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Síndrome da Decapitação

Asclepius.png A Desciclopédia não é um consultório de medicuzinho.
Por isso, tome vergonha e vá procurar um para fazer seu check-up.

Cquote1.png Ouiii!! Cquote2.png
Rei Luiz XVI
Cquote1.png Isso realmente existe ou é só um mito? Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Síndrome da Decapitação
Cquote1.png Na União Soviética, a cabeça corta VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Síndrome da Decapitação
Cquote1.png Cara, fica nervoso não! Você vai acabar perdendo a cabeça assim Cquote2.png
Eu sobre você contrair a Síndrome da Decapitação
Cquote1.png Eu sobrevivi!! Cquote2.png
Homem Sem Cabeça sobre Síndrome da Decapitação
Cquote1.png Eu também!! Cquote2.png
Mula-sem-Cabeça sobre Síndrome da Decapitação
Cquote1.png E eu idem!! Cquote2.png
Codorna sem Cabeça sobre Síndrome da Decapitação

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Decapitação.

A Síndrome da Decapitação (SDD) é a doença mais mortal do mundo. É transmitida pelo ar através de um vírus que ataca objetos afiados incluindo, porém não limitando-se a facas, machados, hélices de helicópteros e bocas de mafagafos. Quando os objetos infectados entram em contato com os tecidos vulneráveis do pescoço com frequência e/ou força para transmitir com sucesso o vírus, a vítima contrai a doença. Uma vez contraída a SDD é incurável e intratável; 100% das vítimas morrem poucos segundos após apresentarem os primeiros sintomas.

Índice

Principais sintomasEditar

Há poucos sintomas de SDD apurados devido à rápida progressão da doença. Os principais são:

  • Sangramento intenso
  • Perda das capacidades motoras
  • Habilidade de ver as próprias costas sem usar um espelho
  • Instantânea separação da cabeça e do pescoço

PrevençãoEditar

 
Teste de contaminação de SDD

O método mais comum de prevenção da SDD é simplesmente evitar objetos afiados. O centro de controle de doenças cabulosas da UFRJ publicou vários estudos científicos no renomado Jornal de Medicina do Sudão que sugerem que os objetos afiados são a causa número um de infecção.

Enquanto casos de autoinfecção são raros, alguns casos são noticiados em respeitáveis jornais populares. Para reduzir as chances de autocontaminação, cirurgiões gerais recomendam que você mantenha todo tipo de material cortante longe da sua garganta, pois a garganta é a parte mais suscetível à contaminação.

Testar objetos para verificar o nível de infecção é complicado, infelizmente, como a SDD é quase impossível de ser cultivada em laboratório. O único método de testar a presença do vírus é tentando infectar alguém com o objeto suspeito. Tentativas iniciais feitas por médicos de realizar testes de SDD fracassaram devido à falta de voluntários.

Vários testes foram executados em animais como ratos, cães e gatinhos usando vários objetos como facas Ginsu, navalhas, peixeiras e moto-serras. Embora os testes tenham evitado milhares de novos casos de SDD, ativistas dos direitos animais mal-informados rotularam os experimentos como "desnecessários", "cruéis" e "doentios" e arrumaram um jeito de acabar com os testes. Felizmente os pesquisadores foram capazes de remover os animais rapidamente de seus antigos laboratórios e atualmente mantém os experimentos em Nauru e Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch, salvando ainda mais vidas.

A pesquisa recentemente elaborou um medicamento capaz de prevenir a doença em seus estágios infantis. Esta medida preventiva vem na forma de uma pasta metálica com propriedades medicinais que são eficazes SDDcidas. O procedimento é muito simples - os usuários podem comprar a pasta médica nas refinarias locais de metais e aplicá-la em volta de todo o pescoço. É obrigatório aguardar a pasta secar ate endurecer, dando forma a um encantador molde em volta da garganta. o indivíduo então é declarado seguro do dano. Entretanto, os efeitos colaterais incluem a rigidez da garganta, a perda do movimento do pescoço e em determinados casos, asfixia. Consequentemente, é habitual consultar seu metafarmacêutico local para avaliar suas condições e para decidir-se se você estiver no risco.

História da SDDEditar

 
Um antigo transmissor da síndrome da decapitação, retratado por um artista.

SDD tem sido identificada ao longo dos tempos através de diversos registros históricos. Em 1979 arqueólogos encontraram um esqueleto de um homem de Neandhertal com mais de 200.000 anos, exibindo sinais clássicos dda Sídrome da Decapitação. Cerca de uma semana depois os mesmos arqueólogos localizaram uma antiga ferramenta que foi testada para anticorpos da SDD. O resultado foi ambíguo: o primeiro arqueólogo concluiu que a ferramenta estava contaminada com ó vírus, enquanto que o segundo arqueólogo extremamente desacreditado dessa conclusão, bradou que poria sua vida em risco para provar que a ferramenta não estava infectada.

O primeiro arqueólogo, para provar sua tese, intentou infectar o seu colega. Após cinco minutos de repetidas tentativas, sua cabeça descolou do seu corpo, confirmando, dessa forma, a teoria do primeiro arqueólogo. Tornou-se então prova incontestável de que o vírus da Síndrome da Decapitação permanece dormente por milhares de anos, sem perder sua vitalidade.

A SDD foi particularmente prevalente na idade média e renascença, período em que o vírus foi usado pela primeira vez nas guerras. De fato o vírus da SDD foi a primeira arma biológica de que se tem conhecimento. Com o avanço da tecnologia aplicada à pena de morte, o vírus da DSS foi sendo substituído por outros métodos, sendo hoje suplantado especialmente pela cadeira elétrica, que transmite a bactéria da Síndrome da eletrocução.

Houve uma intensa epidemia de SDD na França, no século XVI, disseminado especialmente pelos revolucionários. Felizmente a epidemia somente durou alguns anos, tedo declinado após a queda no número de objetos usados no sacrifício.

SDD no mundo modernoEditar

 
Um dos transmissores modernos.

Nos Estados Unidos houve uma constante queda no número de casos de SDD a cada ano, primeiramente por causa do serviço de mensagens públicas que aumentou o temor a esta doença na população. Infelizmente outros países como o Iraque não cumprem com as metas de redução dos índices de SDD. Uma particularidade virulenta da Síndrome da Decaptação elevou suas feias cabeças-sem-corpos aos mais famosos reality shows da rede de TV terrorista Al Jazeera, O Pescoço mais fraco e Eu sou uma cabeça infiel, arranque-me deste corpo.

O futuro da SDDEditar

O futuro desta mazela mortal é incerto, mas especialistas especulam que a Síndrome da Decapitação jamais será erradicada, especialmente a que se vê em filmes de terror, ficção científica ou Chuck Norris. Entretanto com a consciência da população sobre o avanço da SDD, peritos médicos acreditam que os casos ao redor do mundo, principalmente nos países desenvolvidos, cairão drasticamente.

Em um futuro próximo, entretanto, cientistas prevêm uma epidemia de SDD na Terra Média, então é melhor ficar bem longe de lá nos próximos cinco ou cinqüenta anos. De fato, apenas evite o lugar para o resto da vida, você não viverá tanto de qualquer forma mesmo. Eu sei disso por que você está lendo essa droga de artigo, quem presta atenção nessa merda?

Mitos em torno da SDDEditar

 
Pessoas com Síndrome da Decapitação sofrem discriminação frequente
  1. Mito: SDD é extremamente contagiosa, por isso, deve-se ficar longe de uma pessoa infectada.
    • A Verdade: Não. SDD não pode ser transmitida de uma pessoa para a outra, como a gripe. Então, você pode sair, dançar e fazer outras coisas nojentas com uma pessoa infectada o quanto quiser, por mais horroroso que isso seja.
  2. Mito: Nem todos que pegam SDD morrem.
    • A Verdade: Inverdade! Todos os que adquirem SDD vão morrer, sem tempo nem para transmitir seus genes. Os cientistas não tem certeza ainda sobre o que acontece com gêmeos siameses, já que não existem exemplares suficientes. Esses cientistas já entraram com um recurso na justiça para fazerem gêmeos siameses em laboratório, pelo simples prazer de ve-los morrer, mas a Igreja Universal do Reino de Deus tem bloqueado essas pesquisas.
  3. Mito: Tudo o que é cortante pode sofrer de SDD.
    • A Verdade: Verdade. Qualquer coisa cortante "pode" transmitir SDD. No entanto, objetos menos afiados (Parecidos com as unhas da Sua Mãe) tem menos chance de transmitir SDD, porque abrigam uma baixa quantidade de vírus.
  4. Mito: Emos querem ter SDD.
    • A Verdade: Verdade. Apesar de preferirem pulsos, esse tipo de pessoa pode fazer qualquer coisa para ganhar um pouco de atenção.
  5. Mito: Sabres de luz podem passar SDD.
    • A Verdade: Idiotice. SDD só pode acontecer em objetos cortantes. Sendo o sabre de luz um objeto que derrete, e não corta, não tem como uma pessoa ser cortada e infectada. Aliás, o imenso calor irradiado de um Sabre de Luz é suficiente para matar todas as bactérias ao redor do Sabre, formando uma parede que o protege de ataques do vírus da SDD.
  6. Mito: SDD é só um castigo divino pela abominável prática do Cheiramento de Gatinhos.
    • A Verdade: Coisa de político. Não existe ligação entre SDD e Deus (Ou não?), e nem mesmo forma de se fazer isso. A não ser que você esteja tentando uma técnica pouco conhecida.
  7. Mito: Mafagafos podem passar SDD.
    • A Verdade: Pare de ler a Wikipedia. Mafagafos podem, sim, adquirir SDD, mas assim que fizerem o movimento inicial de decapitação, não param só no pescoço. Por isso, não são portadores legítimos.
  8. Mito: SDD também é uma sigla para Saga Digital Demôniaca
    • A Verdade: Respondemos isso pra você depois.
  9. Mito: SDD pode afetar outras partes do corpo.
    • A Verdade: Absoluta mentira. Por alguma razão desconhecida, a pele do pescoço é o único lugar onde a SDD é efetiva.
  10. Mito: Armas transmitem SDD.
    • A Verdade: Quantas vezes vou ter que dizer? Somente objetos cortantes passam SDD! Apesar de uma arma destruir uma cabeça e atirar fogo, isso não pode resultar em infecção por SDD. Mas talvez possa causar um caso agudo de Síndrome de Cabeça Explosiva SCE.

Ver tambémEditar


Síndromes, autismos, retardos mentais e outras frescuras patológicas da humanidade