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Sales Oliveira

Gnome-searchtool blue.png Sales Oliveira é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Provavelmente, esta cidade não tem mais do que dez anos.

Sciences de la terre.svg.png
Serjão entrevista.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

Night creature.JPG Sales Oliveira surgiu das trevas!!

E à meia-noite vai levar a tua alma!

Puro osso.gif


Cquote1.png Você quis dizer: Roça Cquote2.png
Google sobre Sales Oliveira
Cquote1.png Você quis dizer: Capital da Lombada Cquote2.png
Google sobre Sales Oliveira
Cquote1.png É uma cilada Bino! Cquote2.png
Pedro sobre Sales Oliveira
Cquote1.png É uma bilada Cino! Cquote2.png
Pedro sobre Sales Oliveira do Mundo Invertido
Cquote1.png Yo no lo conozco señor! Cquote2.png
Mini mexicano do episódio do "Pica pau Delegado" sobre Sales Oliveira
Cquote1.png Mas quem conhece?!? Cquote2.png
Qualquer pessoa não Salense sobre Sales Oliveira
Cquote1.png Isso, perto de Ribeirão Preto... Cquote2.png
Salense sobre a localização de Sales Oliveira

Sales Oliveira é uma pequena cidade do interior de São Paulo, conhecida mundialmente como a capital da Palha e das Lombadas, possuindo atualmente 11.845 habitantes, 18.300 palheiras e 31.654 lombadas. Sales Oliveira é conhecida por sua hospitalidade característica do interior, onde qualquer forasteiro logo vira assunto na boca da legião de idosos da cidade.

PopulaçãoEditar

Conhecida como o maior asilo a céu aberto do Brasil, a cidade é um verdadeiro refúgio para velhos prontos para morrer que decidiram fazer hora extra.

Outras parcelas significativas da população são super interessantes garotos com carros rebaixados e som alto que jamais concluíram o ensino médio, as novinhas de short tolado que viram mães solteiras aos 15 anos de idade, além da maior parcela de religiosos hipócritas deste sistema solar.

EconomiaEditar

Sales Oliveira faliu!
Cows1.jpg Nem tua mãe quita suas dívidas!

Outros que ficaram no vermelho.

Exemplo de comércio.


Sales Oliveira vive hoje do beneficiamento da palha do milho para confecção de cigarros caipiras, famosos em todo Brasil. É o jeito salense de contribuir com a saúde e crescimento econômico do País. Tais empreendimentos garantem um agradável aroma de enxofre pela cidade, que aliado ao delicioso clima, quase sempre superior a 43°C na sombra, proporcionam aos religiosos salenses uma realista prévia do que os aguarda após a morte.

Índice

ComércioEditar

Comporta hoje um mercado interno com cerca de dez lojinhas, que contribuem com um acréscimo no PIB de cerca de 0,75 centavos anuais.

Os Botecos são responsáveis por fazer o suado dinheiro do Cidadão Salense girar. Nos botecos espalhados pela cidade você poderá encontrar desde uns tragos tradicionais, como a pinga de engenho e o coquetel de enxofre (inventado para dar um destino ambientalmente correto para as 38 toneladas semanais de enxofre que sobram das palheiras municipais), até itens não tão comuns, como couro de Mafagafo, bolinho de carne de cachorro e urânio enriquecido.

 
Típico bar com típico bêbado frequentador.

Destaca-se também o comércio de carne de cachorro, já que a cidade é o maior abatedouro legalizado de cachorros do estado de São Paulo.


EsportesEditar

O típico cidadão Salense é um esportista nato. Dentre os principais esportes praticados, podemos citar os seguintes:

Arremesso de opiniões que não foram pedidas;

100 metros rasos sentado na calçada falando da vida alheia;

Engolimento de hóstia;

Caça ao cachorro;

Truco na Praça da Matriz e

Levantamento de copo.

Atrações TurísticasEditar

 
A moderrrna estação de trem cujo construtor dá nome a cidade.

Dentre os inúmeros pontos turísticos municipais, podemos citar a incrível Rua das Árvores, o Zé do Lanche, o Cemitério Municipal, a Estação Ferroviária, dentre outros.

Apesar de tantas atrações, o melhor programa para se fazer em Sales oliveira ainda é ir Para Ribeirão Preto.

CarnavalEditar

O carnaval é uma festa tradicional no município, que chega a reunir 50.000 pessoas entre munícipes e visitantes em 3 quarteirões do centro da cidade. O clima de alegria e comemoração só é menor que o cheiro de odores corporais e a quantidade de drogas ilícitas disponíveis.

O Carnaval é também a única época em que a reprodução dos cidadãos é autorizada, de modo a garantir que a cidade sempre esteja próxima a 10.000 habitantes, garantindo assim o ar provinciano e chato pra caralho de pacata cidade do interior.

Demais FestasEditar

Cansados de ter de usar drogas da Praça da Matriz, os adolescentes da cidade hoje se reúnem em edículas alugadas, onde fazem festas open bar, open droga e open xota. Tais festividades são a oportunidade perfeita dos jovens oriundos da tradicionais famílias salenses mostrarem todo seu potencial.

Dialeto PróprioEditar

Ao longo dos anos Sales Oliveira curiosamente desenvolveu um dialeto próprio, utilizado para facilitar a comunicação entre seus cidadães. A prática de se comunicar de uma maneira diferente surgiu em meados da década de 40 com o estouro da Segunda Guerra Mundial, temendo pela segurança das informações trocadas no comercio da região Sr. Fabrício Sales criou uma forma criativa de criptografar toda e qualquer palavra dita no centro comercial. Daí em diante os moradores continuaram com a prática que é reconhecida culturalmente pela UNESCO.

Dialeto:

Lamber a frigideira - Passar a língua sobre a b....

Você não paga força? - Conta de energia elétrica.

Bilinha da Garrafa - Tampinha da Garrafa.

Chamei o Juca - Vomitar.

O bichão ta berrano - Estar sofrendo; Passar por ou experimentar ato de sofrência.

Largato - Lagarto.

Lagarto - Carne recheada.

Encher uma sacola de nutella - Expelir fezes; defecar.

Xulipa - Corpo sólido completamente redondo em toda a sua extensão; esfera, globo, bola.

Estilingar - Deixar um local, sair de algum lugar, ir-se embora, retirar-se.

Aparelho - Celular.

Pau de bosta - Treta; Ação que se vale de astúcia.

Freia no estilingue - Boiola.

Macuco - Ato ou efeito de sujar; imundície, porcaria, sujidade.

Dar um espaiô - Dar barraco.

Errei o gorpe - Fazer algo algo errado.

Sentá no pau do paiaço - Agir como sacana.

Bater um pavão - Praticar roubo(s) [em]; agir como ladrão.

Batendo Biela - Ficando Maluco.

Febrento - Encher o Saco; Tirar a paciência.

Chutô meus bago - Quebrar as perna - Sacanear, Apoquentar, Chatear.

Largata (da borboleta) no argudão - Deu caruncho na farinha - Algo saiu fora do planejado.

Marrá o Arco - Beber todas; Ficar Bebado.

Ranquei procê peida - Deixar pra lá.

Punhado - Bastante, Um monte de algo.

Biroca - Bolinha de Gude.

Tequei - Quando acerta uma bolinha de gude em outra bolinha. Atirar algo ou objeto em um alvo pré-determinado.

Pinguela - Obra construída para estabelecer comunicação entre dois pontos separados por um curso de água ou qualquer depressão do terreno.

Cagá em Cascata - Não vai dar certo.

Nem Luil - Não se manifestou.

Época da política - Período no qual ocorre as eleições.

Binga - Isqueiro, objeto munido de pederneira, a qual, ao ser atritada, produz centelhas que inflamam um pavio.

Vou dar um sapo seco - Bate e volta, Fazer rápido, no relaxo.

Reguinho D'água - Riacho Pequeno.

Zangô - Pau de Bosta.

Joga pedra na Lua - Louco.

Vuá - Avuá - Sustentar-se ou mover-se no ar por meio de asas ou algum meio mecânico.

Pau na Gata - Mandar bala - Let's go - Deixar algum lugar; Sair de algum lugar; Partir.

Dar um furão - Conjunto de excitações e atividades, presentes desde a infância (de um indivíduo), que está ligado ao coito, assim como aos conflitos daí resultantes.

Peloto - Porção de quaisquer coisas amontoadas.

Principais feriadosEditar

1 de janeiro - comemoração do primeiro dia de mais um ano pacato nessa megalópole.

2 de janeiro - dia de aproveitar a ressaca vergonhosamente orgulhosamente conquistada no dia anterior.

1 de Abril - "Dia da Independência", ou "Dia da Mentira", como preferir.

21 de Abril - Dia do reabastecimento do "álcool" de péssima ótima qualidade nos butecos.

4 de Maio - Dia das lombadas, em homenagem às duas construídas com barro no <feudo na cidade.

5 de Maio - Dia de ir ao banco (usado como pretexto para ir tomar sorvete na única maior sorveteria da cidade, afinal, o nível econômico não permite que se faça muito num banco).

6 de Maio - Dia das ruas que por acaso são denominadas em homenagem aos vassalos cidadãos mais inúteis ilustres.

22 de Maio - Aniversário da cidade.

21 de Junho - Dia da praça, único maior local de lazer ou não, que possui uma bacia fonte que está quebrada há séculos.

15 de Agosto - Dia do bar da praça, que é o que mais atrai os moradores à tal praça.

7 de Setembro - Dia da Libertação dos Escravos porém, o trabalho pentelho infantil continua nas palheiras que se estabelecem em cada esquina da metrópole salense.

11 de Outubro - Dia do único preferido lugar para se realizar festas juninas baladas.

31 de Dezembro - Dia de beber (um dia muito diferente de todos os outros).