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Sanclerlândia

Sanclerlândia é uma chácara a 125 km de Goiânia cheia de anões de jardim vivos, muito capim e palha, objetos dos quais são construídas todas edificações do município.

Índice

HistóriaEditar

 
Típica rua de Sanclerlândia.

Essa tragédia surgiu por volta de 1943 quando um pessoal que ao invés de trabalhar ficava fazendo peregrinação para o meio do mato para rezar terços. Aquele buraco recebeu o nome de Cruzeiro e várias casinhas de madeira foram brotando em volta da igrejinha, usando o estilo de arquitetura do renomado engenheiro Bear Grylls.

O herói da cidade é Saint Clair Rodrigues de Mendonça, o dono de um armazém-puteiro de sucesso que vendia de absolutamente tudo que vinha da Bolívia e ainda era um famoso cafetão, por ter sido o dono da vila por um grande tempo, trazendo para ela desenvolvimento graças a maconha e prostitutas, recebeu o nome de Sanclerlândia.

Em 1964 finalmente separa-se de Mossâmedes. Se Mossâmedes já é ruim, imagina Sanclerlândia? Preciso dizer mais?

Atualmente não passa de uma currutela desconhecida qualquer. O avanço já chegou na cidade que possui casas de madeira, um terreno baldio para corridas de jumentos e tem até um Banco do Brasil. Incrível!

PopulaçãoEditar

Sanclerlândia tem uma população total de 7000 caipiras divididos entre agroboys, agrogirls, velhos usando roupas quadriculadas xadrez com um matinho na boca e chapéu de palha e suas esposas velhas gordas.

Porém atualmente esta população evoluiu, passando assim a ter os "homens" como garotos de programa (bissexuais), onde procuram por algum cara rico que possa pagar o suficiente pra que eles sintam uma "vara" lhes perfurar as partes traseiras, para que mais tarde eles possam (mesmo que todo ardido) saírem com suas namoradas cornas para as festas pagando de ricão, porém todos sabem que eles não passam de viados enrustidos que não tem coragem pra assumir quem são, e ainda passam vergonha nos que tem tal coragem.

Já as mulheres por outro lado (pelo ao menos algumas) não passam de um bando de (como já dito antes) cornas, (porém sempre a mais adjetivos para as pessoas deste querido buraco infernal), bem as "mulheres" além de cornas não passam de um bando de noiadas encrenqueiras, que além de levar "chifre cor de rosa" de seus amados, ainda agridem outras coitadas que também levam do mesmo chifre, com a acusação de que "uma 'talaricou' o namorado (garoto de programa da outra) da outra" porém mal sabem essas cornas mal amadas que enquanto elas estão se estapeando por estes jovens, eles estão nos motéis dos arredores da cidade com os donos de farmácia, cabeleireiros, e filhos de donos de chácaras levando "madeira" nas partes íntimas, os menos corajosos acabam por "dar a madeirada" mas mesmo assim não deixam em momento algum de serem "garotos de programa (bissexuais)"

EconomiaEditar

A economia da cidade inteira é baseada no comércio e negócio de leite e seus derivados, ou seja, é uma cidade pobre.

TurismoEditar

MWAHAHAHAHAHA!MWAHAHAHAHAHA!

Desculpe, você falou de turismo? Em Sanclerlândia? Tendo tanto lugar melhor no mundo a visitar?

MWAHAHAHAHAHA!MWAHAHAHAHAHA!

Tudo bem, já que você insiste em visitar Sanclerlândia, talvez você possa ir jogar damas nas pracinhas das igrejas da cidade. Ou então assistir os touros cruzar com as vacas no pasto.