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Desciclopédia β

Pensando por que o artigo está todo em itálico? Foda-se! Pense um pouco mais, idiota leitor.
Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.

Pisa é uma cidade europeia italiana da Itália. Por ser uma cidade italiana da Itália, fica em uma região italiana, a Toscana, daquela linguiça boa sabe? Não, não é a do mecânico da rua de baixo, é aquela que você compra no mercado para fazer um churrasco quando a avó vem lhe visitar. Ela é capital da província de Pisa (eles são criativos igual a estados do nosso país). Lá tinha a maior piscina de areia movediça do mundo até o século XVI, quando resolveram construir no lugar a Torre de Pisa.

HistóriaEditar

Tempos antigosEditar

Todo artigo de Pisa precisa possuir esta foto. Então, não reclame.

Pisa fica localizada na esquina de dois rios, Arno e Serchio, no Mar Liguriano, formando um banhado. Já que era um local de esquina, e ainda tinha uns peixinhos no banhado, uma galera com certeza ia querer fundar algo lá. Por isso, historiadores de renome como Olavo de Carvalho acreditavam que os gregos, os etruscos, os nazistas, os reptilianos ou até mesmo os próprios italianos fundaram Pisa. Então, ao escavarem uma valeta no centro da cidade, acabaram encontrando hieróglifos datados do ano passado, provando que foi uma aliança entre reptilianos e nazistas que acabou criando uma cidade, com três objetivos:

  • Um local de guarda para os reptilianos no planeta Terra, depois que uma tsunami engoliu Atlântida;
  • Um local para os nazistas tomarem banho no Mar Mediterrâneo, antes de invadir a França;
  • Um local que aceitasse cupons de desconto para comprar pizzas, linguiças Toscana e queijos coloniais genuínos.

Na Roma Antiga, Pisa já era referenciada como uma cidade antiga para caralho. Severo anotou na porta de seu banheiro que a cidade estava lá há mais de oito mil anos, sendo assim, alvo de inúmeros poemas e peças de teatro em sua homenagem. Nos mesmos escritos, encontra-se que Pisa era mais famosa que Atenas e Esparta, vista que ambas estavam destruídas por conta das guerras entre si, e mais desenvolvida que o Zimbábue e a Serra Leoa.

A Torre Original de Pisa. Como meses depois chegaram à conclusão de que aquilo não era uma torre, partiram para outro projeto. Atualmente este lugar é uma funerária na frente, e um açougue nos fundos.

Por ser uma cidade tão importante, ás margens do Mar Mediterrâneo, obviamente iam inventar algo de novo lá. O Imperador Otávio Augusto ordenou que fizessem algo em sua homenagem. Não uma estátua, mas algo de diferente. Um farol e uma torre para ele estava de bom tamanho. Fizeram um farol para ele, mas de tão afastado que era da cidade, ele acabou não tendo nenhum uso, pois ninguém ia lá acender. Na verdade, o único uso que teve foi o de ter barcos colidindo contra ele.

Daí partiram para construir a Torre. Infelizmente, o único lugar disponível no momento era um banhado, que mais parecia um lago de areia movediça. Já que Otávio, como pedreiro era um ótimo Imperador, ordenou que enchessem com caminhões de terra (não existiam caminhões na época, o negócio foi puxar em carrinho de mão) o local, e daí que construíssem a torre. Mesmo com um dos mestres de obra avisando que não daria certo, ele bateu o pé no chão, ficou de birra, e ordenou que seguissem em frente. Tudo para que aquele importante porto romano ficasse reconhecível a quilômetros de distância. Bom, realmente ficou bem reconhecível. Logo de cara, dava para perceber que ficou um pouco torto. Tudo piorou alguns anos depois, quando Zinedine Zidane, com seu Zidane Round Headbutt Strike aumentou o ângulo de inclinação da Torre. O interessante é que nunca ela cairá. Como aquilo lá é completamente feito de areia movediça (a terra há muito foi para o fundo), poderia eventualmente cair, se for com jeitinho. Mas como a areia é italiana, e italiano é putaqueparivelmente teimoso, tal evento nunca aconteceria.

Fim da Antiguidade e o Começo da Era MedievalEditar

Lombardi comprou a cidade no começo da Idade Média em troca de quatro Tele-Senas do Dia dos Pais.

Durante os últimos anos do Império Romano, Pisa não decaiu tanto quanto as outras cidades da Itália, apenas entortou um pouco. Pelo fato de estar todo mundo se ferrando, todas as cidades entraram em guerra civil, facilitando campanhas de captura militares por parte dos reinos formados depois do fim do Império Romano do Ocidente. Como todos estavam em uma orgia militar, Pisa ficou lá, tortinha em seu lugar, até que apareceu o reino do Lombardi, o qual ofereceu quatro Tele-Senas do Dia dos Pais em troca da cidade. Com o passar do tempo, não houve muita mudança. O porto era importante para eles na exportação de panetones e linguiças para outros mercados, o que na verdade nunca mudou. Ou seja, é algo totalmente previsível e, portanto, sem graça, igual seu pinto.

Em 774, com a vitória de Carlos Magno sobre os filhos de Lombardi, Pisa passou por uma crise (faltou trigo para o panetone e as pizzas), mas logo se recuperou. Politicamente, se transformou em uma migalha do Ducado de Napoleão. Em 930, se transformou em capital da região metropolitana de lá, o que não significava porra nenhuma, visto que as "cidades" ao redor dela eram umas cabanas mal-feitas (mas grandes, pra acomodar toda a famiglia italiana no fim de semana!). Algum tempo depois, Otto I, o Imperador do Sacro Império Romano-Germânico chegou lá, levado principalmente pelo odor dos peixes que estavam jogados no porto há mais de 2 meses, o que fazia com que Otto pensasse que haviam mulheres francesas lá, capturando assim a cidade.

Pisa foi a mais importante cidade da região por sete anos. Não sete dias. Portanto, esta imagem não tem nenhum sentido aqui.

Por não as ter encontrado, decidiu investir na cidade por algum tempo, transformando-a na mais importante cidade da região. Isto durou por sete anos. Quando Otto viu que não tinha nada lá, prosseguiu para conquistar a França. Em 1003, Pisa entrou em guerra contra Veneza, apenas porque seria legal uma guerra entre as duas cidades, para que fizessem pinturas e várias homenagens no futuro. Depois disso, enquanto os soldados voltavam para Pisa, os piratas Saracenos invadiam a cidade, mas não por muito tempo, já que os piratas acabaram contraindo artrite, artrose e bico de papagaio ao andar pelas ruas tortas de Pisa. No contra-ataque, invadiram o norte da África, mas os Saracenos não estavam lá, mas sim em Salerno. Então foram para lá, perdendo de lavada para isso. Como Pisa pertencia à Otto, assim como Salerno, ele eventualmente ficou sabendo, e mandou alguns de seus soldados para lá. Afinal, se os italianos não conseguiam nada, os alemães talvez conseguiriam. Então, os soldados alemães acabaram não encontrando os Saracenos, que já estavam saqueando Alagoas, mas sim um monte de Bizantinos nas costas Calabresas. O problema é que os Bizantinos eram russos de certa forma. Por ser uma guerra entre alemães e russos, os russos ganharam, capturando todo o Sacro-Império Romano Germânico. Pisa escapou, já que nem os russos aguentavam os problemas de coluna e o cheiro de peixe podre, panetone e pizza misturados.

Século XIEditar

Pisa ficou mais forte com o passar dos anos, graças ao Lico de Cair Pinto. Ficou maior, mais forte, e torta para o lado, se firmando como uma potência marítima, concorrendo lado-a-lado com Sri Lanka, Congo e Djibuti.

Por ser tão forte, a Repubbliche Marinare italiana (Otto já havia batido as botas fazia tempo, e a Itália pulou fora) acabou protegendo demais a cidade, construindo muralhas e outras coisas lá, a fim de proteger a cidade. As muralhas acabaram entortando e caindo dois dias depois. O lado bom disso é que elas caíram justamente na cabeça dos Saracenos, que continuavam a tentar invadir a cidade, sem nenhum motivo aparente. Putos da cara, resolveram contra-atacar, mas desta vez sem a ajuda de ninguém. Tomaram a Sardenha, a Sicília, Cartago e chegaram na Turquia.

O centro comercial de Pisa, em seu auge.

Naquele tempo, a cidade era um centro comercial muito importante. Os árabes do norte africano perceberam que o carregamento de peixe e pizza, após 15 dias sob o efeito das maresias e do sol forte, se transformavam em um forte alucinógeno. Assim sendo, Pisa também se tornava na capital das drogas na Eurásia. Isto levou a um círculo vicioso. Por terem grana demais, começaram gastando em mais navios, se tornando nos chefes do Mediterrâneo, controlando desde de tráfico, à cobrança de impostos e guerras.

CórsegaEditar

Foi nesta época que começaram a saquear as cidades que encontravam pelas frentes. Começaram viajando alguns milhares de quilômetros para encher o saco dos Saracenos. Então, começaram fazendo o caminho de volta, assaltando a Grécia, o Marrocos, a Iugoslávia, que depois se quebrou em vários pedacinhos, chegou em Veneza, afundaram e (logicamente) inundaram as ruas, foram descendo a costa leste italiana, passaram pra Sicília, dominaram toda a ilha, e subiram pra Córsega, antes de voltar para Pisa (pit-stop para reabastecimento).

O problema é que, faltando alguns quilômetros para chegar em Corsega, um dos barcos afundou. A galera se juntou nos barcos restantes, que acabaram ficando sem feijão combustível (trirremes tinham combustível!?), não tendo forças para chegar, ficando à deriva. Por sorte, um pivete da ilha viu eles no mar, e acabou chamando os outros pivetes de Córsega para tirar um sarro da situação. Minutos depois, adultos começaram a chegar, e finalmente outros foram de barco lá resgatar os infelizes de Pisa. Como uma pessoa com fome é capaz de aceitar tudo em troca de uma marmita, eles toparam se aliar com Córsega nas futuras incursões. Assim, invadiram a França (todo mundo faz isso), depois a Sardenha, e voltaram para invadir os Saracenos só para encher o saco, como sempre.

Soldados de Pisa, se preparando para dominar mais uma cidade, baseando-se puramente em sua própria bravura e banha músculos.

Em 1060, tiveram que invadir Gênova, pois alguns deles se mudaram para Pisa, instalando borracharias e outras coisas para se aproveitar das ruas tortas da cidade. Como se recusavam a pagar suas contas, eles foram lá invadir Gênova. Metade dos soldados não puderam chegar por conta dos problemas na coluna, mas os que restaram, conseguiram saquear a cidade.

Com o passar do tempo, Pisa foi ficando ainda mais poderosa no Mediterrâneo, nomeando seus próprios Cônsules, mensalões e afins. Seus navios invadiram a Turquia, ajudaram o Rei Carlos da Espanha a mandar Hugo Chávez calar a boca, na famosa frase Cquote1.png ¿Por que no te callas? Cquote2.png, participaram da primeira Cruzada, e capturaram Jerusalém em 1099. Quando perceberam, já queriam formar o Terceiro Império Romano, atacando o Acre, o Egito, o Iraque e a França, é claro. Nas cidades em que eles não saqueavam, o povo lhes garantia direitos especiais, como descontos nas casas da Luz Vermelha, em restaurantes ou nos pedágios. Chegando em Bizâncio Constantinopla, o Imperador Incensus II mandou um embaixador para os navios de Pisa. Constantinopla oferecia uma aliança militar com eles. Caso contrário, uma frota do Império Bizantino, já perto de Pisa, ia mandar tudo aquilo para os ares. Toparam e assim viveram felizes para sempre até o dia em que o Império Bizantino caiu, por conta de alguns pedreiros de Pisa, que foram chamados para Constantinopla para construir o novo palácio imperial.

DeclínioEditar

O declínio da cidade começou em 6 de agosto de 1284, quando a frota de Pisa, maior em número, acabou capotando quando Gênova os atacou por trás, obrigando que a frota de Pisa fizesse uma manobra. O problema é que os navios - já tortos, por serem de Pisa - acabaram capotando em pleno mar aberto. A frota de Gênova procedeu à cidade de Pisa para aproveitar e descontar tudo o que aquela cidade os obrigaram a se submeter. Ou seja, chegando lá, deram petelecos na zoreia do pessoal, chá de ceroula, soco na nuca, chute no coração, ovada na testa, entre outros.

O Porto de Pisa destruído.
Parte do Porto de Pisa que sobrou, sob a administração da Igreja.

Após tal evento, Pisa nunca voltou a seu glamour anterior. O porto foi destruído. Uma das metades que restaram foi vendida à Igreja, e a outra metade foi destruída posteriormente pelos fascistas. Esta metade foi reconstruída eventualmente no futuro, e é usada até hoje pelos locais. A Igreja, controlando o que restou do porto, mudou a economia da região. Agora ela mandava Bíblias, terços e água benta. O comércio de água benta parou um mês depois, já que todo carregamento sempre capotava no caminho em direção ao porto, pelas estradas de Pisa. Os tradicionais peixes, panetones e pizzas ainda eram importados e exportados, mas bem menos do que antes, para dar lugar a lambaris, vinhos (que quase sempre quebravam ao ser descarregados na cidade) e pães (que mais pareciam com tijolos ao chegar no destino). Em 1324, o Rio Arno mudou de curso, o que fez com que várias embarcações encalhassem e mais campos de areia movediça fossem criados. Tais campos fizeram com que a cidade ficasse mais torta do que o normal. Isto fez com que inúmeros lugares, como o Coliseo Monumentale e a Villa di Vitta, um Coliseu e uma vila nobre, respectivamente, acabassem afundando sob si mesmas, causando inúmeras mortes. Em outros lugares, as coisas entortaram mais, ou afundaram um pouco, ou pior - se nivelaram, o que fez com que os habitantes tivessem várias fraturas, já que a coluna deles já estava acostumada a andar torto. O Coliseo se transformou em um cemitério mesmo - o Camposanto Monumentale, e a Villa di Vitta se transformou na Villa di Mortti, já que as mansões se transformaram em cortiços, que acabaram trazendo uma onda de malária para a cidade.

Em 1315, tentaram brigar com Florença. Florença, sabendo que era melhor não fazer nada, não respondeu às provocações. Pisa ficou de birra até 1406, quando xingaram os habitantes de Florença de feios, bobos, chatos e cabeças-de-mamão. Isto despertou a ira dos habitantes locais, que obrigaram a Marinha de lá a invadir Pisa. Acabaram retornando com hérnias de disco e uma vitória a mais.

Mais decadente do que nunca, parte do que restou do porto de Pisa teve que ser fechado, já que o mar estava recuando (na verdade, Pisa bebeu muito vinho um ano antes e acabou ficando meio bêbada, e tropeçou um pouco no continente). Neste mesmo momento, o Rei Baguette VII da França resolveu invadir a Itália. Pisa aproveitou a oportunidade e se auto-declarou Estado Neutro, assim como a Suíça.

Típico soldado de Florença, depois de seus primeiros 10 minutos em Pisa. Quase ninguém aguentava ver tudo torto, ou então o cheiro de peixe do porto.

Mas a liberdade não durou muito tempo. Quinze anos depois, os saracenos voltaram para Pisa, saqueando tudo novamente (porra, de novo isso). O pessoal de Florentina, Florentina, Florentina de Jesus, não sei se tu me amas, pra quê tu me seduz? Florença aproveitou e anexou a cidade aos seus domínios. O bom é que a cidade começou a receber investimentos, já que o porto de Florença havia sido fechado porque haviam esquecido a chave para reabrir. Então reconstruíram o porto de Pisa, e aproveitaram para construir uma Universidade lá, para que desta forma, pudessem ganhar uns trocados a mais com o ProUni do governo. Como o programa só existia no Brasil, que nesta época nem foi descoberto, Florença acabou tendo prejuízos demais, pulando fora de Pisa, e deixando a cidade a ver navios (literalmente).

O Porto de Pisa atualmente, um exemplo de eficiência e tecnologia avançada.

Depois disso nunca conseguiram nada de importante, continuavam com os seus negócios de sempre, como borracharias, reparos em construções, cirurgias de correção de problemas de coluna, e exportação de produtos da cidade.

Posteriormente, Galileu Galilei nasceu na cidade, o cara que achava que a Terra era redonda (a única razão, segundo ele, pela qual a cidade não caía aos pedaços de uma vez), e que ficou com o orifício anal na mão quando a Igreja o ameaçou de herege na Inquisição, e que no final acabou afirmando que ele não sabia de nada.

GeografiaEditar

ClimaEditar

Pisa, por estar no Mediterrâneo, tem o clima dele. Ou seja, é igual o Nordeste. A diferença é que lá chove, e eles compram as coisas em euro.

HidrografiaEditar

Mais um dia calmo nesta bela cidade italiana, às margens do sereno Mar Mediterrâneo.

Pisa possui algumas valetas a céu aberto, e o Mar Mediterrâneo.

RelevoEditar

Esperava o quê? O Himalaia? O relevo da cidade é litorâneo, ora!

Pontos turísticosEditar

Esta é uma imagem de um cemiterio qualquer. Como uma foto do Camposanto Monumentale seria mais ou menos a mesma coisa, não faria diferença.
Um dos afrescos renacentistas de Santo Stefano dei Cavalieri. Clique na imagem para visualizá-la em melhor qualidade, e assim, admirá-la em todo o seu esplendor.

Enquanto que a Torre de Pisa é a coisa que o pessoal mais se lembra, ao mencionar a cidade (assim como quando se menciona Bahia, se lembra de vadiagem, ou quando se menciona Rio de Janeiro se lembra do Cristo Redentor e de putaria), existem coisas mais interessantes do que uma torre torta no meio da cidade.

Tais locais mais interessantes incluem:

  • O Camposanto Monumentale, um cemitério gigantesco. Lá tem de vítimas da Inquisição Espanhola, nazistas, pizzaiolos, indigentes, drogados, góticos e outros.
  • A Praça dos Cavaleiros possui um monte de pombos, vendedores de pipocas e tocadores de acordeon italianos, com seus macaquinhos. Possui também uma bela fonte no melhor estilo romano, onde os mendigos vão lá tomar banho.
  • A praça supracitada possui a Igreja de Santo Stefano dei Cavalieri. Originalmente era só uma capelinha, mas foi crescendo conforme o Vaticano depositava seus dobrões por lá na Idade Média. Ela possui um busto de Donatello, famosa Tartaruga Ninja, e pinturas de Donkey Kong, João Sem-Braço e ET do Panamá. Possui também muitos desenhos em papel sulfite feito por criancinhas no século XVII, reproduzindo heróicas batalhas navais contra os Turcos. O que as crianças não sabiam era que eles haviam perdido tais batalhas.
  • Perto da Praça tem também a igreja de São Sexto. Ele é conhecido na cidade por ser o santo protetor dos sindicalistas italianos. Obviamente ele apenas protege os sindicalistas italianos, pois, se protegesse os brasileiros, um certo alguém não teria quatro dedos.
  • Igreja de São Fred, erguida em 1061. Tem alguns desenhos, e umas pinturas. Tudo ao estilo romano.
  • Existem atualmente mais três igrejas, mas como são todas iguais, nem vale muito a pena ficar mencionando as suas características aqui.
  • O Orto botanico di Pisa é o jardim mais antigo de uma Universidade europeia. Isto significa que o mato já tem vinte metros de altura, os sapos possuem dois metros de comprimento e as goiabas, larvas de 50 centímetros.
  • O Palazzo Reale, ou o Palácio Real, era onde Galileu Galilei mostrava aos nobres da região que a porra do planeta Terra não só era redondo, como também existiam outros planetas. Foi construído por Pavarotti e Médici em 1559, e depois sofreu algumas reformas, como uma pintura nova, e um lixamento na estátua do pênis de Davi, na frente do pseudo-palácio.
  • O Palazzo Gambacorti está abandonado há 200 anos, por conta de uma infestação de gambás lá dentro.
A biblioteca do Palazzo Agostini é conhecida pelo esmero no qual lhe é conferido, além das inúmeras obras em impecável estado de conservação em que lá se encontram.
  • O Palazzo Agostini é um palácio no estilo Gótico, utilizado por certos adolescentes de Pisa para eventos noturnos, nos quais constituem-se principalmente na ingestão de bebidas alcoólicas, drogas, sexo e brincar de ser satânico, até chegar a mamãe para buscá-los.
  • O mural Tuttomondo, feito em 1989, era uma pintura artística feita por Luigi. Atualmente não se pode ver mais nada da obra original, visto que metade dela foi arrancada para macumba, e a outra metade está completamente pichada.
  • A Piazza del Duomo, ou Piazza del Miracoli, nada mais é do que uma pracinha com a Torre, o Camposanto, o Spedale Nuovo di Santo Spirito (um ex-hospital, ex-hospício, ex-açougue) e uma igreja. É uma típica praça de SimCity, no qual você junta todas as coisas legais em um lugar só.

Pisa também possui vários museus:

  • Museo dell'Opera del Duomo expõe esculturas de massinha de modelar feita por artistas toscanos, em troca de alguma graninha proveniente de turistas.
  • O Museo delle Sinopie mostra uma arte o tanto quanto estranha, visto que expõe obras roubadas e recuperadas do cemitério monumental. Desde de placas de bronze, até velas de sete dias com galinhas pretas na encruzilhada.
  • O Museo Nazionale di S. Matteo exibe esculturas e pinturas dos séculos XII até XV. Possui desde de odes às Cruzadas até manuais da Inquisição de como fritar uma bruxa ao molho Quatro Queijos.
  • Museo Nazionale di Palazzo Reale, localizado na garagem do Palazzo Reale, mostra as laranjas mumificadas que Galileu havia usado para convencer os nobres, protótipos de telescópios, estátuas quebradas pelos pirralhos do século XVII que agora não são tão pirralhos assim, e o caroço da maçã que acertou a cabeça de Newton.
  • O Museo Nazionale degli Strumenti per il Calcolo é o paraíso dos nerds de todo o mundo. Possui desde a primeira calculadora HP utilizada por Einstein, como o ábaco usado por Baskara para chegar àquela fórmula que você sabe de cor (se não sabe, saia daqui e vá estudar!). Possui também o compasso usado por Jack Sparrow para acertar no olho de alguém da Coroa Britânica, a primeira prova que Pitágoras colou na faculdade, entre outros.
  • Para finalizar, o Museo di storia naturale e del territorio dell'Università di Pisa, localizado em um cemitério a alguns quilômetros do centro da cidade, possui alguns corpos que os estudantes de Medicina da Universidade de Pisa roubam para brincar de necrofilia, e alguns fósseis de dinossauros, usados pelos cachorros dos mesmos para seu próprio lazer.

Pisa hospeda a supracitada Universidade de Pisa, na qual é conhecida pelos cursos de Gastronomia, por ter criado uma linguiça toscana de soja transgênica, Engenharia Civil, por ter criado a Torre de Pisa, Matemática, por ter fornecido auxílio aos engenheiros na construção da Torre, e aos cursos de Ciência da Computação e Engenharia da Computação, que ficaram jogando Counter-Strike ao invés de conferir os cálculos dos pedreiros engenheiros civis no computador.

O pessoal de Administração deu a ideia de construir uma torre de vidro e aço de 57 metros, projetada por Oscar Niemeyer. Como uma torre ondulada e torta, feita de vidro branco não daria muito certo em Pisa, resolveram contratar alguém do próprio setor de Engenharia da Universidade para fazer a obra. Ela iniciou em 2004 e terminou em 30 de março de 2008. No dia 1º de abril, ao ser inaugurada, ela inclinou demais e caiu. Os filhos dos habitantes locais retiraram o vidro para produzir cerol, e o metal retorcido foi distribuído para os museus locais, como sendo arte abstrata.

IgrejasEditar

A Torre dei Motumbo, em sua puberdade. Ela continuaria a se desenvolver no futuro, até chegar na forma atual (Não vamos colocar a foto atual, pois sabemos que você está no trabalho e não pode ver putaria. VÁ TRABALHAR!).

Pisa, como toda cidade italiana, possui um monte de igreja católica, todas elas antiquíssimas e já tombadas pela UNESCO. As igrejas homenageiam São Francisco, Santa Catarina, São Nicolas, São Paulo e São Nunca, entre outros. Ultimamente existem algumas casas sendo transformadas em igrejas evangélicas, mas não fazem muito sucesso, visto que italiano é fã do papa mesmo.

Palácios, Torres e VilasEditar

  • Palazzo del Collegio della Puttaria: - Criado no século XVI, como o primeiro colégio no mundo a unir a educação de moças e rapazes em uma mesma sala. Os resultados foram diferentes daqueles esperados: ao invés de um aumento no rendimento escolar e economia de 40%, tiveram um aumento na taxa de natalidade de 40%.
  • Palazzo della Pizza: Criado no século XVIII, em homenagem à cozinha tradicional italiana. Inspirou certas construções governamentais na América do Sul.
  • Palazzo delle Veidovo: Não é um palácio, mas sim, um cabaré administrado por um senhor dono de um armazém da região, conhecido por vender ovos laranjas. Sim, é por esta razão estúpida mesmo.
  • Torre dei Mottumbo: Uma torre de 40 metros, totalmente negra. Dizem que Bengallenus Mottumbo está enterrado bem debaixo da Torre.
  • Villa di Mortti: Conhecida lá por Rio del Januario, é terreno disputado entre a Máfia italiana. Cosa nostra, cazzo!

Pessoas Importantes de PisaEditar

Um típico habitante de Pisa. Cquote1.png Estou ao lado deste poste para evitar que ele caia na cabeça de algum transeunte. Cquote2.png

Falta de TransportesEditar

AeroportoEditar

Pisa possui o Aeroporto Benito Mussolini. Ele funcionou por três dias, visto que os aviões capotavam para decolar ou pousar da pista com 70° de inclinação. Hoje em dia, é usado como pista de arrancada para carros da Nascar.

ÔnibusEditar

Os serviços de transporte público de Pisa são reconhecidos mundialmente pela sua segurança.

O serviço municipal de transportes é administrado pela esposa do prefeito. Existem duas linhas, uma que leva do porto até o centro da cidade, e outra que leva do centro até as favelas periferias da cidade. Atualmente as linhas demoram 4 horas para fazer seu trajeto, já que costumam tombar no caminho no mínimo quatro vezes a cada corrida.

TremEditar

A cidade possui três estações: a Pisa Centrale, a Pisa Aeroporto e Pisa na Unia Incravatta.

Pisa Centrale é a estação principal. Ela conecta Pisa com um manguezal, Gênova, Turim, um lixão Nápoles, Livorno e Florença. Atualmente ela afunda na taxa de 2cm/ano, sendo completamente tomada pela areia movediça antes de 2012.

Pisa Aeroporto conecta a Pisa Centrale ao Aeroporto. O problema é que o Aeroporto Benito Mussolini foi fechado, porque metade da pista afundou, e a outra metade está inclinada em 70°.

Pisa na Unia Incravatta é uma coisa que dói pra caramba uma estação aberta em 1992, conectando a Pisa Centrale ao porto da cidade. É conhecida pelo fedor de peixe que infesta a região.

CarrosEditar

De Pisa, existem saídas para Livorno e Gênova. As borracharias e concessionárias de Pisa são especializadas em suspensões, visto que as ruas de lá são mais esburacadas e tortas que as rodovias federais brasileiras.

EsportesEditar

Pisa possui um time local, Pisa Mato, da 4ª divisão italiana. Seus jogos são disputados em um campinho de lodo. Fora isso, possuem campeonatos periódicos de sinuca, Counter-Strike e bola de gude.

Eventos CulturaisEditar

  • Brioco del Mondo: um evento de folclore italiano. Isto significa basicamente todo mundo se vestindo de romano, enchendo a cara de vinho, estuprando virgens para lembrar de Afrodite e soltar um imigrante no meio dos leões, apenas em nome da diversão.
  • Luminara di Nono: Pisa possui um farol, que normalmente ajuda a guiar os pescadores na tempestade. Por motivo de gastos, tiveram que deixá-lo apagado por todo o ano, acendendo-o apenas uma vez por ano pelo homem mais velho da cidade, Matusaleni. Neste dia, os barcos, que antes se chocavam e afundavam por não saber onde se orientar, agora se chocavam e afundavam por ver a "luzinha no céu" e não olharem onde navegam.
    Peixes saudáveis, para a festa delle Antiche Pesce Marinare.
  • Regate delle Antiche Pesce Marinare: Uma festa tradicional, que ocorre no equinócio de primavera. Os pescadores geralmente pescavam os peixes e os deixavam no cais para venda, sob o calor insuportável. Já que além do calor, um fedor insuportável infestava a cidade, as donas-de-casa resolviam jogar limões por cima dos peixes para abrandar. Assim nascia o prato Peixe Marinado, conhecido pela tua mãe. Todo equinócio de primavera, os pescadores fazem a mesma coisa: infestam a cidade com o fedor de peixe, e a mulherada vai jogando limão em cima dos mesmos. Posteriormente, as moscas se reproduzem em cima dos peixes e infectam os habitantes, que comem este pitoresco prato.
  • Premio Nazionale Jontex Júnior: Como não poderia deixar de ser, a Jontex Júnior havia montado uma filial de vendas, já que Pisa oferecia um porto com grande suporte de distribuição pelo Mediterrâneo. Pela importância da empresa, decidiram criar algum prêmio inútil. Tal prêmio honra os maiores avanços científicos da cidade. Nos últimos quatorze anos, o prêmio foi para Manolo, o padeiro, pois ele conseguiu criar um pão revolucionário com frutas cristalizadas com os mais variados tamanhos, e algumas versões com chocolate e outras coisinhas legais.
  • Festival dos Livros de Pisa: Haviam organizado em 1891 um festival de leitura em Pisa, em nome da cultura dos habitantes. O que os organizadores não sabiam, era que 97% da população era analfabeta. Quando os mesmos chegaram perto dos livros, começou uma guerra de livros: alguns jogavam cópias impressas de enciclopédias altamente renomadas a nível mundial na cabeça dos outros, faziam aviões e bolinhas de papel com as folhas e ficavam assim até não restar mais nada. Como aquilo foi legal, os organizadores resolveram repetir isto até hoje.
  • Metarock: É parecido com um Rock in Rio, mas em Pisa e com bandas de homem. Isto quer dizer que são bandas de viking metal, death metal, black metal e afins. As bandas que fazem mais sucesso entre os metaleiros de lá vem de outros países também, e incluem Cine e Fresno, como exemplos de bandas de macho brasileiras.

Cidades-irmãsEditar

A arquitetura feita por alguém de Pisa pode atualmente ser encontrada em várias partes do mundo. Acredita-se que o edifício Palace II, de Sérgio Naya, tenha sido projetado por alguém de lá.

O conceito de cidades-irmãs surgiu em alguma época, a qual ninguém se importa. Consiste em uma ajuda entre duas diferentes cidades em busca de um avanço em comum. No caso de Pisa, foram buscar ajuda em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, para buscar pedreiros para construir a Torre de Pisa. O prefeito italiano achava que a experiência do povo de Corumbá com manguezais poderiam ajudá-los no lago de areia movediça. Em troca, uma pizzaria seria instalada no centro de Corumbá. A pizzaria fechou por conta dos assaltos, e a Torre... Bem, vocês sabem.

Outra cidade irmã é Acre, localizada em Israel. Infelizmente, nunca conseguiram um contato com a cidade, pois não sabiam onde ela ficava.