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Propriá

Propriá é só uma cidade sem importância localizada no final de Sergipe e começo de Alagoas, e que muito embora tenha tamanho suficiente para ser apenas um povoado de Penedo, uma micro-cidade alagoana, para os baixos padrões sergipanos Propriá ainda consegue ser a 14º maior cidade do estado.

Índice

HistóriaEditar

A data de doação das terras onde hoje ficam Propriá é de 1590, mas como só haviam índios ali, os proprietários originais que receberam tais terras da coroa portuguesa enviaram uma carta para seu soberano com a singela pergunta "Acaso pensas ser o rei da Grécia para nos dar um presente de grego como afiguram ser tais terras no meio do nada, ora pois?" e posteriormente estes donos jamais apareceram para ocupar a região. Sem domínio português, aquelas terras foram ocupadas por tribos indígenas que fizeram livremente a grilagem das terras, onde ergueram suas ocas (barracos) e gente desafortunada por ali se aprochegou.

Inicialmente o nome de tal povoado de baixíssima infra-estrutura era Urubu de Baixo, que era neste começo apenas um bairro distante de Penedo em Alagoas. Por estar se tratando de um povoado isolado no meio do nada, não custou nada em 1718 elevar o povoado ao status de freguesia (nome mais bonito para algo como um 'povoado" ou "corrutela"), e em 1801 passou a ser chamado de vila.

O século XX foi de grande prosperidade, não porque o território de Propriá era algo de mais, mas porque Sergipe havia acabado de ser inventado e ele era praticamente a única cidade existente no local, pois antigamente era de Alagoas. Porém, como era uma cidade formada por baianos, como todo or esto de Sergipe, logo Propriá se acomodou e entrou em decadência, até tornar-se a cidade inútil da atualidade.

GeografiaEditar

 
A famosa Ponte Incompleta sobre o Rio São Francisco de Propriá, símbolo de que ali começa a Bahia.

Propriá é uma das tantas cidades brasileiras localizadas nas margens do rio São Francisco, esta no lado sergipano de suas águas, sendo uma rara exceção de cidade que soube se posicionar bem e não passar o resto do ano reclamando da seca no sertão. O povo agradece o abastecimento de água proporcionado pelo rio cagando nele literalmente, assoreando seu leito com suas fezes, numa última tentativa de destruir este rio que desde sua nascente só é maltratado. Seu principal bairro é Porto Real do Colégio, atravessando a ponte.

EconomiaEditar

Propriá já foi o segundo mais rico município de Sergipe, numa época em que só existiam duas cidades no estado, e atualmente após uma decadência é apenas o 22º mais rico município sergipano dentre os 22 existentes. A sua economia baseia-se, conforme estudos, em porra nenhuma, porque o habitante de fora que chega na cidade encontra um povo apático, preguiçoso e que nunca está fazendo nada além de vagabundear e reclamar do governo municipal, estadual e federal, havendo registros de quem reclama que o bolsa-família podia dar mais dinheiro.

TurismoEditar

Por ser uma cidade sem graça no meio da BR-101 ela é apenas ponto de passagem de quem está viajando na rodovia, não sendo recomendável parar nessa cidade sob riscos de morte por tédio.

Todavia, a cidade até tem o seu ponto turístico muito curioso, que é a Ponte Incompleta sobre o Rio São Francisco, considerada uma das 7 obras que foram feitas com mais preguiça em todo mundo, atraindo portanto muitos curiosos que desejam apreciar até que ponto pode chegar a preguiça humana. Como Propriá está na entrada da Bahia do ponto de vista de quem está vindo de Alagoas, a ideia foi construir uma ponte que tivesse apenas 15% de seus arcos construídos, deixando todo o resto de sua estrutura sem arcos de propósito, por preguiça mesmo, afinal chegamos na Bahia.