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Símbolo Butanês da Felicidade

Como duvidar que isto deixa o Butão mais alegrinho?

O Símbolo Butanês da Felicidade é um símbolo místico e sagrado que satisfaz os habitantes do Butão como nenhum outro. Enfiado em praticamente todas as gretas, grotas e vales do país, ele deixa os butânicos rindo à toa, e ninguém faz questão que ele ligue no dia seguinte.

HistóriaEditar

Dizem as lendas butanesas que o deus Pin-Ton, na época em que as montanhas do Himoloida começaram a se formar nas beirolas do Butão, interessou-se em penetrar aquele estreito e escuro reino para adicionar um pouco de variedade em seu cotidiano. Entretanto, o povo local, orgulhoso e tradicionalista, recusou-se a liberar o Butão assim tão facilmente, pois provavelmente tornar-se-ia falado na comunidade asianal.

Muitos ânus se passaram até que, numa manhã chuvosa de quarta-feira de cinzas, quando os butanenses estavam largados por aí curtindo uma ressaca violenta, o Butão foi invadido pelo garboso Pin-Ton sem nem pedir licença. Houve grande rebuliço, mas depois de algum tempo os habitantes do país se acostumaram e viram que o vento quente na nuca era até agradável. Daquele dia em diante, os butanésios tornaram-se um povo mais alegre e liberal, e começaram a celebrar o Festival das Pregas Perdidas toda segunda semana de fevereiro.

Modo de usarEditar

Como forma de requisitar a rígida proteção do deus Pin-Ton, os butaneiros passaram a dar uma pintada especial nas paredes de suas casas, pintando pintos cabeçudos e rebuscados que fariam sua mãe suspirar de saudades. Por isso, é muito comum que os butanoides machos, no período de acasalamento, aproximem-se das fêmeas da espécie com a seguinte frase:

  Oi, você pinta como eu pinto? Não? Então vamos lá em casa que eu te mostro como faz.  

No entanto, como os butanianos, assim como a maioria dos povos de olhos puxados (à exceção dos índios brasileiros), é muito inocente, normalmente o que poderia ser uma cantada infalível termina com os dois butanildos cobertos apenas de tinta. Afinal, por serem um povo avesso a novas tecnologias, eles acham que a melhor forma de dar uma pintada é com brochas.

RepercussãoEditar

Devido à sua obsessão com pintos, o Butão foi impiedosamente expulso de organismos internacionais como a PANACA (Países Nacionalmente Católicos) e a CARALHO (Católicos de Regiões Altamente Hostis e Orgulhosas), além de ter sido incluído na lista negra da TFP como um dos Países com forte conteúdo sexual. O presidente ultradireitista reacionário George W. Bush quis invadir o Butão para acabar com essa bagunça toda, mas desistiu porque sua religião não permitia. Entretanto, o país lucra rios de dinheiro todo ano com volumosas excursões de alegres turistas da França, Argentina e de cidades como Pelotas, Campinas e Campos dos Goytacazes.