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Pink Floyd Live at Pompeii

Veja quanta gente, quantos fantasmas, quantos ninjas e atiradores de elite compareceram ao concerto.

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Público fantasma que acompanhava as gravações nas ruinas de Pompeia
Cquote1.png Mas que ideia de melhor show jerico! Cquote2.png
Syd Barrett sobre Pink Floyd Live at Pompeii
Cquote1.png Por que lá e não aqui? Cquote2.png
Morador fantasma de Herculano sobre a escolha do local


Começo dos anos 70, várias bandas de rock faziam o possível para serem diferentes umas das outras -- e o Pink Floyd não era exceção. Foi aí que um diretor fracassado de algum lugar do mundo, depois de passar uma semana perdido no que sobrou de Pompeia, teve uma ideia brilhante e resolveu entrar em contato com os quatro integrantes do Floyd para levá-los à cidade e fazer um show fantasma inesquecível.


Roger Waters atendeu o telefonema pelos outros três integrantes, topou pelos outros três e ainda exigiu a inclusão de três elucubrações dele no projeto. A ideia não era má -- um show progressivo com inspiração depressiva num local altamente sombrio, algo que tinha tudo a ver com a banda e com um comprimido de Zoloft. Os problemas, claro, vieram depois.

Nick Mason todo prosa, todo doido, chapadão e supostamente possuído por uma alma penada de Pompeia. Você duvida? Então assista o clip -- por sua própria conta e risco.

A BurradaEditar

Todo diretor que se preza tem que saber no mínimo as condições do local para fazer uma gravação, e o idiota fracassado já tinha passado uma semana perdido nas ruinas. Enfim, Pompeia era uma cidade arruinada por um vulcão. Quem morava lá já tinha dado no pé há séculos, embora muitos moradores ainda permanecessem na cidade -- mortos, soterrados e petrificados.

Para acomodar tanta gente assombrada entusiasmada, mais os moradores de outras ruinas vizinhas, foi escolhido o antigo anfiteatro de Pompeia, em perfeitas condições de desabamento. A banda descarregou tudo lá e foram feitos todos os preparativos para o show que tinha como público alvo os moradores já atingidos, fantasmas da cidade.

Foi aí que o gênio do diretor se tocou de que não havia energia elétrica no local. Afinal, bem finalmente, a cidade estava em ruínas, e aquele anfiteatro tinha mais de trocentos anos de existência sombria. Quem levaria luz até um local daqueles, já que ninguém habitava a região?!

Num ato de desespero os organizadores do Live at Pompeii fizeram um tremendo gato (não confundir com o verbo cheirar) para puxar energia da puta que o pariu até o anfiteatro. Ou seja, os únicos moradores vivos das vizinhanças tiveram que ficar sem energia porque o Pink Floyd iria consumir tudo o que fosse possível no seu show-gravação mega-solitário e fantasmagórico inesquecível.

Apesar da solução refinada, problemas elétricos assombraram seguidamente a produção. Após milhares de quedas de energia e outros tantos piques de luz, já que o tráfego intenso de carroças passava por cima dos fios, o fracassado diretor precisou contratar seguranças para tomar conta do gato quilométrico até o projeto terminar.

As GravaçõesEditar

Desde o início o número de espectadores atingiu os impressionantes 2 -- dois pirralhos que resolveram burlar a segurança e assistir o que pudessem aguentar. Fora, claro, milhares de fantasmas, manchas e luzes que apareceram misteriosamente nas fitas.

  • Echoes:Uma música de 850 minutos que durou quase o dia todo. No show, a banda finalmente percebeu que com 850 minutos não conseguia atrair público (muito menos fãs)e então a dividiu em duas partes de 425 minutos (também não adiantou porra nenhuma). A produção teve que reforçar a energia do local devido aos solos de guitarra de David Gilmour (que inspiraram Herman Li). Segundo uma biografia não-autorizada, Gilmour teria arruinado uma dúzia de guitarras apenas na primeira semana.

Nick Mason parecia transfigurado: jogava as baquetas para cima, mexia a cabeça alucinado e olhava vesgo para os lados, com visíveis alucinações no meio das músicas. Estudiosos da paranormalidade afirmam que um espírito com inclinações sadomasoquistas reencarnou no baterista logo na primeira música. Há relatos não confirmados de que a bateria usada por ele teria sido enterrada por Roger Waters em algum ponto do anfiteatro, completamente destruída.

  • Careful With That Axe Eugene: Uma música que nem os ingleses conseguem entender -- muito menos nós. Os gritos de Waters foram ouvidos por toda a região, a ponto de circularem boatos de que teriam abalado várias estruturas históricas locais, dando origem à expressão "lava abaixo". As indenizações pagas após o projeto seriam o verdadeiro motivo dos problemas financeiros -- e das criações depressivas -- da banda.
  • A Saucerful of Secrets : Uma música com mais de 90 minutos de barulho aleatório, para felicidade ou decepção das almas penadas na platéia. Ela começa com acordes soníferos, seguidos de baterias e sons psicodélicos, até que Waters começa a quebrar os pratos e o Nico Manso começa a soltar um Heavy Doom Power Satanic Metal pra Massacration nenhum botar defeito. Rogério tira um gongo não sei daonde e começa a violentá-lo violentamente. A batera do Manso fica cada vez mais rápida e para de uma vez só. Depois vêm os riffs maconheiros e Gilmar termina com um AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
 
AAAAAAAAAAAAAA!!!
Versão original de 1972.
 
AAAAAAAAAAAAAA!!!
Versão HD de 2003. Observe a nitidez e a riqueza de detalhes.
  • Um dia desses eu vou comer pizza: Trata-se apenas de uma música repetida várias vezes, daí aparece o Homem de Ferro e fala o nome da música. E é só. O tempo é curto pra dar mais espaço pra Echoes.
  • Preparem os saquinhos de vômito, vamos para o do sol: Música escrita para os talibãs perdoarem Londres de um atentado terrorista.
  • Madame Noob:E música vai, música vem, após semanas de sofrimentos do outro mundo ocorreu a famosa participação do cachorro do Pink Floyd, entre outras bobagens muito criativas.
  • Echoes Reloaded: As gravações (e alucinações) terminaram com Echoes Part II, com mais 425 minutos de música e barulho devidamente registrados Depois de 420 minutos de cacofonia, finalmente o refrão, que é só uma estrofe e nada mais.


RecordesEditar

Foi constatado pelo Guinness Book que o Pink Floyd Live at Pompeii foi:

  • A maior burrada da história do rock
  • O show com o maior número de almas penadas do planeta
  • O show com o menor número de seres humanos vivos da história
  • O maior gato já feito por uma banda de rock
  • Os maiores danos patrimoniais já causados por uma banda de rock
  • O diretor mais idiota da história do rock
  • O baterista mais chapado em uma gravação
  • O primeiro cachorro a participar de uma gravação ao vivo
  • O maior tempo gasto à toa por uma banda de rock
  • O show com o maior número de instrumentos quebrados -- nem bandas heavy metal conseguiram superar (e olha que o Floyd estava apenas tocando)