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Reino Guardia

Reino Guardia é o local onde se passa toda a enrolação ocorrida no jogo Chrono Trigger. O Reino não é grande coisa, é bastante pequeno e possui somente algumas cidadezinhas cuja importância é quase mínima na história. Vemos ele em diversas eras diferentes, desde a pré-história (representação geográfica da pangeia), onde sequer pensava-se em nomear como Reino Guardia o nome do lugar, ao ano 2300 D.C., cuja Terra foi completamente devastada por Lavos. Como podemos perceber nesta breve introdução, de fato, o Reino Guardia não tem importância nenhuma para o joguinho, é quase um figurante e na verdade a história nem se passa lá.

Índice

Eras e evoluçãoEditar

 
O mapa do ano 1000 D.C., única era de paz nesse joguinho miserável.

Como citado na introdução, em Chrono Trigger, o Reino de Guardia é passado por diversas eras e, com isso, vemos sua constante evolução por meio do tempo. Começando em 65.000.000 A.C., temos uma era pré histórica, onde ainda viria a ser Guardia. Comandada por Ayla (colocar mulher no poder sempre dá merda, por isso todos os reinos dali para frente foram comandados por homens) e, provavelmente, sucedido por Kino, esta era pré histórica teve uma importância imensamente significativa para o jogo, pois foi aqui onde Lavos caiu na Terra e começou a sugar seu poder. Provavelmente, em virtude do impacto causado por ele ser um roliço gordo igual a você, as placas tectônicas começaram a se dividir, gerando diversas outras regiões que posteriormente conheceríamos como Guardia.

Passada essa era de muitas aventuras e confusões, entramos numa era onde mais aventuras e confusões com Crono e sua gangue de malfeitores iriam causar: a Era Negra, mais especificamente, 12.000 A.C.. Aqui, novamente, uma mulher comanda a porra toda (é óbvio que vai dar merda), a Rainha Zeal. Como previsto, deu merda. Zeal construiu um reino voador, pois uma era glacial tomou conta de todo o solo terrestre, congelando tudo, obviamente. Neste reino voador, conhecido como Reino Zeal, viviam todos os Iluminados, humanos que podiam fazer uso de magia, graças à Lavos. É nessa era que vemos Schala e Janus, os dois retardados de cabelos azuis que possuem uma importância fundamental na história. Após Crono chegar nessa era e destruir a porra toda, como sempre, o Reino Zeal acaba caindo, dando início a uma união entre os humanos sem poderes e os Iluminados.

Graças à queda e à unificação de todo o povo de Zeal, o Reino Guardia acabou sendo fundado, mais precisamente no ano 0. Ou talvez antes, nunca saberemos. O que importa é que, depois do ano 12.000 A.C., temos acesso ao ano 600 D.C., onde as coisas já funcionam tudo porque agora temos um Rei que comanda, não mais uma Rainha de uma maneira inteligente e fluída. Aqui, é onde temos a divisão das regiões (Truce, Porre, Medina e Choras) e a Capital sendo estabelecida como Truce. Em 600 D.C., temos a presença de Cyrus, o espadachim incompetente, Glenn, o sapo burro dramático e Janus Magus, o revoltado de Zeal. Em questões históricas, temos a guerra entre os místicos e os humanos sendo travada pelos generais de Magus (Ozzie, Flea e Slash) e a tentativa frustrada de invocação de Lavos no castelo de Magus, pouco antes da gangue de Crono chegar e estragar a festa.

Naturalmente, os anos se passaram e uma era de paz veio em 1000 D.C., pois a guerra havia sido vencida e uma espécie de convivência entre humanos e místicos fora estabelecida (no fundo todos sabem que todos se odeiam e até mesmo travam brigas clandestinas em porões de bares aos finais de semana, dizem que um punk revoltado de cabelo laranja é quem promove a porra toda). Aqui, é onde temos o início de tudo no joguinho, pois temos Lucca, Marle, Crono e até mesmo a Mãe do Crono (?) fazendo parte deste ano. Bom, além de acidentalmente irmos para o passado aquela máquina de teletransporte da Lucca, nada fora do normal ocorre, pois é um ano de paz. A divisão geográfica permaneceu a mesma de 600 D.C., com algumas alterações terrestres, mas nada que comprometa a divisão política do Reino.

Entretanto, após 999 anos do ano 1000 D.C., mais precisamente no ano 1999 D.C., é onde a porra toda fica séria. Lavos acorda e destrói tudo. Ponto final. Não sobra nada. Sério.

Na verdade até sobra, é o que vemos em 2300 D.C., no futuro pós apocalíptico destruído por Lavos. Basicamente, os robôs e mutantes tomaram conta de tudo. A geografia terrestre mudou bastante, um pouco com o passar dos anos outro pouco com a devastação causada por Lavos. Este toma conta da Terra reinando no topo do Pico de Gelo, localizado nas proximidades de onde Balthasar costumava morar. Aqui vemos apenas tristeza, pobreza, morte, fome, canibalismo e tudo o que há de ruim. Não há esperanças para os poucos humanos ainda restantes. Não, não estamos falando do Brasil. Tudo o que podemos fazer para melhorar esta era, é simplesmente voltar no tempo e alterar os fatos ocorridos em 1999, impedindo essa destruição, pois aqui não há futuro.

 
Reino de Zeal em Full HD. Foto capturada por meio de uma Tekpix.

GovernoEditar

A Guardia principal retratada no jogo é basicamente a de 600 D.C. e 1000 D.C., pois as outras (além de não serem chamadas de Guardia) são nada mais nada menos do que retratos da dominação de algum Rei louco, seja ele extraterrestre como Lavos, em 2300, ou humano e mulher, como Zeal em 12.000 A.C.. A Guardia que nos interessa de fato possui um sistema de monarquia, pois é governada por um Rei. Este Rei, por sua vez, possui um Chanceler que dá ideias malvadinhas para ele sobre o que fazer e o que não fazer no reino (não sei aonde eu já vi isso...). O rei, como todo bom rei macho alfa, possui uma rainha para copular e gerar sucessores. Em 600 D.C., não chegamos a presenciar o coito os descendentes do Rei, entretanto, em 1000 D.C., vemos claramente o erro que foi ter uma filha, pois esta saiu mimada e vagabunda, pois deu para o primeiro punk que viu pela frente em um festival qualquer. Sendo um sistema monarca, existe aqui o esquema de sucessão da coroa, ou seja, o rei morre, o filho assume.

Exército RealEditar

Isso é algo presente em todas as eras de Guardia, mas, com foco em 600 D.C. e 1000 D.C., vemos a Tropa da Távola Quadrada (onde será que já vimos este nome?) como exército real. Foram eles quem venceram as tropas místicas de Magus e que puseram ordem no reino inteiro. Em 600 D.C., eram comandados por Cyrus, o capitão da Távola Quadrada, que deveria ter sido sucedido por Glenn, entretanto não foi o que aconteceu, pois este se tornou um guerreiro solitário bem homossexual. Em 1000 D.C., não vemos muita ação por parte deles além de deterem Crono e levarem um pau dele e de Lucca enquanto eles fugiam do castelo, como podemos ver, todos os 400 anos de paz fizeram muito mal para eles.

Moeda e economiaEditar

Na maioria das vezes, a moeda padrão em Guardia é o ouro (em inreis, Gold), representada pela letra G (geralmente maiúscula). Na pré-história, o ouro é nada mais nada menos do que, como o comerciante da Ioka Tribe Shack define, pétalas, colmilhos, chifres e penas como pagamento e "moeda de troca". No futuro, a autenticidade e o valor das moedas de ouro são questionados pelos comerciantes, pois estes mal tem um lugar para viver, quanto mais coragem de reclamar de nosso ouro, mas apesar de sempre questionarem isso, eles nunca são rejeitados. Os Silver Points, uma moeda especial, são apenas disponíveis e disponíveis na Praça Leene no ano 1000 D.C., servindo para baboseiras como destruir o robô Gato, apostar em qual corredor vencerá aquela corrida ou até mesmo pegar um boneco de Crono com o Norstein Blekker.

Ver tambémEditar