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Revolta


A revolta decorre de um acúmulo de sentimentos provocados por alguma coisa, e pode ou não virar uma rebelião. Variam desde revoltas bestas simples, como meu anelzinho sempre vem com defeito (defeitos no anel podem ser facilmente corrigidos), até trabalho escravo por várias gerações, sendo que depois o infeliz coitado nem consegue ter acesso a uma cirurgia de hemorroida.

Início da revoltaEditar

 
Auge de fúria de um revoltado.

Toda revolta tem uma causa ou várias causas, podendo variar de coisas bestas mesmo como a do anelzinho descrita na introdução, até causas que até uma ameba sabe há muito tempo que passou do limite da monguice aceitar, mas sempre deve ter uma causa para se configurar como revolta. O bom dessa porra é que sempre se sabe o que causou a revolta, mas assim mesmo a maioria da revoltas não são resolvidas.

 
Algumas revoltas são provocadas por qualquer bobagem.

A revolta é um mecanismo de defesa para que a pessoa não exploda irracionalmente em um surto psicótico e saia por aí mastigando barata e cuspindo na face de quem lhe olhar torto, ou um surto daquele de sair dando pipoco na testa de inocentes e culpados. Para evitar ainda que ao invés da explosão em forma de surto psicobiruta, uma implosão que pode dar desde dores de cabeça horrendas até convulsões bizarras: O coisas desgraçada de se ver, camarada. Para evitar isso, existe a revolta: Seria uma implosão e também explosão, mas de forma organizada de modo a não ser tão destrutivo para o(a) revoltado(a).

Revolta é a organização provavelmente que começa em algum sistema do cérebro (como já deveríamos saber), exatamente para proteger o acometido de revolta e quem estiver ao redor. O que seria essa organização? Muito simples. Ao invés de explodir ou implodir, há uma forma de tirar algum proveito do que foi(e pode continuar sendo), feito para ocasionar a fúria, pois ainda que o revoltado não consiga nada, poderá passar alguma espécie de ideia nova... De início sempre são ideias boas e racionais, o que, como o passar do tempo isso pode mudar, já que se pega a ideia inicial e transforma em qualquer outra porcaria, mas isso é outra história.

Fim da revoltaEditar

 
Revoltado já se conformando.

Não imagine que o problema se resolve com a revolta, na verdade ela apenas resolve o problema da fúria, já que essa fúria é transformada em ideias, mas na maioria das vezes não dão em porra nenhuma, ao menos o organismo cumpriu seu papel, a natureza não tem culpas a carregar... se alguém tomar culpa por causa da ideias que surgirão de uma revolta, não é culpa da natureza, que como sabemos é perfeita, e no cérebro do revoltado está tudo resolvido e sua fúria bem direcionada.

Uma revolta, quando se torna coletiva, não deve ser aplacada com violência, mas sempre é, ah,ah, ah..! Sem graça... Continuando, revoltas coletivas, fazem parte da história em qualquer época, mas em geral demoram muito a surtir efeito, por mais razão que os revoltados tenham, assim mesmo são mandados engolir a revolta e continuar se fudendo, mas como revolta não pode mais ser engolida, isso poderia acontecer apenas com a, já explicada, implosão da fúria, o resultado são choros, gritos, apenas para extenuar, mas isso pode ser entendido como ataque, isso aí amigão, choro e gritos com frases de descontentamento, que nada mais são do que válvulas de escape, podem ser interpretadas pelas autoridades como ataque, assim os revoltados acabam se fudendo literalmente, voando revoltados para todos os lados, depois nenhuma autoridade com cara de bunda, sabe explicar o que aconteceu.

Ver tambémEditar