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Desciclopédia β

Régine Chassagne

HaitianosVc.jpg
Haitian Flag animated.gif
Atik sa a se ayisyen


Régine Chassagne é haitiano. Portanto, ele é pobre pra cacete, passa fome,
recebe ajuda de brasileiros e é especialista em fazer bonecos voodoo.

Hospital, isso não existe aqui.
Melhor.gif AVISO: ESTE ARTIGO É SOBRE UMA FALSA GOSTOSA!

Régine Chassagne usa e abusa de Photoshop, maquiagem e propaganda, faz lipo
com frequência, pode ter silicone na bunda e botox na cara.

Mesmo assim, você ainda acha que ela é gostosa!

Emblem-sound.svg.png Régine Chassagne
27lorde-6.jpg
Às vezes ela é simpática...
Nome Régine Alguma Coisa
Origem Haiti Canadá
Sexo oral e anal
Instrumentos
Nuvola apps kcmmidi.png
a porra toda
Gênero música estranha
Influências Deus, escassez haitiana
Nível de Habilidade {{{nivel}}}
Aparência Demo
Plásticas precisa fazer
Vícios
Nuvola apps atlantik.png
maconha, dançar de forma estranha e balançar fitas coloridas
Cafetão/Produtor
Crystal Clear action bookmark.svg.png
não possui, ou talvez possua

Cquote1.png Como se fala essa porra? Cquote2.png
brasileiro sobre Régine Chassagne
Cquote1.png Tava fugindo de mim, a filha da puta Cquote2.png
Baby Doc sobre Régine Chassagne
Cquote1.png A Régine é gostosa Cquote2.png
cego sobre Régine Chassagne
Cquote1.png Tá drogada essa pessoa, vem cá, ajuda ela! Cquote2.png
Eu sobre a citação acima
Cquote1.png Já taquei fogo no cabelo dela, sabe! Cquote2.png
Will Butler sobre atividades perigosas com Régine Chassagne
Cquote1.png Tudo bem, mas quem é ela? Cquote2.png
Noob sobre Régine Chassagne

Régine Chassagne, falada Regín Quiasáin, chamada de "Regine" por amigos e fãs que se iludem achando que têm essa intimidade é uma cantora, multi-instrumentista, compositora, co-fundadora da banda canadense de merda rock Arcade Fire e de mais umas coisas.

Índice

A fuga e a infânciaEditar

 
Régine em seu primeiro aniversário. Notem a cara de felicidade da criança

Os pais de Régine, ambos haitianos, estavam querendo fugir há muito tempo atrás do regime ditatorial do Baby Doc, filho do cara que é pai dele, e como a família Chassagne tinha dinheiro — ou quase isso, já que no Haiti ninguém tem dinheiro —, eles conseguiram fugir do desolado país e ir para o oeste, no caso, para o Canadá, pois eram preguiçosos e naquele país também se falava francês. Chegando ao "país dos brancos", Régine nem havia nascido, mas pouco tempo depois os pais decidiram dar uma trepada violenta em solo canadense e lá nasceu a criança, canadense e, pior, branca. Com o pai negro, mãe negra, irmã negra, há boatos de que o pai de Régine era corno ela se sente mal até hoje por ter nascido branquela e sem graça, e que já pensou em cirurgias para mudar de cor — já que as praias do Canadá definitivamente não servem.

Régine cresceu ouvindo nego falar do Haiti na língua dos índios de lá, aprendeu cedo a fazer vudu e a amar "a terrinha", e ainda aprendeu a tocar vários instrumentos de percussão, como tambor — para a macumba — e pandeiro — para a capoeira, além do acordeão, porque todo mundo que fala francês — ou nordestês — tem que saber tocar acordeão. E assim foi levando, como uma haitiana no corpo errado, no país errado, até que os pais morreram. Mas morreu todo mundo de uma vez, no estilo haitiano, morreu pai, mãe, tio, primo, cachorro, papagaio… e sobraram ela e a irmã pra contar a história. Ficaram as duas muito tristes, sem contato com os parentes pobres (que haviam comido os telefones) e morando sozinhas até chegar a primeira conta de luz pra elas sacarem que teriam que trabalhar.

A Faculdade e a bandaEditar

 
Régine tocando uma típica rola de madeira medieval

Aos 18 anos, Régine passou no ENEM canadense e foi cursar uma faculdade, achando que assim se livraria de trabalhar em algum lugar, mas a irmã ameaçou parar de fornecer a ela suas drogas necessárias para a sobrevivência — no seu caso, maconha e ópio — e a branquela teve que arranjar um bom emprego.

Acabou que o emprego era uma boa merda, porque Régine colou num povo do curso de artes e se tornou fundadora de uma banda típica do Quebec, cantando em francês e fazendo música estranha chamada Os Filhotes da Mandrágora, ou algo tão parecido com isso que não faz diferença. Tocavam música medieval, mas isso não vende não passavam muita credibilidade, já que sua sanfoneira/batuqueira não parava quieta e ficava cantando e dançando — de maneira bem estranha — qualquer música, se balançando e interagindo (mas não muito) com o público. Uma banda medieval precisa ser grave, pesada, e Régine parecia um Peter Pan com sombra. Decidiram então expulsar ela da banda, tipo expulsaram o Steve Jobs da Apple, mas ela bateu o pé e continuou na banda — afinal, onde eles iam arranjar outra sanfoneira disposta a tocar naquela porra?

Desse jeito, fazendo música e usando drogas, Régine concluiu sua faculdade de comunicação e começou uma faculdade de jazz, novamente visando não trabalhar. Mas acabou que, durante uma apresentação na qual Régine cantava e tocava alguma coisa, conheceu o imigrante comprido que não sabia falar francês chamado Edwin III, que viria a tornar-se o marido dela.

Matrimônio e a outra bandaEditar

 
O primeiro contato de Régine com seu atual marido, durante uma apresentação

O rapaz se apresentou como sendo Win Butler, um mórmon texano que havia caído de para quedas no Canadá e não sabia nada de nada. Falava inglês como quem tem um pau na boca e tinha cabelo de emo, o que no início broxou espantou a garota, mas com mais um tempo de conversa os dois ficaram coleguinhas e Win chamou ela para "tocar em sua banda". Régine, pensando que se tratava de um maníaco sexual, disse não, e ele ficou meio tristonho. Marcaram no dia seguinte um encontro, para que pudessem conversar melhor sobre a banda que teriam.

Naquele encontro, que ela tentou fugir, desmarcar, desistir daquele chato de galocha que nunca ria chamado Win, acabaram gostando um do outro, ela até fez ele rir de alguma coisa — uma criança agonizando, provavelmente — e, ao invés de se beijarem e transarem logo em seguida, escreveram uma música. Ao terminar de compor aquela, olharam um pro outro e tiveram um impriting, só que sem crepúsculo. Formaram o Arcade Fire depois disso, ela parou de se drogar porque Win fizera Proerd, mas a banda acabou, voltou, desistiu, reiniciou e eles se casaram e acabaram na formação atual da banda. E não se divorciaram, o que faz deles os Beyoncé e Jay-Z brancos e canadenses.

 
Win esbanjando simpatia junto de Régine

Trabalho FilantrópicoEditar

Após o terremoto no Haiti, em 2010, Régine enlouqueceu e decidiu que cagaria para o governo ou pro risco de cair um prédio en cima dela e picou a mula para o país de seus pais para ajudar quem desse pra ajudar com o dinheiro no qual ela estava nadando com o sucesso de sua banda. Logicamente, arrastou o marido junto, pra não deixar ele dando sopa no oeste. Juntaram suas coisas e ajudaram bastante o pais, tocados com a pobreza total e com Régine finalmente voltando a exercitar seu crioulo e seu vudu haitiano, conversando e fazendo música (também há boatos de que Régine gostou de conhecer os "membros" da sociedade haitiana, já que Win era muito fraquinho). Entraram como sócios na ONG Partners In Healt, que era o SUS — solução única para sobrevivência — do Haiti, e melhoraram a porra toda, levando para aquele país fodido o melhor sistema de saúde do mundo, que é o canadense.

 
Régine aproveitando o período no Haiti

Além da sociedade com a ONG, Régine ainda fundou um projeto que leva comida e escola aos haitianos, o que faz alguns destes desistirem de trabalhar. Mas ela continua ajudando, porque sente que tem uma dívida para com o povo do Haiti pois ela vive bem e eles não, uma coisa romântica se você parar para analisar. "Minha família morreu aqui. Eu posso evitar que isso aconteça com outras haitianas", é o que ela diz sobre isso, porém, não controla a política local — o que talvez fosse arrumar aquela merda de lugar. Win entrou na pilha da esposa e a ajuda no projeto doando o cu discos da banda para leilões ou fazendo shows beneficentes. Na metade do ano de 2017, o cara também se tornou DJ e 100% da grana que ele arranja nisso vai para o projeto de Régine (chamado KANPE, caso você vá pesquisar).

GravidezEditar

Após 10 anos do casamento dela com Win, Régine deu à luz a um filho chamado ".", em 2013, mesmo ano em que saiu o Reflektor deles, que gerou muitas Reflekçoes por aí. Mas a gravidez de Régine foi tipo o América Carioca jogando bem: quem viu, viu; quem não viu não verá em lugar nenhum. Há boatos de que a barriga com a qual Régine apareceu algumas vezes era falsa e que a criança nem filha dos Butler é, e que os dois combinaram o sequestro do filho de um casal qualquer, inspirados na novela Senhora do Destino, que havia acabado de ser transmitida na TV canadense. Apenas se sabe que Win escolheu levar a criança sem nome pra junto deles na turnê do disco, chamada Reflektor Tour, na qual o público ia fantasiado e eles iam com roupas ainda piores do que de costume, e que durante toda a turnê o casal dormiu em quartos separados: Win sozinho em um e Régine no outro com o bebê sem nome, acordada a noite toda e zumbizando nos palcos para que o maridão pudesse dormir, assim mantendo a péssima voz que tem.

 
Rara foto de Win e Régine durante a gravidez

Afinal, o filho não teve o nome divulgado na imprensa por conta de uma coisa: viadagem eles querem que a criança tenha uma vida comum e sem nenhum estrelato por ser "filho do casalzin do Arcade". A criança nunca deu entrevistas na RedeTv reclamando da falta de reconhecimento, o que leva a crer que está satisfeita com a escolha que papi e mamma fizeram.

Estilo e outrosEditar

 
O casal Butler em um domingo qualquer

O estilo musical de Chassagne é descrito como "que porra é essa?", que em tradução livre significa "indie", porque onde tem instrumento estranho a música é indie. Além dos instrumentos medievais que toca, no Arcade Fire Régine canta e varia entre bateria, violão, guitarra, teclado, sanfona, xilofone, panela, garrafa, flauta, tambor, entre outros. Além de tocar tudo quanto é coisa, Régine continua "dançando" — se é que se pode chamar aquilo de dança — e balançando suas fitas nas apresentações, porque foi desse jeito "infantil e angelical" que ela conquistou todos os fãs dela e, mais importante, conquistou o marido que nunca ri — a não ser perto dela.

O senso de moda de Régine também DEVE ser descrito como "que porra é essa?", já que ela está quase tão estranha quanto Win no quesito vestimenta. Os fãs preferem dizer que ela não segue a moda, inventa a moda, mas o negócio é que quando era classe média tinha roupas péssimas, agora que pode mandar fazer suas próprias roupas a coisa só piora. Por isso o Arcade Fire não faz tanto sucesso no Brasil: o povo daqui já está anestesiado de esquisitices, é aqui que essas porras começam e nada mais surpreende esse povo.

Recentemente, Régine recebeu um doutorado honorário e vem recebendo muitos prêmios, mas muitos mesmo, por serviços prestados ao Haiti, pois se não fosse a haitiana made in Canadá, não haveria hospital ou escola em pé no país falido. E como o país dos Butler nada fez pelo Haiti, ela nutre um certo ranço pelos Estados Unidos, assim como todo bom canadense.