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Pointe-Noire

Pointe-Noire é uma cidade-departamento da República Não-Democrática do Congo e portanto não tem muito de importante a se contar, o que torna a confecção deste artigo algo complicado.

HistóriaEditar

 
Cidadão de Pointe-Noire exibe com o orgulho o cu do mundo, localizado no quintal de sua casa.

Como todos sabem, o fundador de Pointe-Noire foi Cristóvão Colombo que em 1492 estava viajando para as Índias mas no caminho não viu problema nenhum em abrir uns botecos na costa africana. Uma dessas biroscas foi Pointe-Noire que na língua francesa significa "Point dos Manos" (ou Ponto dos Negros no português de Portugal).

Em 1910 com a criação da África Equatorial Francesa Pointe-Noire era o único porto dessa budega de país, e por isso os franceses foram gentis o suficiente para construírem uma estrutura ferroviária ligando Brazzaville à Pointe-Noire, mas como os congoleses não são acostumados com essas coisas tecnologicamente muito avançadas, eles preferiram expulsar os franceses, declarar a independência e entrar numa guerra civil interminável.

Depois disso, o único fato marcante nessa cidade ocorre em 1985 data de uma apresentação de Gretchen com a Conga la Conga.

EconomiaEditar

O centro econômico de Pointe-Noire é sua indústria pesqueira e petrolífera, além do porto muito importante para trazer todas as AK-47 de fabricação chechena, afinal não teria graça uma guerra civil sem uma dessas.

Para pagar estas importações, o governo congolês paga os oligopólios russos com petrodólares depositados em bancos suíços.

PopulaçãoEditar

Devido à guerra civil do Congo em 1999, inúmeros habitantes de Lékoumou, Niari, Bouenza, e Pool emigraram para Pointe-Noire elevando a população local para 2 milhões de habitantes, mas como a maioria deles em seguida embarcaram em botes rumo à Porto Rico onde lhes foi prometido empregos como garçom, por isso a população hoje é de 445.000.