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São Sebastião (Distrito Federal)

São Sebastião (também conhecida como São Sebasti-lonjão, pois situa-se nos cafundós do Judas) é uma cidade assaltélite do lado de lá do Lago Paranoá. Disputa desde os tempos remotos da criação do DF qual cidade é pior entre Paranoá e São Sebastião, mas recentemente, por incrível que pareça, surgiram grandes concorrentes a piores cidades do lado de lá do lago, como Varjão e Itapoã, o lado positivo dessas terríveis favelas é encher o ego dos moradores de São Sebastião que iludem-se em achar que são grandes coisas.

A cidade é engraçada por ficar literalmente num buraco, não importando de que ponto você parta até o local, sendo que para chegar lá, você tem que descer um rampeiro bastante conhecido pela região, por ter sido cena de vários acidentes com aqueles Mercedez sem-freio carregados de material de construção.

Índice

HistóriaEditar

 
Buracos e abismos, coisas comuns no maltratado solo lunar de São Sebastião. O povo da cidade pensa que ainda está na idade média para cavar fossas ao redor de suas casas e cultivar respeito aos dragões (que habitam as ruas)...

Nos tempos remotos, a região era dominada pelas grandes fazendas de Taboquinha, Papuda, Neverland e Cachoeirinha, onde escravos sofriam as mais terríveis torturas para trabalharem como jumentos e bois nas plantações de soja, mandrágora, capim e macaxeira da região. Esse tipo de prática foi abolida em 1950, e então todos os escravos foram executados. Para substituí-los, foram contratados nordestinos boias-frias, pilotos de potentes bicicletas Barra-Forte. Devido a esse obscuro fato colonial, hoje, o solo de São Sebastião é amaldiçoado, causando insanidade eleitoral em 20% da população. Os outros 80% são só desorientados espaciais. Na época da construção de Brasília, São Sebastião foi considerada "Área de Risco" pela Defesa Civil do DF. E ainda é: risco de morar mal pra cacete.

O nome da cidade, todavia, em nada tem a ver com o santo São Sebastião, mas sim é uma homenagem ao primeiro mendigo da cidade, o pedreiro "Seu Sebastião", hoje prefeito de Rabolândia, MG.

Esta cidade, São Sebastião, é conhecida também como Cidade do Cachorro louco ou São Sebasratão. Do cachorro louco por causa dos inúmeros cachorros loucos soltos nas ruas, principalmente aos sábados, pela manhã, quando tais animais saem para tomar cachaça na Feira Permanente e jogar sinuca... E São Sebasratão, devido aos animais de estimaçáo mais comuns nas residências, aqueles que saem pelas ruas de boné, bermuda e sandália suja, e falam "tá ligado?" toda hora.

Durante a construção de Brasília essas fazendas que originaram a favela, digo, localidade, foram desapropriadas e nelas instalaram-se os primeiros paraíbas e cearenses da região, que exploravam em trabalho semi-escravo os conterrâneos que chegavam, no comércio de areia, cerâmica, cuspe e olaria, materiais abundantes no local (para serem usadas nas obras de Brasília).

Com o fim do contrato das construtoras, o buraco de São Sebastião foi abandonado pelo governo em 1885 ou 1960, tanto faz. E depois de consumidos todos os recursos naturais locais, observa-se que lugar hoje sofre de um grave estado de erosão do solo e do ar, desmatamento da flora, extinção da fauna e poluição dos lençóis freáticos, além dos idiotas que não sabem andar de bicicleta ou manobrar uma carroça. Atualmente, os problemas ambientais são agravados pelos próprios habitantes, que se encarregam de poluir sonoramente o favelão promovendo breguíssimas festas de funk, rap e sofrência, perto do terminal de ônibus, onde são exibidas muitas mulheres feias e que falam "menas" e "sastifeito".

PopulaçãoEditar

O povo é todo mal-educado e não dá a mínima para os problemas ambientais, tocando fogo nos matagais, comprando lotes ilegais dos Irmãos Metralhas e cuspindo no chão na frente dos outros, sem dar a vez a quem ia fazer a nojeira primeiro. Os preços baixos dos lotes na colonização (de graça, era só chegar e invadir) não impediu que a cidade crescesse ordenadamente, de forma esculhambada, e em 1993 passasse a ser considerada oficialmente uma região administrativa do Distrito Federal (e não do inferno).

O público do transporte que passa pela região é composto por paraíbas tímidos, que ao contrário da população tão fodida quanto e que mora em outras assaltélites, que assim que entram no coletivo abrem a boca para conversar com o primeiro desconhecido que estiver mais próximo, os público de São Sebastião não responde nem um mísero bom dia, proporcionando a qualquer pessoa de 2h de viagem no mais completo silêncio.

Por fim, São Sebastião é uma cidade bastante conhecida por ter mulheres realmente gostosas. As poucas exceções são aquelas mulheres fora de peso, dentre as quais, 100% sofrem de obesidade mórbida, o que não é de todo ruim. Em uma cidade confusa, com ruas estreitamente estreitas e endereços de difícil localização, é sempre bom ter um ponto de referência:   Sabe aquela gorda ali? Então, é só virar à esquerda...  .

TurismoEditar

Um dos mais incríveis pontos turísticos da cidade, o "Presídio da Papupa", que entre grandes estrelas já abrigou Fernandinho Beira-Mar, Satã, Adolf Hitler e Juan Carlos Abadia, também é outro fator importante para o desenvolvimento de São Sebastião, já que em torno do presídio os parentes dos presos vendem cocada e CDs piratas e acampam à espera da saída de seus parentes.

Em 2000, foi escolhido o hino da cidade, chamado "China Girl".

SaúdeEditar

São Sebastião também é carinhosamente conhecida por São Sebasti-Hantão, devido aos recordes de infestação da doença hantavirose, miséria transmitida pela urina de ratos silvestres, via contato. Ou seja, o povo são-sebastianense bebe mijo de camundongo nos botecos, com sal e limão... Esta maravilhosa localidade também é célebre pelos recordes de dengue e febre amarela, aliás, toda doença nova que surge no Centro-Oeste, de alguma forma bizarra, originou-se em São Sebastião -- embora a cidade tenha decepcionado em uma moléstia: ficou em 4o. lugar em Leishmaniose, doença que prefere matar cães no chique bairro do Lago Norte. Para não ficar atrás da terrìvel aglomeração do Paranoá, a cidade atualmente tem postulado junto à OMS (Organização Mundial de Saúde) alguma pandemia nova e na moda, para manter o status de vanguardista em doenças. Mesmo assim, São Sebasti-Hantão deveria ser interditada, dedetizada, desinfetada e deixada de quarentena por atentar contra a saúde pública do mundo ocidental (e não levar nenhum crédito por isso, uma injustiça histórica, segundo especialistas).

BairroEditar

São Sebas, como é chamada a região por aqueles com passagem pela polícia, possui alguns bairros, quase indistinguíveis entre si, já que tudo aquilo não passa de um imenso valão. São eles:

  • São Bartolomeu, o bairro da vila olímpica e do Instituto Federal. É um dos bairros mais sinistros daquele lugar (na verdade, todos são). Nele, qualquer pardo andando de bicicleta ou de moto vira um possível assaltante, fora o mato alto e o excesso de descampados. O lugar é uma mistura de pasto com área urbana.
  • Tradicional
  • Centro
  • São José
  • Morro Azul, o único lugar que faz jus ao nome em todo o Distrito Federal. É um morro que lembra bem aqueles do Rio.

Jardins MangueiralEditar

Um bairro em especial é o Jardins Mangueiral. Apesar de terem como vizinhos os manos da Papuda — dá pra visitar o presídio a pé, partindo da Quadra 10 — é um dos lugares mais seguros considerando toda a região norte, leste e sudeste do DF.

É um bairro que apesar de ter sido criado pelo programa Minha Casa, Minha Vida, conta com vários condomínios fechados (com nome igual a Jardins + árvore), além de outros mimos como cerca de dois metros separando o condomínio do restante da cidade, uma viatura da PMDF a cada 30min (coisa que não se vê nem no desfile da própria corporação) além, claro, de ônibus a cada 15 minutos, apesar de todos os moradores lá possuir transporte particular.

Na entrada do bairro tem uns detentos (qualquer careca de blusa branca) em regime semi-aberto que sai pra tomar o ar, mas depois dali, você nem lembra que está em São Sebastião.

Cidades IrmãsEditar