Piercing

Bob Mauley.jpg Fala, mano! É o seguinte: isso aqui é uma coisa que os mano da quebrada curte, tá ligado?
Não zoa com o artigo, não, véio, senão vai dar em treta, morô?


Cquote1.svg Você quis dizer: Argola de focinho de boi? Cquote1.svg
Google sobre piercing no nariz.
Cquote1.svg Mano, tipo assim, é só pra quem tem lifestyle... ah... atitude, mano. Cquote2.svg
Jovem sobre a necessidade de se ter um piercing.
Cquote1.svg Total, mano! Cquote2.svg
Outro jovem sobre citação acima.
Cquote1.svg Menino, o que tu tá fazendo da tua vida, meu Deus do céu! Cquote2.svg
Tua mãe sobre você aparecer em casa com um piercing.
Cquote1.svg Por que estão danificando a minha criação?! Cquote2.svg
Deus sobre piercing.


Jovem esbanjando estilo próprio.

Piercing (do grego ομοφυλόφιλος: pirkinis, tendo como significado violentar a pele com um objeto perfurativo) é um objeto geralmente metálico utilizado por manos de quebrada, jovens e pseudo-jovens para perfurar a pele. Esses objetos podem constituir, para seus usuários, um valor emocional e estético, enquanto que os não usuários, principalmente as senhoras mães, veem o piercing como um sinal para identificação de um maconheiro vagabundo.

De acordo com o senso do IGBE de 2019, uma boa porção de porcentagem da população possui algum tipo de piercing, incidindo majoritariamente em universitários, sendo desqualificados da pesquisa apenas os brincos femininos. Segundo a nota oficial do Instituto Galáctico Brasileiro de Estatística sobre tal desqualificamento, "brincos não contam como piercing, pois constituem a construção da forma de refletir o interior feminino a partir de uma cultura fundamentada sobre bases históricas e sociopoliticobioeconômicas; em homens é baitolagem", ainda segundo a nota.

Para fomentar o debate sobre o tema, em 2017, as Faculdades Universitárias de Massachussetts realizionaram uma pesquisa para constatar a relação juízo x piercing (juízo versus piercing) como fator do aumento dessa praga no couro da sociedade. A pesquisa foi feita com pessoas de todas as cores, de várias idades, de muitos amores e os resultados revelaram que, quanto menos juízo, mais piercing.

HistóriaEditar

A história do piercing remonta os primórdios blíbicos da humanidade, segundo o historiador brasileiro Marquinhos Tonho da Villa, em entrevista ao programa Roda Em Carne Viva da TV Maresol. Villa conta que a origem do piercing se deu quando a cobra do Jardim do Éder cravou suas presas no cangote de Adão, após este ter se recusado a comer o fruto proibido.

Adão, que era um homem bruto, tinha músculos trincadíssimos, por isso, uma das presas da serpente se quebrou e por ali ficou atravessada. Com o passar do tempo, Adão passou a admirar tanto seu piercing, que acabou envaidecendo-se e esquecendo de Erva, sua parceira. Erva, triste com isso, caminhava pensativa para aliviar seu pesar, até que encontrou uma macieira. O resto da história já é bem conhecido. A partir desse acontecimento nasceu o piercing, e já nasceu estigmatizado pela classe branca da sociedade, já que Adão e Erva, segundo pinturas, eram brancos.

Villa conta ainda sobre a aparição dos primeiros piercings de metal, que surgiram no momento da crucificação de Jesus Negão, o qual adotou o uso de piercings nas mãos e pés. Hoje, na quebrada, se tornou comum essa prática, mas não nas mãos ou nos pés, já que estes são necessários para enrolar baseados e correr de camburões. Por outro lado, habitantes extra-periféricos (gente rica e branca que mora nos centros urbanos) veem os piercings com maus olhos, sustentando suas opiniões em teólogos ateus que apontam Jesus Negão como o primeiro noia vagabundo da história.

CulturaEditar

 
Criança Mamaki pronta para receber seu piercing umbigal.

Como dito anteriormente, os piercings são muito comuns na cultura jovem. Segundo o antropólogo russo Sergei Olnaunser, os piercings estão entre os principais símbolos da juventude e da malandragem em geral, assim como as tatuagens, as redes sociais, o álcool nas veia, a fumaça nos pulmão e as merda nas ideias. Para ele, o aparato é a síntese da juventude, ou seja, danoso, sujo, mal visto e com risco de transmitir doenças. Sergei ressalta, em seu livro "Os Hábitos do Jovem Pós-moderno", que os piercings, apesar da aparência inofensiva, podem causar infecções bactericidas, constipações nasais e enquadro da PM, ao passo que este último tem suas chances de ocorrer multiplicionadas se o portador de piercing possuir tatuagens visíveis, uma cor de pele levemente escurecida e for usuário de boné aba reta.

Em diversas partes do mundo o piercing tem significados e características diferentes, como no noroeste da Etiópia, onde vivem os Galegos Etíopes, um povo conhecido pelo uso de piercings de presa de javali na pupila do olho. Curiosamente, os Galegos Etíopes são todos cegos, mas, apesar da suspeita sobre o uso dos piercings, ainda foi comprovado cientificamente essa correlação.

Ainda na continente africano, no delta do rio Mohicedo, onde vive o povo nômade Mamaki, a cultura dos piercings se adaptou a um aspecto físico importante: o embigo pra fora. Essa característica, natural não só dos Mamaki, mas também de vários povos em países subdesenvolvidos, como o Brasil, proporciona uma fácil adesão ao piercing logo na infância. Um indivíduo homem Mamaki usa de sua proeminência umbigal para conquistar respeito na tribo e parceiras, pois quanto maior o embigo, maior o piercing, e quanto maior o piercing, mais estiloso ele é.



Exemplos de PiercingEditar