícia já pagou boquete pra vascaíno na sua adolescência mas como o fato é muito comprometedor a globo proíbe as outras emissoras de investigarem o caso.

Politicagem:Editar

 
Após ler esse artigo

Resolve entrar pro Lado Negro da Força também: seguindo carreira política, que ainda dura, acreditando que defende a causa esportiva. Na cartolagem rubro-negra, ela era a Fuckin’ Boss do esporte olímpico, e, depois de ouvir que Márcio Braga acabaria com esse departamento no Flamengo, ela começa a andar mais com o Nhonho Eurico Miranda, e ele ensina mais pra ela sobre ser presidente de um time de futebol e um político, e, depois dos ensinamentos, começa a esboçar seu Golpe de Estado pra tirar um idoso gagá do poder (qualquer semelhança com eventos fora do esporte é mera coincidência, ou não), mas, como ganhou as eleições presidenciais nas urnas, nem precisou colocar o plano em ação. Ela disse que, ao contrário do Nhonho Eurico, ela seria uma boa presidente e ajudaria seu time a crescer, mas, após um ano com muita festa, tráfico e Marias Chuteira assassinadas, ela resolve fazer uma força pra compensar a cagada do 1º ano, assim, contratando R10, sabendo que, com um gesto simples, a torcida a perdoaria, mas, como mulher no futebol não tem vida fácil, já que os homens acreditam que elas só servem pra ser Marias Chuteira, passa a ser alvo de crianças pirracentas da torcida, já que ela e o Pofexô conspiraram pra não-vinda do Adriano ao time, já que eles haviam acumulado funções: não se tratava só de presidente de clube e treinador, mas também de faxineiros que não queriam baderna e putaria no local de trabalho.

Apesar de um trabalho de 3 anos muito contestado, realizou grandes projetos como o PARQUINHO DA GÁVEA, comprou cloro pras piscinas e é claro, quase foi bem-sucedida no seu projeto de levar o Flamerda pra Segundona. Por isso, ganhou eleitores importantes, como os torcedores do Vasco, Fluminense, Botafogo, America, Bangu, Voltaço e qualquer um que queira ver o FlaMáfia tomar no cu.