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Ramón Freire

Ramón Freire foi mais um dos governantes do Chile da Idade da Pedra Lascada que mais da metade dos chilenos sequer ouviu falar. Porém, ele teve uma (pequena) importância para a história do país, pois ele foi o último dos governantes chilenos que teve o título de Diretor Supremo do Chile.

HistóriaEditar

 
Ramón Freire sempre demonstrou interesse em seguir a carreira militar.

Ramón Freire é filho de Francisco Pizarro Antonio Freire Esperanza y Paz e de Gertrudis Serrano y Arrechea Vidialpango viúva de Matalazcayano. Quando criança, Ramón Freire sonhava em ser um grande governante do Chile, sendo que o seu maior sonho era proibir os pais de registrar os seus filhos com nomes tão absurdos e que ninguém consegue falar, como o nome de seus pais.

Quando já era um adolescente, Ramón Freire entrou para o exército, afinal, todos os militares tinham uma chance de 50% de ser um presidente do Chile. E as chances podiam aumentar bastante, tudo dependia de quanto puxa-saco o militar era. Essa lição de puxa-saquismo Ramón Freire, tanto que em apenas 2 anos, Ramón Freire conseguiu a patente de Tenente.

Porém, a vida de Tenente não eram apenas flores. Ramón Freire teve que entrar em várias batalhas mortais, sendo que ele podia morrer a qualquer momento, pois ele era uma pessoa realmente odiada pelo puxa-saquismo. Porém, Ramón Freire nem se incomodava com isso, pois, como ele era o Tenente, ele apenas colocava os soldados ralos para lutar, enquanto ele ficava escondido atrás da moita.

Utilizando essa bem planejada estratégia de combate, Ramón Freire conseguiu sair vivo de todas as batalhas, porém, na Batalha de Rancagua, nem mesmo os seus soldados conseguiram protegê-lo da avalanche de mais de 8000 soldados da Espanha, e Ramón Freire foi obrigado a se exilar na capital do Brasil em Buenos Aires.

Depois do exílioEditar

Mesmo exilado, Ramón Freire não estava muito disposto a ficar apenas coçando o saco enquanto a coroa espanhola dominava completamente o Chile. Então, ele resolveu ingressar na esquadra do almirante Brown, sendo que começou a fazer viagens com destinos mais malucos que as viagens de Charles Darwin.

De acordo com as boas e más línguas, Ramón Freire conseguiu se salvar de um naufrágio da esquadra do almirante Brown, como que por bruxaria. Depois que a esquadra foi fazer companhia para as moreias, Ramón Freire não teve muitas alternativas, e teve que voltar para o Chile, mesmo sabendo que seria recebido pelos precisos tiros de trabuco dos soldados espanhóis.

Porém, os soldados espanhóis não o mataram. Pelo contrário, os serviços de Ramón Freire eram necessários, pois, assim como sempre, o Chile estava no meio de uma batalha. Assim como nos velhos tempos, Ramón Freire utilizou a velha estratégia de se esconder enquanto os soldados ficavam se matando no campo de batalha. E também, assim como sempre, a estratégia deu certo, e Ramón Freire conseguiu sair vitorioso.

Como tinha provado muito valor em batalha (e ser muito obediente aos seus superiores), em 1823, Ramón Freire se tornou o Diretor Supremo suplente do Chile.

GovernoEditar

 
Ramón feliz por ter conseguido assumir a presidência.

A grande maioria das atitudes de Ramón Freire no governo do Chile foram iguais o Homem Invisível: Nunca ninguém viu. Porém, ele fez algumas coisas importantes, como por exemplo, a diminuição dos impostos na compra de flechas indígenas, pois assim o povo podia se defender sem ter que dar todas as suas frutas para os comerciantes.

Uma outra coisa que Ramón Freire fez em seu governo foi a queimada das senzalas do Chile, sendo que isso foi considerado a abolição da escravidão, pois os escravizadores não queriam manter os escravos dentro de sua casa.

Depois dessas atitudes políticas, o Chile entrou em sua trocentésima batalha, sendo que agora o objetivo era conquistar a Ilha de Chiloé, que mantinha fidelidade à Espanha, pois sabiam que, caso não fizessem isso, era bem capaz de acontecer um segundo round da Batalha de Rancagua por aquelas bandas. Porém, essa fidelidade não adiantou em nada, pois, quando a população da Ilha de Chiloé pediu ajuda para a Espanha, a Espanha simplesmente disse estar andando e cagando para aquele território no fim do mundo. Depois disso, a população da Ilha de Chiloé não teve nenhuma escolha, e tiveram que se render perante o Chile.

Depois de muito pouco tempo, Ramón Freire renunciou o seu cargo de presidente em 1827, dando lugar para a entrada do Pinto.


Precedido por
Agustín Eyzaguirre
 
Presidente do Chile

1827
Sucedido por
Francisco Antonio Pinto