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Prostíbulo

Alain Prost, detentor dos direitos autorais do termo Prostíbulo

Cquote1.png Olha que eu já ia pensando coisa errada… Cquote2.png
sua mãe, ao ouvir você falar um nome tão impróprio
Cquote1.png Postrib… Como é que é mesmo? Cquote2.png
Carla Perez sobre prostíbulo
Cquote1.png Minha casa! Cquote2.png
Mãe Joana sobre prostíbulo
Cquote1.png Minha casa… Cquote2.png
ET sobre prostíbulo
Cquote1.png Você quer que eu vá aonde, seu tarado?! Cquote2.png
namorada de Alain Prost sobre prostíbulo
Cquote1.png Minha casa? Cquote2.png
Alain Prost sobre prostíbulo

Índice

EtimologiaEditar

Ao contrário do que muita gente pensa, o termo Prostíbulo vem da palavra Prost, e refere-se ao tipo de habitação que os Prost usam para viver. A casa onde as prostitutas, meretrizes e cafetinas vivem chama-se, comumente, Zona; muito diferente da palavra Prostíbulo. A confusão deve-se, provavelmente, à zona que Alain Prost costumava fazer na Fórmula 1, quando Ayrton Senna o deixava para trás.

EtiniaEditar

Arquivo:Gizé pyramids.jpg
Arqueólogos alemães, depois de 30 anos de trabalho (e 951.862.3477139… garrafas de cerveja) encontraram o local onde esconderam o nariz o primeiro Proust

Os Prost são uma raça francesa que vive na França e fazem coisas francesas, como reclamar de tudo, tomar vinho francês e comer porções minúsculas caríssimas, reclamar de tudo, não tomar banho e usar perfumes caros, reclamar de tudo, fazer greve e menosprezar os americanos e reclamar de tudo. Afora isso, eles também reclamam de tudo.

Os Prost, como todo bom francês, adoram morar numa casa chique com o banheiro trancado a cadeado. Porém, devido a um detalhe anatômico que passa de geração a geração através do DNA, além do banho, o nariz também não cabia na casa. Isso causava sérios problemas. Nos dias de festa em que se reuniam vários Prosts no mesmo local e todos os seus narizes ficavam de fora, qualquer respirada mais forte causava falta de ar aos transeuntes nas ruas próximas. A festa de casamento de Marie Josephine Proust, 124ª na dinastia Prost, reuniu tanta gente da família que houve falta de ar generalizada em Paris. De acordo com um relato cifrado escondido no livro Código da Vinci, as festas dos Proust matavam quase tanta gente quanto a Peste Negra.

Incomodados com isso, os demais franceses foram reclamar (sempre) ao Rei Louis ⅩⅬⅤⅢ que ordenou aos cientistas do reino que resolvessem o problema. A primeira sugestão foi guilhotinar os narizes dos Proust, logo descartada porque não haveria lugar em Paris para colocar tantos narizes — alguns afirmam que não haveria lugar no mundo. Como a solução demorava, os franceses se revoltaram e fizeram mais uma greve. Ao saber que o motivo era a falta de ar, a rainha francesa Maria Antonieta pronunciou sua célebre frase: “S’ils n’ont plus de l'air, qu’ils respirent de la brioche” (“Se eles não tem ar, que respirem brioches“ — tradução aproximada); que irritou profundamente os franceses. Isto bastou para o início da Revolução Francesa, cujo lema era: Liberté! L'égalité! Fraternité! Et l'air pour respirer!

Finalmente, depois de mais um quebra-quebra nas ruas de Paris, os arquitetos da moda de Paris encontraram uma solução: em lugar do banheiro, construiriam uma sala enorme (e põe enorme nisso!) para os narizes. Aproveitariam a tubulação de água dos chuveiros para, em vez de criar teias de aranha, bombear o legítimo ar parisiense para que eles pudessem respirar sem asfixiar metade da população francesa.

  Se eu tivesse nariz, não teria dado uma cabeçada no Materazzi.  
Zidane sobre sua última jogada numa Copa do Mundo

ProustEditar

 
Close de um Proust — Obviamente, o restante não coube na imagem

Os Prost são uma antiga raça francesa, mais antiga que a bisavó do primeiro faraó do Egito (se é que já existiu faraó fora do Egito). A raça é tão antiga que um dos Proust conheceu Dercy Gonçalves quando ela ainda era uma menina.

O primeiro Proust de que se tem notícia foi o 4474 ProustProust, um asteroide do cinturão de asteroides (aquele monte de astros doidões que vivem na maior rave entre Marte e Júpiter).

  Asteroide não tem mais acento, segundo a nova ortografia da Língua Portuguesa: as-te-roi-de. É isso aí.  
Prof Pasquale Cipro Neto sobre 4474 Proust

Reza a lenda que o asteroide tinha o formato de uma bola com uma pirâmide entre os olhos e a boca. Ao cair na terra, o asteroide causou a extinção quase completa dos dinossauros (sobraram apenas a Dercy Gonçalves e a Hebe Camargo). Segundo fontes secretas do Pentágono, os dinossauros não morreram com o impacto do ASTEROIDE, cáspita! sobre a terra; eles teriam sido assassinados por 4474, que lhes deu queijo estragado na janta — o motivo seria que os animais não conseguiam pronunciar direito as palavras em francês.

Do cruzamento do 4474 com um tamanduá, nasceu Joseph Louis Proust[1]. Foi químico na juventude, tendo inventado a fórmula secreta da Schin, cerveja que contrabandeou aos alemães na Segunda Guerra Mundial, o que deixou os alemães mais doidos que biba desvairada no carnaval e eles resolveram invadir a Moscou em pleno inverno Russo — Na Rússia o inverno esfria você; segundo a Reversal Russa). Por mais genial que fosse, Joseph Louis Proust não teve muito sucesso na França, sendo discriminado por muitos de seus conterrâneos que acreditavam que seu prenome, Joseph, fosse americano.

Devido à perseguição, acabou fugindo e veio parar no Brasil, onde vendeu a fórmula de sua cerveja. Joseph Louis Proust criou a famosa Lei de Proust ou Lei das proporções constantes, que determina o nariz de uma pessoa a partir do tamanho da sombra da pessoa multiplicada pela dívida externa brasileira e o ego de uma modelo internacional.

Depois de uma farra no carnaval, engravidou uma moça e nasceu Marcel Proust[2], que fez tudo aquilo que os franceses mais gostam: passou a perna nos americanos e ganhou um prêmio americano nos EUA pra cima de cientistas americanos. De volta à França, foi considerado um herói nacional, levou uma vida sossegada e criaram a Torre Eiffel para homenagear seu nariz feito.

(a Wikipédia, nossa sátira autorizada, tem artigos sobre o Marcel Proust, o Joseph Louis Proust e o 4474 Proust — mas este último é tão antigo que só conseguiram fazer um esboço. A Desciclopédia, que não costuma perder tempo com bobeiras insignificantes, não se deu ao trabalho de fazer artigo nenhum sobre eles).

Foi aí, que dizer, lá, na França, que nasceu Alain Prost. Prost foi um menino prodígio desde o nascimento. Na primeira respirada que deu, assim que levou o tapinha do médico, sugou todo o ar da sala e quase matou todos os médicos asfixiados.

  Na União Soviética o nariz respira você.  
Reversal Russa sobre nariz
  E na França eles passam perfume.  
Prost sobre a respirada russa

Alain Prost foi um famoso piloto de Fórmula 1; ganhou quatro campeonatos mundiais porque seu nariz deixava seus adversários em desvantagens. Por um lado, era grande e inclinado o suficiente para criar um efeito solo na frente do carro, o que deixava seu bólido grudado ao chão; por outro lado, seu nariz era grande o suficiente para, a cada respirada, fazer o carro avançar 50 metros a mais — segundo cálculos da BMW, isso era o equivalente a 96 cavalos a mais no motor.

Alain Prost resolveu mudar o sobrenome, tirando o u (ficou Prost para Proust) por achar que a derivação para Proustíbulo ficaria tremendamente fresca de se pronunciar. Afinal, todo francês é chato, mas é mais chato ainda com sua língua, quer dizer, não com a sua língua, que com essa você faz o que quiser; com a língua deles, o francês.

A partir daí, patenteou o nome e agora todo e qualquer Prostíbulo é uma Palavra de Origem Controlada; somente os franceses de área de um Prost — ou Proust, na versão arcaica — podem usá-la.

GaleriaEditar

AgradecimentosEditar

  • George W. Bush, por abrir os arquivos da CIA para consulta.
  • Prof. Pasquale Cipro Neto, por corrigir a palavra ASTEROIDE!!! Será que você não aprende??? no texto, de acordo com a nova ortografia da língua portuguesa.
  • Ayrton Senna, por ter passado o francês para trás na Fórmula 1 e tirado dois títulos dele.

Aviso PúblicoEditar

"O Sindicato Único de Prostitutas, Meretrizes e Cafetinas — SINDIPROSTI — esclarece à opinião pública que apesar das afirmações da maioria dos manifestantes no mundo inteiro, o Prostíbulo não é nossa casa; vocês podem nos encontrar no Congresso, quando formos visitar nossos filhos."

Hilda Furacão — Presidenta —