Piracanjuba

Piracanjuba é uma vasta fazenda em formato de município ao sul de Goiânia. Atualmente é mais conhecida como marca de leite, queijo e manteiga do que propriamente como uma cidade.

Possui uma suposta rivalidade com Bela Vista de Goiás, e como Piracanjuba é um antro de fracassados que não conseguem manter nem um rio (isso mesmo, até o rio que dá nome à cidade, eles conseguiram perder para Bela Vista), os piracanjubenses "perderam" também a famosa marca de leite para Bela Vista de Goiás, renovando assim a rivalidade entre as duas currutelas que vem desde 160A.C. Outro fato a se ressaltar, é que na série J (10º divisão) do campeonato goiano onde jogam os times das respectivas fazendas equivocadamente emancipadas, o Piracanjuba FC sempre perde pra Bela Vista FC, mas nunca é rebaixado, pois não há divisões a baixo.

HistóriaEditar

 
  PQP! O que que eu to fazendo aqui?  
Você, vindo de Goiânia

A antiga história de Piracanjuba é contada em lenda, que diz que muito antes da chegada dos homens brancos, haviam ali duas tribos indígenas rivais, os Pirocão e os Jubara. Certo dia, um bravo guerreiro Pirocão se apaixonou pela filha do cacique Jubara, e posteriormente, angustiados com a impossibilidade desse romance, os dois decidiram se suicidar se jogando no rio onde foram devorados por jacarés (qualquer semelhança com a história Romeu e Julieta não é mera coincidência). Nesse dia os índios perceberam que a cabeça do pau do guerreiro Pirocão era amarela, e o nome Piracanjuba vem do tupi e significa "cabeça da minha manjuba amarela".

Depois dessa breve história da origem dramática desse município, houve a chegada dos portugueses no século XIX em busca de ouro. Os índios foram cruelmente dizimados, tanto os Pirocão quanto Jubara, para os portugueses eram tudo igual, e hoje essas tribos já não existem mais, apenas suas pinturas rupestres narrando a lenda do Guerreiro Pirocão.

Por volta de 1890 até 1940, o solo foi sendo ocupado e se transformado em pastagens e em lavouras familiares. Infelizmente no Brasil é tolerado que surjam cidades assim, por aglomeração de pessoas perdidas, e assim surgia a Piracanjuba moderna, que na verdade de moderna não tem nada, pois parece uma cidade da época feudal.

Em 1970 Piracanjuba ganha reconhecimento nacional graças à sua pujança no mercado de leite e seus derivados, voltados para o mercado popular, Piracanjuba passou a produzir as caixas de leite e os queijos mussarela mais baratos dos mercados do Centro-Oeste. Mas por se tratar de uma cidade essencialmente atrasada, não conseguiu reter esse crescimento econômico e transformar em avanço e crescimento, perdendo a empresa de leite e se contentando com sua pequeneza.

PopulaçãoEditar

Piracanjuba possui 25.000 habitantes, quase todos caipiras que passam os dias ordenhando vacas. A rotina de um típico piracanjubense é muito similar à rotina daquele antigo jogo Colheita Feliz do Orkut.

Os piracanjubenses adoram chorar o leite derramado (literalmente) por terem "perdido" a fábrica do famoso leite Piracanjuba, então, se quer ouvir uma longa história de lamentação de um piracanjubense, comece perguntando sobre o leite Piracanjuba, as primeiras palavras da resposta serão: "Ah! A prefeitura não deu incentivo... blá blá blá.". Esse começo de resposta, aliás, já foi inserida como característica adquirida no processo de seleção natural entre os piracanjubenses, lamentar a perda da empresa Piracanjuba é obrigatório para quem quer ser considerado piracanjubense.

Mas apesar de tanto lamentarem, nenhum metido a playboy e puta dessa roça sabem ir até a porta da prefeitura clamar por algo, ou votar em políticos decentes ou se engajar corretamente nas eleições, e só ficam reclamando depois que a merda está feita.

EconomiaEditar

 
A maior Torre de Relógio feita de papelão da América Latina fica em Piracanjuba.

Piracanjuba é um verdadeiro curral. A cidade é como uma grande e vasto celeiro que tem sua economia voltada à pecuária. Piracanjuba é a maior bacia leiteira do Brasil, produzindo 220.000 litros de leite de burra por dia. Leite e queijos baratos que recheiam as prateleiras dos mercados de Goiânia e Brasília.

Poucos sabem, mas foi a Piracanjuba que faliu com o monopólio da Parmalat quando em 1955 surgiu a Piracanjuba®, mas a marca foi ficando mais conhecida que a cidade, então foi embora dali.

Hoje a grande alegria de Piracanjuba, economicamente falando, é ver Bela Vista de Goiás e Maravilha-SC usufruírem do que os otários trabalhadores de Piracanjuba não conseguiram, e ainda sentem orgulho quando veem na televisão a propaganda do novíssimo leite de bezerra Piracanjuba. Mas como os Belavistenses adoram cortar o barato dos Piracanjubenses, o argumento deles é que o nome dado à famigerada fábrica de leite, é por causa do Rio Piracanjuba e não por causa da curral cidade.

TurismoEditar

Turista nesse lugar... Tanto lugar no mundo melhor... Turistas vão só para apreciar a paz e tédio dos sítios mesmo. A maioria são pessoas que acham que ao visitar Piracanjuba poderão conhecer as fábricas que produzem as toneladas de queijo e litros de leite que abastecem os mercados do Brasil inteiro, mas esses turistas quando chegam em Piracanjuba encontram apenas um povo se lamentando de não ter mais a indústria na sua cidade.

Sobra como opção apenas visitar a Exposição Nacional de Orquídeas que ocorre todo maio, mas quem comparece naquela inutilidade?

De ponto turístico sobre só a praça do relógio, que é um inexplicável orgulho para os piracanjubenses, pois Piracanjuba possui a maior torre de relógio de papelão de Goiás.