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Paulo Octávio

Nota: Não confundir com a empresa desse 171 que possui (quase) o mesmo nome


Paulo Octário
Paulooctavio como um boneco com cabeca de mola.png
Paulo Octávio no painel do próprio carro
ex-penitenciário do link={{{3}}} Distrito Federal
Partido ex-DEMo
Nível de honestidade Baixo, ruim, pobre... No início enganou muito bem
Perfil
Nascimento
Larvas, link={{{3}}} Minas Gerais
Partido ex-DEMo
Profissional
Profissão Mestre de obras
Dados Pessoais
Sexo link={{{3}}} Masculino
Nível de Inteligência Alto
Contacto
E-mail sesipe.df.gov.br
Website PaulOOctavio.com.br


Paulo Octávio (Larvas, 13 de fevereiro de 1950) é um empresário, político e padeiro brasileiro, dono de boa parte dos prédios de Brasília. Empresário que deitou e rolou nos últimos 40 anos na cidade, é uma espécie de Sérgio Naya candango.

Até 2010, o povo o conhecia apenas pelos tapumes pretos em luto que ele espalhou pela cidade, cercando obras que duravam mais de uma década. Depois da operação caixa de pandora, o empresário passou a ser conhecido como o governador que passou 12 dias no cargo, ninguém viu e que ainda teve seu cu comido pelo seu partido.

Apesar de preso e condenado várias vezes, o ex-deputado aparece semanalmente nas principais mídias e programas de televisão de Brasília.

BiografiaEditar

Filho de Larvas, Paulo Octávio nasceu em 1950, logo após o maracanazo.

Se mudou para capital sozinho aos 8 anos, subindo numa carroça que tinha partido da antiga capital e que transportava alguns funcionários públicos de cargos menos apreciados depois que a antigo distrito federal, a cidade do Rio de Janeiro, virou o Estado da Guanabara.

Paulo Octávio iniciou no mundo dos negócios aos 12 anos, quando começou a vender folhas de fumo para professores, pais e colegas de turma. O pequeno notável usava a quadra da escola para preparar as folhas, deixando-as secar ao sol e vigiando com um estilete em punho para que nenhum de seus colegas invadissem a quadra e destruíssem seus produtos.

Aos 16, conheceu a grilagem de terras, um mercado que ainda estava em expansão no Distrito Federal. Visionário, Paulo Octávio começou a vender terras que mais tarde seriam caríssimas, como as situadas onde hoje está a Cidade Estrutural. Dessa forma, o empresário gerador de empregos conseguiu juntar o montante de dinheiro que tem agora e anos depois, investir em outro mercado que estaria em expansão, a venda de pequenos cubículos a preço de ouro.

Nos anos 90, ele lançou investidura a Câmara dos Deputados, onde conseguiu ser eleito por duas vezes, por meio de compra de votos. Para comprar não foi tão difícil, já que o deputado eleito também era padeiro e sabia fazer Panetones caseiros como ninguém. No mesmo período conheceu Anna Cristina Kubi-tsc-tsc-check, a neta do homem (JK), o que lhe abriu ainda mais portas (e pernas também).

Como governador do Distrito FederalEditar

Em 2006, Paulo Octávio uniu sua habilidade na padaria e na arte de fazer negócios com o talento da improbidade de José Roberto Arruda e decidiram juntos lançar uma candidatura ao Palácio do Buriti.

Assim que seu parça foi parar no xilindró (ainda em exercício), Paulo Octávio assumiu a cadeira titular do governo, deixando de ser apenas um vice-decorativo. Quando ele foi sentar, o então procurador-que-nunca-acha da República, Roberto Gurgel, envia ao STF um pedido para meter o bedelho nos assuntos no Distrito Federal, o próprio partido pede pra que ele deixe o partido no prazo de 10 dias e renuncie ao GDF, sua esposa diz que está grávida de gêmeas, o presidente anuncia a volta da CPMF, uma tempestade fecha os aeroportos de todo o país, um apagão deixa 2/3 do país às escuras, os maias anunciam o fim do mundo nos próximos dois anos, as sete trombetas começam a tocar, o céu começa a cair e tem início o arrebatamento. Foi quando o Paulo Octávio “disse chega, não dá mais!” e todo mundo comemorou mais um arregão que desistiu de assumir o Governo do Detrito Federal.

AtualmenteEditar

Atualmente, o ex-semi-governador do Distrito Federal trabalha como palestrante de empreendedorismo (uma moda hoje em dia) em uniesquinas e eventos para pessoas com baixa capacidade de cognição no Centro de Convenções, além de vender algumas lembrancinhas da capital na feira da Torre de TV.

 
Vento que passou pelo Palácio do Buriti
José Roberto Arruda
11 de fevereiro de 201022 de fevereiro de 2010
Wilson Lima
23 de fevereiro de 201013 de abril de 2010