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Reforma trabalhista no Brasil em 2017

A reforma trabalhista do Brasil realizada em 2017 foi uma série de mudanças aprovadas durante o governo do Conde Drácula paulista e que visavam dar um F5 na pré-cambriana CLT. Algumas dessas mudanças incluem a negociação de acoites entre o empregado e o patrão, a quantidade em miligramas que o trabalhador poderá consumir durante o serviço e também, o desconto das horas não-úteis de trabalho, aquelas que empregado pausa para inspirar.

O presidente Michel Tinhoso Temeroso, cumprimentando o comediante Henrique Meirelles ao lado de Eliseu da Partilha e do ator Romero Jucá, onde agradece a cada um pelos serviços prestados.

AntecedentesEditar

Visando a continuação das medidas do Grande Acordo Nacional, um programa de governo lançado em 2015 para estancar toda essa sangria, aquele morcegão do Planalto empacotou o projeto da reforma trabalhista com outros dois, a reforma da previdência e a legalização da pedalada fiscal por meio do aumento da meta dobrável do deficit fiscal, e mandou seu officeboy atravessar a Praça dos Três Podres e entregar o pacote no puteiro ao lado em dezembro de 2016.

Ao receber o pacote, a câmara deu prosseguimento ao arrocho, onde os deputados (todos sócios de alguma empresa) foram dando seus pitacos até sair essa belíssima bosta.

A votação ocorreu em julho de 2017, num dia que os zumbis da CUT só faltaram pôr abaixo todos os prédios da Esplanada (para o bem da nação). Sorte dos meretríssimos deputados que os pangarés da PMDF estavam motivados e conseguiram segurar aquela massa ensandecida antes que chegassem ao Congresso Nacional (único lugar intocável e seguro, neste país), então conseguiram aprovar aquele projeto numa boa.

As principais mudançasEditar

A primeira mudança, se não a principal, é que agora o que vale para a categoria é o que aquele puxa saco do patrão diz e não mais o que aqueles pelegos de sindicato decidiam. Ou seja, se ficar acordado que o patrão terá direito a uma rodada de cu dos empregados, por causa daquele imbecil escolhido pra ser o representante dos empregados, todo mundo terá de descer as calças. Outras medidas incluem:

Contribuição sindical
 Ver artigo principal: Contribuição sindical

A reforma teve coragem de peitar os coronéis sindicalistas pela primeira vez, os tirando a principal fonte de renda e os mandandos tomar no meio do cu. Pela primeira vez na história desse país, gente como o Paulinho da Força e Luis Inácio Lula da Silva teriam que trabalhar pela primeira vez da vida.

Banco de horas

O escravo poderá trabalhar mais que 24 horas afim de garantir o vale-refeição do dia seguinte. A existência ou não do banco de horas, conforme dito antes, está condicionado a negociação entre o patrão e o puxa-saco do patrão representante dos escravos celetistas.

Demissão

Para pedir demissão, o trabalhador deverá pedir a um juiz trabalhista a emissão de sua carta de alforria.

Descanso

O trabalhador deverá pausar o cronômetro toda vez que precisar parar para fazer a inspiração.

Gravidez

A trabalhadora que estiver gravida terá duas opções: A primeira, é realizar é abortar a criança. O segundo é continuar trabalhando com a barriga inchada afim de garantir a comida na mesa do fim do mês, parir o moleque e pô-lo para trabalhar junto com a mãe assim aprende a ter responsabilidade desde criança.

Férias

O trabalhador pode pedir suas férias no momento que quiser. Basta acordar (no sentido de fazer acordo e de dormir também) com o patrão ou com as putas de RH. Feito isso, é dar entrada no seguro e voilà. Só fica ruim pra voltar depois...

Jornada de Trabalho

A jornada que antes eram de 8h diárias, hoje são 12 horas/dia. Isso sem contar o tempo que um indivíduo leva pra chegar ao serviço, o tempo que leva perdendo tempo com aqueles retardados que resolvem puxar assunto no vestiário quando mais a pessoa está com pressa, o tempo que o cliente

Transporte

O trabalhador é obrigado a tirar onerosos <preço_da_passagem_de_sua_região> para pagar o ônibus a fim de chegar no trabalho de qualquer jeito. Se o transporte público entrar de greve, o trabalhador tem que arrumar um jegue, bode, ir montado em cima do cachorro, enfim, ele tem que chegar na porra do trabalho de qualquer jeito (mesmo!).

Terceirizado

Continuará a ser tratado como saco de esterco: joga aí num canto bem longe e deixe-o que adube a árvore, no caso do patrão, aquela que dá dinheiro.

Remuneração

A grande novidade, é que os trabalhadores a partir de agora, poderão trabalhar em troca de galinha (da mesma forma que os professores recebem para dar aula), 5 pratas e um saquinho de alfafa e também em troca de todo o arroz que puder comer.