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Poço Redondo

Poço Redondo é um quase fim de mundo (Canindé de São Francisco é o fim do m,undo definitivo) localizado nos confins de Sergipe, com o meio do nada à sul e oeste, algumas plantações de cana a leste e Canindé de São Francisco ao norte.

Índice

HistóriaEditar

 
Todo o visível desenvolvimento da boa impressão que uma típica rua de Poço Redondo nos causa.

Os primeiros registros de alguma coisa acontecendo naquele território datam de 1877, quando um assentamento de nome Cu Ralinho surgiu nas margens do rio São Francisco, no lado sergipano, que para competir com a indústria da cachaça do lado alagoano, construíram ali um famoso puteiro cujas quengas eram conhecidas por aceitar sexo anal fácil, o que inclusive justifica o primeiro nome de tal povoado.

Na medida que o puteiro de Cu Ralinho ia ganhando má fama, pessoas de bons costumes foram adentrando o interior para fugir desse território, na sua maioria gente sem instrução humilde e batalhadora que foram seguindo afluentes do São Francisco, e assim em 1902 é criado o povoado de Boceta de Cima nas margens do rio Jacaré Banguela, e 1 Km de distância dali foi criado Boceta de Baixo. Foi neste território inóspito que o famoso cangaceiro Lampião encontrou a sua fatídica e trágica morte, vitimado pelo tédio, após traçar bos quengas em Caruaru e dançar xaxado em Serra Talhada, chegando em Poço Redondo os cangaceiros não tinham nem o que assaltar, o seu hobby favorito, e morreram todos de tédio. Em homenagem a tal ocorrido o governo federal brasileiro e o estadual sergipano prometeram nunca mais auxiliar Poço Redondo, para que ele sempre continuasse a miséria a qual o famoso Lampião encontrou.

Em 1956 os povoados de Boceta de Cima e Boceta de Baixo se unem formando o município de Boceta Redonda, que para fins não ofensivos teve o nome modificado para o oficialmente Poço Redondo, por isso não há nenhum poço lá, a cidade que é um buraco em si mesmo.

GeografiaEditar

Poço Redondo é o maior município em área territorial de todo o Sergipe, fato este que significa algo entre porra nenhuma ou nada de mais, pois seus 1.212.461 km² de área são só sertão, cacto, riachos secos, caveiras de boi e essas misérias que parecem na televisão quando alguém decide fazer reportagens nas proximidades da Puta que o Pariu para mostrar como o Brasil ainda é uma merda.

Passa pela cidade o denominado rio Jacaré, embora a sua condição de devastado o deixe como sendo, conforme órgãos especializados, irreconhecível como "rio", sendo mais correto geograficamente falando utilizar o termo "valeta" para se referir a tal suposto rio, que aliás não tem jacarés e recebeu esse nome em homenagem a um bordel das proximidades que tinha o nome de "Jacaré Banguela" em alusão à especialidade de suas quengas.

EconomiaEditar

Poço Redondo orgulha-se de ter o pior IDH de um dos estados com o pior IDH do Brasil, um feito e tanto e que requer muito esforço por parte das autoridades, afinal não basta só ficar parado sem fazer nada, tem que gastar o dinheiro mal e deixar tudo largado às traças para uma população conformada que se receber uma esmola já está plenamente satisfeita.

PolíticaEditar

Poço Redondo é como o seu nome sugere, simplesmente um poço, um buraco, um abismo, politicamente falando. A administração municipal age ano após ano com maestria para fazer a manutenção de que o município sempre faça jus à sua alcunha de "poço", um profundo e obscuro, que é a a escuridão do caos administrativo que impera, não importa o prefeito, afinal ninguém tem instrução mesmo para compreender o básico de como se administra um lugar.

CulturaEditar

Como não há escolas no município (os casebres caindo aos pedaços, precários e repletos de professores semi-analfabetos os quais a prefeitura denomina de "escola" não são consideradas como tal pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura como tal), a única coisa que mais se assemelha a uma "cultura" nessa cidade é uma certa admiração pelo cangaço e um sonho de ser bandido igual Lampião e sua turma.