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Porto da Folha

Porto da Folha é uma pequena corrutela de nada e sem importância isolada em algum lugar inóspito do interior de Sergipe, sendo mais uma dessas cidades de margem do rio São Francisco e que apesar de ser um vilarejo muito ruim acaba mesmo assim virando ponto de referência e metrópole local porque pelo menos água tem naquela região inóspita de sertão, mesmo que de má qualidade, visto que o rio está todo maltratado, assoreado, sem peixes direito mais e cagado.

Índice

HistóriaEditar

 
Por algum motivo alguém disse que essas ruas de Porto da Folha que mais parecem uma favela são bonitas e devem ser preservadas como centro histórico.

Porto da Folha surgiu em 1807, quando um estelionatário de Propriá vendeu uma fazenda nas margens do rio São Francisco, mas deixou em letras miúdas no contrato que tais terras na verdade ficavam a 30.000 léguas rio acima. O vencedor de tal concurso e comprador destas terras, porém, decidiu sim ir se estabelecer nas proximidades da Casa do Caralho (região hoje denominada de "Sertão Sergipano"). Era tão isolado que em 1821 já era uma freguesia separada de Propriá, que na verdade nunca soube da existência de tal vilarejo isolado a oeste.

Até 1841 o nome oficial da região era de Curral do Buraco por motivos óbvios, afinal a cidade é um buraco (orifício anal), as ruas da cidade são uma buraqueira, a mente dos cidadãos é vazia como um buraco e o rabo das putas é um oco como um buraco, e por isso mesmo após séculos de mudança de nome, os nativos locais ainda são chamados de buraqueiros até hoje.

EconomiaEditar

Porto da Folha é uma cidade nordestina pobretona de interior do sertão, não podendo se esperar nada de bom vindo dali de forma que a economia baseia-se inteiramente na bovinocultura de bois magros para a produção de charque e exploração semi-intensiva de leite, o que resulta num PIB desprezível de 164.329 reais, ou seja, juntando a cidade inteira dá para comprar uns 2 carros populares importados. Diz que o IDH é alto, mas um dos mais baixos do Brasil.

CulturaEditar

Por ser uma cidade isolada e habitada sobretudo por pessoas sem instrução, o povo local tem orgulho de dizer que a principal atividade cultural deles é maltratar animais indefesos em algo denominado de "vaquejada". Tal atividade consiste em boiadeiros, por completa falta do que fazer, maltratar bois e cavalos sem qualquer motivo, apenas por sadismo gratuito mesmo. A parte mais interessante de tal ato nefasto é que a população local realmente acha que ficar fazendo isso todo o ano contribui para a economia do município, por mais que tudo esteja sempre abandonado e precário na cidade.

TurismoEditar

Não há turismo nessa cidade, até porque para chegar nela só é possível de barco, no máximo esperar a época da vaquejada para apreciar os peões da cidade judiar de animais e assim o turista se comprazer em seu sadismo.

Em termos de ponto turístico há o centro histórico, que lembra qualquer favela das principais metrópoles do país, com ruas repletas de gambiarras e casebres caindo aos pedaços com suas enormes antenas parabólicas, porém todas estas casas pintadinhas de cores diferentes umas das outras. Outra opção de ponto turístico seria visitar a Igreja da Ilha de São Pedro, num local ermo e isolado e ser devorado vivo por mosquitos.

Há ainda no território do município a Aldeia Xokó, única aldeia de índios reconhecida de Sergipe, os turistas são bem vindos porque senão os índios não terão para quem vender suas quinquilharias.