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São Bento (Paraíba)

Cquote1.png Relaxa, conheço ele! Cquote2.png
Mulher de redeiro ao ver policial vindo em sua direção e de seu marido (corno)
Cquote1.png Ai que homem lindo! Cquote2.png
Qualquer uma sobre qualquer um com farda da polícia militar
Cquote1.png Hoje eu quero quatro...um negão, um galego, um bombado e meu corno Cquote2.png
Mulher típica da cidade sobre sua pretensa noite de amor com seus homens

São Bento é uma cidade inútil da Paraíba, conhecida por ser um local aonde corno cresce igual capim em calçada. É uma cidade fracassada e de fracassados, porque na Paraíba qualquer bodega consegue ter a sua região metropolitana, casos de Campina Grande, Patos, Sousa e Gurabira, por exemplo, mas São Bento é tão inútil que nem formar sua região metropolitana ele tem capacidade, tanto que seu povo se contentou e decidiram todos deitar nas redes, tornando-se pelo menos a capital mundial das redes.

Índice

HistóriaEditar

A colonização da região se deu no final do século XIX, quando gente muito desocupada e sem destino decidiu explorar o rio Piranhas, numa esperança de quem sabe encontrar um bom cabaré, afinal o nome do rio deveria ter algum motivo. Infelizmente, aqueles antigos tropeiros, não apenas não encontraram piranhas, como também se perderam do caminho de volta. Por serem apenas vagabundos atrás de piranhas, o povo que deu início ao vilarejo era formado basicamente por iletrados e peões, o que explica a situação atual do município.

Certa época, um sacerdote passou pela região tentando trazer um pouco de moralismo para aquele bando de animais selvagens (como chamava os primeiros habitantes da antiga São Bento, ainda sem nome). O monge era São Bento, que disse para que os moradores parassem de tirar botija, mas ninguém o escutou, basicamente por não entender esse dialeto (o que é um "tirar uma botija"?) e o resultado foi essa maldição que paira na região, hoje rica em cornos, muita mulher vadia e espíritos maus vagando por toda cidade sem poder sair. Rebatizada para São Bento, hoje a cidade clama por um salvador, mas o exército nacional já disse para que não esperem por misericórdia, pois são muito vagabundos e pagarão por tudo. Ironicamente, apesar do nome da cidade, foi São Sebastião o escolhido como padroeiro de São Bento, na maior trairagem.

Oficialmente foi criado só em 1959, quando separa-se de Brejo da Cruz, por motivos de um nem conhecer o outro. Uma vez independente, tem como fatos históricos a cheia do Rio Piranhas no ano de 1980, e o advento de aparecer uma mulher adulta virgem em 2010.

GeografiaEditar

São Bento está localizado no semiárido, e depende totalmente do rio Piranhas, que não tem peixes, mas recebeu esse nome devido ao alto índice de quengas na região. Por sua posição geografia deveria teoricamente pertencer ao Rio Grande do Norte, mas este estado nega-se veementemente a ter esse município para si, até para preservar o formato de elefante de seu mapinha.

EconomiaEditar

 
Monumento da Rede, na entrada da cidade, como símbolo máximo da preguiça dos habitantes locais.

A única coisa produzida, comercializada e exportada por São Bento, são redes. Isso mesmo, já evidenciando a preguiça local. O povo basicamente não gosta de trabalhar, porque já sabe que não importa o quanto se mate de estudar ou trabalhar, a sua condição será a mesma do mais vagabundo da cidade, então todos apenas são especialistas em produzir redes, aí podem dormir e vagabundear o dia inteiro.

PopulaçãoEditar

Com míseros 30 mil habitantes, é mesmo assim uma das maiores metrópoles paraibanas. É considerada segundo o IBGE detentor da maior quantidade per capta de cornos por metro quadrado.

TurismoEditar

A cidade de São Bento atrai cidadãos feios de todas partes do Nordeste, que visitam a região em busca das mulheres fáceis que não se importam com aparência física e só querem sair dali seja com quem for.

Para aqueles que só estão de passagem, os principais pontos turísticos de São Bento são:

  • Monumento da Rede - Apenas um monumento que é símbolo da preguiça típica dos são-bentenses.
  • Rio das Piranhas - Local de desova e consumo de drogas. As únicas piranhas avistadas são as quengas que usam o local para sexo.
  • Praça dos Redeiros (cornos) - Local propicio para adultérios, consumo de drogas, pedofilia e outros delitos.
  • Rua velha - Local onde as mulheres (vadias) da cidade vão exibir seu corpo para delírio dos voyeurs.