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Resistance

Resistindo
Resist Ass logo.png
Logotipo da série
Gênero FPS genérico
Desenvolvedor Insônia Games
Publicador Donos da porra
Plataforma de origem Só pra PS3
Primeiro lançamento Resistance: Fall of Man (2006)
Último lançamento Resistance: Burning Skies (2012)

Resistance é uma trilogia de jogos de fps genérico exclusivos para PlayStation 3, uma tentativa insana da Sony, na época em que essa série vigorou (2006 a 2011), em competir com a concorrente Xbox 360 sobre quem mais massivamente produzia jogos de tiro, com Gears of War vencendo essa disputa, é claro. A produtora desses jogos, a Insônia Games, percebendo o fracasso, todo ano precisa anunciar que parou de lançar novos jogos dessa porra e que só faz Ratchet & Clank agora.

Índice

ConceitoEditar

Num mundo onde lançam pelo menos um Call of Duty e um outro Battlefield por ano, quem mais lançar um jogo de FPS precisa dedicar-se em tentar, ao menos demonstrar esforço, em proporcionar algo de novidade, senão é perde de tempo. A série Resistance tenta inovar sendo o primeiro FPS educativo da história (The History Channel: Battle for the Pacific não conta, que aquilo nem pode ser considerado jogo). Neste jogo somos instruídos sobre como nos precaver perante a Ameaça Comunista. Num mundo fictício de 1951, Josef Stalin (conhecido como Super Mario no Japão) teve seu bigode roubado e levado para um laboratório secreto num gulag chamado Tunguska onde a ideia inicial seria criar Transformers capazes de conquistar toda a Europa, mas o problema é que o experimento saiu de controle (ver: acidente nuclear de Chernobil) e o T-Virus saiu de controle contaminando todos soviéticos com uma enfurecida vontade de esquerdar através de todo o mundo. Transformados em bestas selvagens passaram a se vitimizar e iniciar uma implacável marcha em direção ao oeste anexando todos os países com incrível velocidade (ninguém quer conquistar a China afinal?). É claro que tudo isso não é feito assim tão na cara dura, havendo um certo disfarce para não ofender diretamente os comunistas, então o que seriam militantes do MST, no jogo são chamados de Chimera, uma espécie perigosíssima de black blocs.

Controlamos sempre os norte-americanos, claro, sempre a última esperança da Terra. Além de matar comunistas, gays, quilombolas, índios, black blocs, militantes do MST, pichadores, pessoas com camisas escrito "fora Temer" e diversas outras subcategorias de comunistas soviéticos, devemos ainda profanar locais sagrados, como vandalizar e crivar de balas as paredes da Catedral de Manchester no primeiro jogo, enquanto nos jogos seguintes deve-se celebrar que o ateísmo foi finalmente instaurado, pois não se vê mais igrejas nas cidades, por que será?[1]

JogabilidadeEditar

 
Em Resistance, matar hordas de comunistas é algo totalmente liberado.

Os jogos de Resistance consistem em fps genérico raiz, ou seja, não há nada de novo, nada de inovador, absolutamente nada que já não tenha sido visto. A única diferença é que os comunistas no jogo estão mais parecidos com farofeiros em praias brasileiras no mês de janeiro: Cagando, babando, fazendo sujeira, gritando alto e aos montes (apelidados no jogo de "Chimera", mas localizado para o Brasil como "farofeiros" mesmo).

Procurando alguma novidade nestes jogos, com algum esforço, percebemos que ele mistura armas da década de 1950 com armamento futurista. Até parece uma ideia interessante, mas na prática apenas nos faz sentir jogando um Medal of Honor ruim onde de vez em quando achamos algumas armas recicladas de Ratchet & Clank.

O multiplayer online sempre foi caracterizado por ser uma grande vergonha, as salas de jogos ganharam o prêmio do Guinness como o FPS online mais deserto da história dos jogos de FPS, e até que demoraram para fecharem os servidores só em 2014.

JogosEditar

  • Resistance: Falo do Homem - O primeiro jogo da série, onde achamos que vamos jogar uma cópia de Medal of Honor mais acabamos jogando é um Ratchet & Clank em fps.
  • Resistance 2: Faltou Criatividade para um Subtítulo Maneiro - Na falta de algo novo a criar, a sequência é a mesmíssima coisa do primeiro jogo da série, só muda que ao invés do cenário ser a Grã-Bretanha, as batalhas agora acontecem na Islândia, onde nenhuma catedral poderá processar a Insônia Games.
  • Resistance 3: Acho que já tá bom Desse Jogo - Muito insistentes, ainda decidiram lançar um terceiro jogo dessa série. A essa altura, pura galhofa, pedaços de retalhos reaproveitados dos primeiros dois jogos, o mundo foi completamente tomado por militantes do MST e a esperança da humanidade já não existe mais, a reforma agrária foi aprovada e não existem mais grandes latifúndios, você é a última resistência perambulando no Rio de Janeiro pós-carnaval, precisando dar tiro de arma mágica em todos funkeiros que aparecem, numa tentativa desesperada e final de salvar o mundo.

Spin-offsEditar

Há ainda dois jogos, chamados de Resistance: Retribution e Resistance: Burning Skies, cada um lançado apenas para mini-games que só japoneses possuem. Se os três jogos principais da franquia ninguém conhece direito, o que dirá desses dois?


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