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Rolador

Gauchodanc.jpg Mas bah, tchê!

Este artigo buenaço e tri-legal é do mais puro humor gaudério dos pampas, vivente, então veste tua bombacha, recolhe teu pelego no galpão e toma um mate amargo com a gente, macanudo!

Chima.jpg
Ponte de papel machê da cidade de Rolador, ex-rola.

Cquote1.png Rola? Adoro! Cquote2.png
Você sobre Rolador
Cquote1.png Mas o nome da cidade é Rolador! Cquote2.png
Habitante indignado
Cquote1.png HAHHAA! Você mora em Rolador? Tem muita rolha de poço lá? Cquote2.png
Alguém fazendo piadas infames com Rolador
Cquote1.png E rolas? Tem aos montes, não? Cquote2.png
Mais alguém criando trocadilhos
Cquote1.png Okay-meme.jpg Cquote2.png
Habitantes sobre sua cidade ter um nome ridículo
Cquote1.png Cu é rola! Cquote2.png
Provérbio e ditado da cidade de Rolador

O rolador amaldiçoado de Rolador, sendo fotografado em uma aparição mais rara do que a do Fábio Assunção em sua época de drogado.
NewBouncywikilogo.gif
Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Rolador.

Rolador, antigamente chamado de Rola, é um município muito zombado pelo seu nome e pela sua história. Primeiro que o fundador da cidade era gay, digo... Afeminado. Esse fundador afeminado queria dar o nome de algo que ele gostasse muito, e pegando como exemplo cidades como Alto Feliz, ele intitulou a cidade com esse nome.

Depois disso, ele fez a importação mais ridícula do século, quando encomendou 1 tonelada de pugs e espalhou esses cachorros pelas ruas de sua querida Rola (a cidade de Rola), espalhando o caos e provocando a morte de todos os cachorros.

HistóriaEditar

A história de Rolador (ex-rola) se resume ao seu fundador, Robert Rola. Robert era um dos barões mais violentamente ricos e afeminados de toda a Europa. Perdia apenas para seus machos que também eram ricos entediados como ele.

Então decidiu ir para o Brasil e transformar uma pequena vila com seu dinheiro e seu estilo fru fru. A motivação dele se resumia a isso: soprar aos sete ventos que ele era gay e que prefeira pugs a poodles.

Como prefeito da cidade, primeiro ordenou uma lei em que deveria ser plantado algodão egípcio e ser vendidos a preços altíssimos para os municípios pobretões. Aliás, se houvesse um pobre na cidade de Rolador (ex-rola) ele deveria ser queimado pela inquisição roliana (era assim que chamavam a inquisição na cidade).

Enfim, a cidade teve 200 dias de pureza e classe, até que as dívidas e inflações subiram tanto que obrigaram a cidade de Rolador (ex-rola) a abrir o comércio para todos o municípios que compraram seus artigos de luxo por preços baixíssimos devido a inflação.

Quando contaram isso para o barão fru-fru, ele ficou tão irritado que acabou se matando. Sabe como bichas são: elas ficam com tantas raiva que explodem feito dinamite, e o que seria pó vira purpurina.

AtualmenteEditar

A cidade foi abandonada pelo barão que apenas deixou purpurina e centenas de pugs para trás. Rola mudou o nome para Rolador, porém acabou carregando o fardo de cidade dos barões homossexuais até hoje. Tanto que quando escrevemos Rolador, devemos incluir entre parênteses "ex-rola" para nunca esquecer do que a cidade foi. Isso já é lei estadual! Só é permitido quebrar essa regra em explicações toscas como agora.

Moral da históriaEditar

Nunca more em Rolador para não ser naturalizado "Roladorzense"... Ui! Tem dor!