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Desciclopédia β

Paul Erdõs

Compreensão simples e clara superior da equação (3) em relação à equação (1).jpg Este artigo é relacionado à matemática.

O "!" no final significa fatorial.

Cquote1.png Judeuzinho viado! Cquote2.png
Eric Cartman sobre Pau Paul

Paul Erdős foi um matemático húngaro, que ao contrário de seu amiguinho, André Weil, este fez alguma coisa na história (da matemática, tio).

História para cá, história para láEditar

 
Paul quando viu seu artigo na Desciclopédia.

Paul Erdõs nasceu na capital da Hungria, em uma família judaica, apostatada mas não praticante. Erdős era filho único. Os pais tiveram mais duas filhas, mas elas morreram de escarlatina (uma variante do sarampo) alguns dias antes de Paul nascer, logo, observamos que a família era meio cagada para essas coisas. Os pais eram professores de Matemática, e Erdős demonstrou desde cedo seus problemas mentais "dons" para a lógica numeral, pois aos quatro anos conseguiu descobrir sozinho como se batia punheta algumas propriedades dos números primos, diferente de você e de Weil, já citado antes, que nessa idade ainda comiam terra e se achavam nerds, coitados. Em 1914, o pai, Lavos Lajos, foi capturado pelos russos num ataque às tropas de seu país, e passou seis anos na Sibéria como prisioneiro (já vi essa história em algum lugar). A mãe, Anna, gostosa, excessivamente protetora por causa da perda das filhas, afinal, naquela época valia mais a pena ter um filho homem do que duas filhas mulheres, bando de machistas, manteve Paul longe da escola durante a maior parte dos primeiros anos e foi contratado um professor para o ensinar em casa, logo, vemos claramente que ele era um burguês safado, opressor da minoria e racista, fascista, machista, nazista, taxista, entre outros istas que as feminazis costumam chamar. Este feito de contratar um professor particular, o traumatizou sexualmente o tornou ainda mais foda, já que ele recebia toda a atenção do professor, quer dizer, uma boa parte, porque sua mãe... Em 1920, Lajos voltou do canil cativeiro e continuou a educação do filho em matemática e inglês.

Apesar das restrições que existiam na Hungria impedindo os Judeus de entrar na Universidade, Erdős conseguiu entrar em 1930, porque ele é foda, porra. Recebeu o doutoramento em 34. Os sentimentos anti-semitas eram comuns na Hungria dos anos 30, e teriam levado Paul a sair do país, ele foi fazer um pós-doutoramento em Manchester. Em 1938 aceitou uma posição acadêmica em Princeton, Estados Unidos, o que o tornou amiguinho de Weil. Mas a administração considerou-o pouco convencional, e não lhe renovou o contrato. Foi por esta altura que Erdős começou o hábito de viajar de campus para campus, que caracterizou a sua carreira, e que o fez parecer mais um vagabundo fugitivo. Um incidente ocorreu em 41, quando Erdős e outro matemático se envolveram numa discussão sobre uma questão da teoria matemática (tem que ser muito nerd para discutir sobre isso, ainda mais em uma instalação militar), e nenhum deles reparou que estavam perto de instalações militares. Foram presos por entrarem numa zona militar, se foderam. Suspeito de espionagem, Erdős ficou com registro no FBI.

O que ele fez afinal ?Editar

Nada As contribuições de Paul para a matemática são numerosas e variadas. Mas não era um grande teórico, preferia resolver problemas, queria ser considerado mais foda do que já era. Os problemas que mais o atraiam eram problemas de análise combinatória, teoria dos grafos e teoria dos números. Não resolvia problemas de qualquer maneira, queria resolvê-los de uma forma simples e elegante. Para ele, a prova tinha que explicar por que o resultado é verdadeiro, e não ser apenas uma sequência de passos sem ajudar a entender o resultado. Profissionalmente, ele é mais conhecido pela sua burrice contagiante capacidade de resolver problemas excepcionalmente difíceis. O seu estilo característico consistia em resolver problemas de uma forma elegante e visionária, vulgo gay. Recebeu o Prémio Cole da Sociedade Americana de Matemática em 51 pelos seus muitos artigos na Desciclopédia em teoria dos números. No início dos anos 50, uns caras que se achavam investigadores profissionais, descobriram que Paul tinha uma ficha no FBI, e como ele não era cidadão norte americano foi impedido de permanecer nos Estados Unidos. Passou os 10 anos seguintes em Israel. No início dos anos 60 fez inúmeros pedidos para voltar aos Estados Unidos e foi finalmente autorizado em Novembro de 1963.

 
Paul fazendo alguma coisa, e uma metida ao seu lado, provavelmente uma fã desordenada mentalmente.

Nos 30 anos seguintes, Paul ocupou oficialmente posições em Universidades de Israel, Estados Unidos e Reino Unido. Essas posições sexuais eram apenas formais. Na realidade ele era um nômade sem objetivos definidos, viajando pelas universidades mais prestigiadas, ele recebia para vagabundear e olhar para a bunda das gostosas. O seu gênio e prestígio garantiam-lhe uma recepção acolhedora onde quer que chegasse, e inevitavelmente acabava por escrever um artigo com um qualquer matemático que lhe apresentasse um problema interessante. Por isso, ele é provavelmente o matemático mais colaborativo e foda de todos os tempos, com mais de 1500 artigos escritos em parceria, agora na Wikipédia, pois havia levado um ban da Desciclopédia por conteúdo verídico. A comunidade de favelados matemáticos que trabalhou com ele criou em sua homenagem o Número de Erdõs. Erdõs recebeu muitos prémios, incluindo o prêmio Wolf de 1983, uma réplica falseta do Nobel. No entanto, devido ao seu estilo de vida, precisava de pouco dinheiro, pois como eu disse, ele era foda. Por isso ajudou estudantes talentosos e ofereceu prêmios pela resolução de problemas propostos por ele. Morreu em Varsóvia, Polônia a 20 de Setembro de 1996, milionário, foda, famoso, etc, etc, coisa que você nunca vai ser, seu lixo.

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