Punk Floyd


Os anos pós-guerra foram um período em que a Inglaterra sentiu toda dores no cu por causa das bombas alemãs e os céus estavam cinzas. Punk Floyd explodiu com tudo em 1964, arretados completamente com tudo o que os jovens viviam naquela época, juntando jazz com hardcore em suas músicas. Eles fizeram muitas apresentações louconas e usavam sempre um ritmo 4/4 super rápido. Diga se eu não estou certo: essa banda pode ou não ganhar o mundo?

IntegrantesEditar

 
Punk Floyd em 1976. Da esquerda pra direita: Roger Vicious, Glen Gilmour, Nick Napalm, Rick Rotten.
  • Sid Curtis - guitarrista. De início era o mais degenerado, mas com o passar do tempo se tornou tão limpo e saudável que ninguém mais o reconhecia, levando assim a sua saída da banda. Antes de sua morte, foi visto prestando serviços comunitários e lendo livros para crianças em creches. Se matou após uma depressão ao ver seus amigos tudo famosos e ele na merda.
  • Roger Vicious - o melhor baixista que não sabia tocar o instrumento de todos os tempos. Após a saída de Syd, Roger tornou-se o líder criativo (?) dos Punk Floyders, mas fez tanto sucesso com as groupies que decidiu sair da banda e seguir em carreira solo para não ter que dividir nenhuma com os colegas. Considerava a si mesmo a personificação do Punk Floyd.
  • Rick Rotten - o tecladista mais versátil de seu tempo, pois tocar Punk Progressivo era algo único, ainda mais no teclado. Ocasional terceira voz, saiu da banda em 1979, após sobreviver a uma tentativa de assassinato por parte do baixista Roger Vicious durante a produção do álbum "The Floor".
  • Nick Napalm - baterista e único que apresentava sinais de autocontrole. Hoje é responsável pelos royalties, biografias e dar entrevistas.
  • Glen Gilmour - amigo de infância de Syd Barrett, substituiu o próprio após sua saída. Guitarrista da banda durante a sua fase de maior sucesso, entrou em múltiplos conflitos com Roger Vicious, levando ao fim do Punk Floyd. Após ser liberado da prisão em 1987, ressuscitou o grupo, como uma última oportunidade para ficar mais rico, muito para o desgosto de Roger. Hoje parece que se entregou ao capitalismo, pois está mais e mais gordo.

HistóriaEditar

O início de tudo.Editar

 
Syd Barrett com 18 meses, Oxford, 1946.

Dois arquitetos fracassados e desempregados, Roger Vicious e Syd Curtis se conheceram em Oxford, Inglaterra e encontraram-se pra se conhecerem melhor (Huuuum boiola) em London, London no meio dos anos 60. Juntos com o tecladista-e cantor de banheiro Rick Rotten eles tentaram fazer uma banda chamada "The Strand" começando uma tradição no punk progressivo: "A primeira faz tchan, a segunda faz tchun e a terceira faz: tchan tchan tchan tchan! Este é um acorde, esse é outro, e esse é o terceiro. Tente achar o quarto!"

O jeito anormal de Barret de tocar guitarra e a imagem pastoral, infantil com letras que contrastavam pra cacete com o ritmo ruidoso do novo membro, o baterista de escola de samba Paul Mason, e um ato de palco centrado em atacar animais domésticos, como cachorros, ovelhas e porcos voadores com uma serra elétrica. A combinação provou-se irresistível.

  As pessoas adoravam quando fazíamos shows de 20 minutos com apenas 3 músicas nossas... mas só tínhamos aquelas músicas mesmo, todas repetidas  
Rick Rotten sobre seus shows para a Melody Maker in 1967.

 
Quando tinha 8 anos, um McClaren ainda chupão encontrou seu próprio marketing pessoal.

Visualmente, o Punk Floyd eram muito diferentes do que os ingleses haviam visto antes, com um jeito que fundia cores psicodélicas em seus piercings no rosto. A banda acabou atraindo a atenção do empresário safado e sem vergonha Malcolm McClaren.

  Quando eu vi o Punk Floyd ao vivo pela primeira vez disse: "Putaquipariu, parecem o Mamonas Assassinas". Syd e Roger eram realmente uns lixos maravilhosos.  
Malcolm McClaren sobre Punk Floyd


Punk Floyd assinou com a companhia do McClaren’s Ego-Trip’ e começou uma rotina louca de shows em Soho, além de vendas de seus sucessos fabulosos. Seu primeiro clássico foi “See Emily Die, sobre a Emily Rose. Sim, aquela que foi exorcizada.

Heróis do submundoEditar

 
O sucesso grandioso de Roger Vicious com as mulheres é um mistério para todos. Olha a cara do sujeito, meu!

Londres em 1966 estava LOTADA de bandas - em todos os bares da região sempre tinha algum idiota cantando “Louie Louie”. Punk Floyd não foi exceção, e eles ainda incluíram nos seus shows versões toscas de Rolling Stones, The Kinks e Bo Diddley, mas, como um imitador soberbo que era, Barrett insistia para que cantassem tudo como deveria ser, ou seja, se fossem fazer uma versão de Kaoma, que fizesse na íntegra. Syd nunca se contentou com aquelas cópias mal-feitas dos colegas. Ele rejeitava aqueles ideais políticos e aquele besteirol flower power que tinha na Califórnia, sendo adepto do nihilismo e músicas sobre um gnomo chamado Grimble Cromble.

Mas o que ficou bem claro dessa bobalhada toda foi quando a banda quis colocar muitas letras sobre sexo. Vendo tal esquema, Roger Vicious aceitou, feliz da vida, afinal sua vida de nerd seria finalmente satisfeita, ainda que de maneira fracassada.

Novas de que surgia uma nova onda de música de garagem progressiva fez o Punk Floyd se tornarem os queridinhos do underground, tocando em vários bares e danceterias, como a Casa da Mãe Joana, Os Alienados e o afamado C.u B.eijado por G.ays B.oiolas. McClaren conseguiu sei lá como vender os caras pra EMI para gravarem seu primeiro single, “Arnold’s Brayne” – uma sujeirada sobre o mundo inglês, problemas com a lei causados por putas pagas de última e sobre o suicídio após ser estrupado por 5 headbanguers

 
Abbey Road por Syd.

Quando a EMI viu que o Punk Floyd chegara ao Top 10, McClaren confirmou a posição de sua banda como "os reis do psycho-thrash, organizando um evento de 3 dias chamado: “Games for Pay”.

"Arnold’s Brayne” chegou ao número 18 após algumas semanas, tornando Punk Floyd o "Top dos Pops" e o mundo nunca mais seria o mesmo. Nunca mais mesmo!

O disco único e o fim prematuroEditar

The Piper at the Gates of Bollocks, Here is Punk Floyd tornou-se o maior sucesso da banda rapidamente, com músicas como Chapter 24 of the Queen (em homenagem às drag queens de Londres) e Interstellar Anarchy, Syd Curtis e Roger Vicious conseguiram em suas composições criar uma atmosfera sinistra, onírica e anárquica ao mesmo tempo, fundindo o caos com a ordem de maneira tão intrísseca que deu um barato em todos os produtores do disco.

O problema é que o sucesso foi tão grande que esteriotipou a banda e encheu os egos de todos. Syd foi fundar uma banda de country gótico chamada de Black Oak Division, e nela acabaria cometendo suicídio pouco depois e os membros formariam a seguir a melosa banda de tecnosouthern Creedence ClearOrder; já Roger tentou sem sucesso uma carreira solo onde só lançou uma música, bem mequetrefe, que acabou sendo xingada por todos os punks progressivos do planeta. Desiludido, ele foi morar numa mansão abandonada com sua namorada Judith Sprugen, que morreu misteriosamente e o Roger chegou a ser acusado, mas ele construiu uma muralha e ninguém conseguiu mais o pegar. Depois disso ele sumiu de vez na vida, embora alguns digam que ele tenha enlouquecido e agora vive em casebres abandonados atraindo mulheres desavisadas para descobrir os ecos de sua pistola.

Já os outros azarados formariam uma bandinha mequetrefe chamada de The Screaming Professionals, que ninguém nem lembra mais que existiu na vida tanto que fui pesquisar esses nomes na Wikipédia, um tá um link vermelho e o outro tá apontando pra outra banda aleatória, mas deixa a piada assim mesmo, todo mundo vai curtir, ou não.

PlagiadoresEditar

Ao longo da história soube-se de duas bandas imbecis que tentaram a seu modo roubar o legado da Punk Floyd. A primeira se chamava pelo nome estúpido e gay de Pink Floyd e diziam que punk era um ritmo de animais retardados, já a segunda se chamou pelo mais ainda estúpido nome Sex Pistols (esse estúpido porque nem ligação tinha com o nome da banda original) e que dizia que rock progressivo era um ritmo de tiozinhos playboys retardados. Dupla de plagiadores vagabundos que nunca entenderão o espírito fúnebre e tenebroso da Punk Floyd original. Já dizia o meste das trevas e do rock'n'roll:

  ESSAS DUAS BANDAS DE WIMPS NUNCA SABERÃO O PODER SUPREMO DO VERDADEIRO OLDSCHOOL QUE ERA O PUNK FLOYD!  
Berzé sobre as imitações baratas do Punk Floyd

Ele falou tá falado!