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Desciclopédia β

Rise of the Robots

Cvania-nes phantombat fly.gif
Rise of the Robots é da época da Velha Guarda dos Games

portanto, não é como essas putices que você, teu irmãozinho,
teu priminho e teu sobrinho vivem jogando


Ascensão e Queda dos Robôs
Rise of the Robots.jpg
Informações
Desenvolvedor Mirage
Publicador Acclaim
Ano 1994
Gênero Murro na cara de quem comprou
Plataformas Uma caralhada: 3DO, Mega Drive, SNES,
Amiga, Amiga CD32, Arcade, CD-i, DOS,
Game Gear
Avaliação Não importa, só burros jogam
Idade para jogar Sei lá

Cquote1.png Você quis dizer: O Exterminador do Futuro 3 Cquote2.png
Google sobre Rise of the Robots
Cquote1.png Vontade de me matar! Cquote2.png
Kevin Mitnick sobre hackear esse jogo em vão

Rise of the Robots é um jogo de briga muito imbecil, mesmo. É tão ruim que passei umas duas horas tentando só definir o quão ruim esse jogo é e no final desse tempo, em que eu tentava elaborar inutilmente alguma coisa que preste pra enfiar nesse artigo o qual você está tendo o desprazer de ler, eu percebi que não existe nenhuma palavra suficientemente xingativa pra poder esculachar e denegrir mais a imagem desse pedaço de cocô que o mesmo já não tenha feito consigo mesmo. Basicamente seriam robôs que se digladiam em vários cenários, similar a diversos jogos do gênero e tentando usar uma perspectiva próxima do 3D que jogos como Virtua Fighter e Tekken iriam demonstrar a todos nós, mas bem diferente desses dois, Rise of the Robots nos apresenta um gráfico 3D que só não é pior porque existiram ainda Pit Fighter e Ballz 3D na mesma época, não fosse isso, esse game seria o pior dos piores no gênero "porrada na zoreia".

JogabilidadeEditar

Horrível. O player 1 só pode jogar com o ECO32-2, um robô azul ruim pra caralho que não tem golpe nenhum. Já o player dois pode escolher qualquer um dos outros cinco robôs (que são bem melhores) e ainda por cima, usando um cheat code ele consegue ainda jogar com o chefão, o Supervisor (motivo pelo qual praticamente todos que tiveram esse maldito cartucho alguma vez em sua triste vida só usavam o player 2, ao contrário de quaisquer outros jogos desse mundo).

LutadoresEditar

  • Cyborg (ECO32-2): Tão inútil quanto o Robô Ed, é o panaca que aparece na capa do jogo. É descrito como um ciborgue "atlético", e deve ser mesmo, tanto quanto o Robocop Gay. É tão ruim de jogar, mais tão ruim, que só não é pior porque não se chama Shaq. E o pior: você só pode escolher ele no Player 1. Tenso...
  • Loader: Normalmente é o primeiro inimigo do jogo, considerado o mais burro e ineficaz (com um nome gay como esses, dá pra suspeitar porque). Parece uma daquelas máquinas empilhadeiras, ou seja, só sabe derrubar tudo em sua frente, inclusive ele mesmo.
  • Builder: É o segundo adversário no modo história, parece um gorila que seria o sucessor do Loader, embora não pareça em porra nenhuma com ele, parecendo mais o A-P-E. Independente disso, também não é nenhum primor de inimigo, embora seja mais fortinho.
  • Crusher: O terceiro adversário, parece um louva-a-deus que fumou maconha estragada.
  • Military: Uma versão esquelética do ECO32-2 que curte muito guerras, tiros e coisas do gênero. É o quarto da série, o que não quer dizer nada.
  • Sentry: Um gigante de três metros e meio, feito de um metal misterioso aí e usando jetpack só pra dar uma de bonzão.
  • The Supervisor: O chefão (?) do jogo, um ciborgue feito na base de nanotecnologia em forma de mulher com inteligência artificial e

só quer ser o T-1000 ou a T-X, ou os dois misturados, já que embora seja de nanotecnologia, ele/ela pode virar metal derretido e se transformar em quem quiser.