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Ramón Mercader

Inquisicaoespanhola.jpg

¿¿¿Porque no te callas???
No robe los picassos de Ramón Mercader o la Santissíma Inquisición lo mandará para el colo del capeta!!!

Hammer and sickle.png Este artigo foi aprovado pelo Conselho de Proteção à Moral da Família Soviética como sendo livre de conteúdo subversivo.


Ramón Mercader (também conhecido como Frank Jacson ou Filho da Puta, para os trotskystas) foi responsável por colocar na cabeça de Léon Trotsky, de uma vez por todas, que suas ideias sobre revolução e marxismo estiveram erradas o tempo todo. Por via das circunstâncias ele precisou de uma picareta para isso.

HistóriaEditar

Ramón sempre foi apaixonado por Stalin, e colecionava posters do Grande Irmão em seu quarto desde pequeno. Ao ficar mais velho, juntou-se ao Partido Comunista da Espanha e qual não foi sua surpresa quando, anos mais tarde, foi recrutado para se tornar agente do serviço secreto soviético, sendo treinado em Moscou para servir aos propósitos da revolução da melhor maneira possível: derramando sangue de capitalista imundo e de burguês safado.

O assassinato de TrotskyEditar

Arquivo:Mercader post arrest.jpeg
Última imagem de Mercader antes do mesmo passar duas décadas vendo o sol nascer quadrado

Em 1940, Mercader foi mandado para o México com a missão de matar Léon Trotsky, o inimigo público nº 1 da URSS. Stalin já havia tentado matá-lo antes com um ataque estilo Poderoso Chefão, com metralhadoras e tudo, porém vaso que é ruim não quebra fácil, e Trotsky sobreviveu. Coube a Ramón então, fazer o trabalho sujo de matar aquele judeu safado que tinha a cara da Dilma com as próprias mãos.

Ele se aproximou de Trotsky por meio de sua puta particular amante, Sylvia Ageloff, que era cuidadora da casa. Como não parecia ser uma mistura de boliviano com índio da Amazônia como todo mexicano, ele podia perfeitamente se passar por um estrangeiro sem nenhum problema. Sob o nome de "Frank Jacson", ele fingiu ser um escritor canadense que era simpatizante do trotskysmo e queria escrever um livro a respeito. Aos poucos foi ficando amigo do pessoal da casa e ganhando a confiança do velho fazendo-lhe pequenos favores como consertar uma cadeira, ajudar a preparar o almoço, bater uma punheta, entre outros.

 
Trotsky em seu leito de morte.   Eu deveria saber o porquê de Koba me chamar de picareta!  

Mercader matou Trotsky no dia 20 de agosto de 1940. Eles estavam na casa de Leon quando Ramón mostrou-lhe uma carta falsa na qual Stalin tinha supostamente saído do armário. Perplexo, Trotsky distraiu-se com a carta por um instante, o suficiente para o espanhol dar-lhe uma picaretada na cabeça. Porém, mesmo com o golpe, Trotsky não morreu na hora como previsto, e ainda por cima partiu pra cima de Ramón que foi rapidamente rendido pelos guardas de Trotsky e iam matá-lo, mas o velho resolveu poupá-lo pois, segundo palavras do próprio Leon, "tinha uma história a contar" (provavelmente estava delirando pela perda de sangue).

Ramón chegou a implorar misericórdia, dizendo que se não tivesse cometido o crime os soldados da NKVD iam fazer gangbang com sua mãe, mas não teve jeito, foi julgado e condenado a 20 anos de prisão. Seus esforços, entretanto, não foram em vão: Trotsky morreu no dia seguinte ao ataque, por perda de sangue por causa da picaretada e de uma hemorroida que tinha estourado durante a luta. Um plano de fuga foi tramado para o espanhol, mas acabou não dando certo.

Ao saber que o plano para libertar Mercader fracassara, Stalin levantou-se, vestiu suas roupas e foi dar uma cagada no banheiro.

Pós-prisãoEditar

Ao ser libertado da prisão, em 1960, foi sentar no colo do Fidel em Cuba, onde passou um ano até ser acolhido de volta pela União Soviética, que o premiou com uma medalha de herói nacional. Morreu em 1978, em decorrências de efeitos póstumos das dentadas que Trotsky lhe dera. Hoje, ambos continuam a luta daquele dia no inferno.

  Ramón Mercader já morreu!

Foi dormir de vez!

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno

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