Ri Chun-hee

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Sugestão do Google para Ri Chun-hee

Ri Chun-hee pronta para soltar a voz.

Ri Chun-hee, 리춘히 (lê-se: Li Chun-Ri) ou Pink Lady, assim como os mais de 25 milhões de norte coreanos é uma escrava senhora, âncora no maior canal de televisão norte-coreana (o único por sinal). Sua vida era até que privilegiada, no entanto até se descontrolar a frente das câmeras e dar chiliques (TPM). É conhecida mundo afora como ativista por ser considerada uma fronta à parte pobre da Coreia, principalmente pelo seu estilo peculiar de dar as notícias.

BiografiaEditar

Nascida em 1943, ainda quando o Japão era dono da Coreia, na Província de Gangwon, atual Kangwon. Era uma das 17 filhas do Sr. Miyagi e sua esposa Cyndi Lauper, a família morava num vilarejo, em uma casa feita de palha e sua rotina era resumida a catar coquinho e fazer longas caminhadas para encontrar alguma vala para cagar. Devido ao descaso de sua esposa não engravidar de um menino, Sr. Miyagi deu um ataque de nervos, pois essa já era a décima sétima vez que uma menina vinha ao mundo, e já estava farto de viver com tanta perereca ao seu redor. Felizmente o velho não morreu, e até mesmo conquistou o tão desejado menino dez anos depois, aos 75 anos de idade, o menino foi o 22º e último filho do senhor.

Desde pequena, renegada pelo pai, trabalhava dia e noite plantando e colhendo arroz, pouco se sabe sobre os seus primeiros dez anos, mas Ri costumava esconder o dinheiro das entregas de arroz dês dessa idade. Em 1955, Kim Il-sung iniciou a política que iria foder com o seu país, implantar o comunismo definitivo.

Sabendo da mutreta que havia sido instaurado em seu país, Ri iniciou um curso com sua irmã, ainda no vilarejo, aprendeu a ser uma pilantra, mentir, fingir-se de boazinha e ganhar confiabilidade das pessoas. Seu pai morreu em 1961, e assim como as suas outras irmãs, com apenas 18 anos foi expulsa do vilarejo pela mãe. Sem ter para onde ir, as 16 irmãs de Ri, viajaram de a pé de Kangwon no leste da Coreia do Norte para Pyongyang, a capital do país. Muitas de suas irmãs morreram no caminho, enquanto outras foram levadas pelo o que ela chama de O Caminhão Preto. Perto da divisa com Pyongyang, o governo norte-coreano abordou a 4 irmãs que restaram, mais Ri, dando uma vida descente e em troca seriam um belo presente para soldados coreanos.

CarreiraEditar

 
Ri ao ser desmascarada na frente de toda a Coreia, Note a mão de Parkinson borrada.

Ri estreou na televisão em 1971 e até 1984, Ri não fazia tanta coisa, pois trabalhava mais atrás do que afrente dos holofotes. Ganhou uma promoção e subiu de cargo em 1985, quando foi elevada a âncora permanente da KCTV. Em 2012, após dar um chilique de meia hora a frente das câmeras, Ri foi aposentada e mandada para um hospital psiquiátrico, lá descobriu-se que Ri nunca havia menstruado e por isso, a causa do chilique poderia ser uma suposta TPM que estava engaiolada e as vezes não aquentava o tédio. Estudos de 2015, revelam que Ri na verdade poderia ser uma lésbica enrustida, já que a jornalista também nunca havia tido filhos ou se envolvido com algum olho puxado.

Outras teorias contam que o próprio Kim Jong-un não queria que uma velha fosse chefe da KCTV, depois de ver a reportagem do falecimento de seu pai em 2011, Kim se surpreendeu ao ver que Ri não estava mergulhada em lágrimas, como é de praxe no pais quando um presidente tão respeitado como esses morre. Além disso, desde 2008, seu estilo de apresentar já era questionado, pois intelectuais da época dizia que suas apresentações poderia ser uma apologia à pornografia, proibida no país.

Em 2016, Ri voltou a atuar com âncora na KCTV, mas apenas como tapa buraco. Em 2018, voltou a ser retirada da TV, pois seu tom de voz era considerado mais másculo que o do próprio Kim Jong-un, além disso eles queria modernizar a propaganda comunista, fazendo com que os turistas se interessassem pelo país, assim substituiriam a múmia por uma gostosona. Desta vez Ri foi para um asilo.

Em 2020, Ri ataca novamente para apresentar uma visita que Kim Jong-un fez a uma área de construção residencial, muito parecido com as casas da Minha Casa, Minha Vida. Ultimamente o status de Ri na emissora é indefinido, pois todo mundo sabe como um pais ditatorial é, nem viva sabemos se ela está.

Vida FalsaEditar

 
Ri e suas irmãs sobreviventes. (Foto photoshopada, nenhuma realmente existiu)

Recentemente foi descoberto que Ri teve uma vida reescrita pelo governo norte-coreano, segundo eles, isso elevaria o seu status de coitadinha, rampeira e ladra. De acordo com esses documentos, Ri nasceu em Pyongyang em uma família riquíssima, tão rica que era constituídas por pessoas bem sucedidas, por exemplo, o seu pai era um veterano da Guerra da Coreia, no pós-guerra se tornou secretário geral da Coreia do Norte, vindo a falecer de causas naturais em 2019, aos 99 anos de idade. Sua mãe era uma modelo chinesa, prima de segundo grau do último rei da China, não tinha trabalho, mas pelo menos foi uma mulher decente e era a única que conseguia dar prazer ao seu pai.

Filha única, estudou na Universidade Kim Il-sung, lá ela se formou em psicologia e logo em seguida em radiodifusão, foi aluna exemplar tendo até aprendido a cantar e a tocar piano, mas essas duas últimas eram apenas hobbies. Decidiu não casar, pois achou melhor servir o povo do que constituir uma família. Se considera comunista de carteirinha, tradicionalista norte-coreana e religiosa não-praticante.

VídeoEditar