Abrir menu principal

Desciclopédia β

Santa Rosa de Viterbo


Cquote1.png Você quis dizer: Nossa Senhora de Aparecida Cquote2.png
Google sobre Santa Rosa de Viterbo
Cquote1.png Você quis dizer: Santa Rosa DO Viterbo Cquote2.png
Google sobre Santa Rosa de Viterbo
Cquote1.png Você quis dizer: Cidade Dormitório Cquote2.png
Google sobre Santa Rosa de Viterbo
Cquote1.png Você quis dizer: Cidade Sem Empregos Cquote2.png
Google sobre Santa Rosa de Viterbo
Cquote1.png Você quis dizer: Ex-Colônia dos Matarazzo Cquote2.png
Google sobre Santa Rosa de Viterbo
Cquote1.png -Pois não, senhora! Aproveite porque está BARATINHA... Cquote2.png
Mascate sobre Nossa Senhora de Aparecida
Cquote1.png -Mas esta não é Nossa Senhora de Aparecida, é Santa Rosa!!! Cquote2.png
Padre ao ver a imagem da Santa

Índice

Origem do nomeEditar

SANTA ROSA DE VITERBO, também conhecida como Santa Rosa DO Viterbo (toda sua população odeia quando falam DO), é uma cidadezinha interiorana que é mais conhecida pelo sucateamento das fábricas Matarazzo, da fazenda Amália e por não ter empregos suficientes para sua população. Fica perto da hipermegaregião de Ribeirão Preto, a cidade do famoso e folclórico "Chope Subterrâneo da Antarctica-Pinguim" também cidadezinha interiorana do Estado de São Paulo.

A cidade tem esse nome por causa de uma santa que se chama: ROSA DE VITERBO? NÃOOO! EERRROOOOUUUU! Era apenas Rosa. O “de Viterbo” vem do nome da cidade italiana em que Santa Rosa viveu os seus poucos aninhos de vida... pois como toda boa santa, morreu cedo demais para descobrir os prazeres da vida. Diz a lenda que Rosa dava aos mais necessitados, como toda santa. E que não gostavam que ela desse tanto. Foi daí que ela, muito esperta, pegou um monte de rosas do seu jardim secreto e escondeu embaixo do seu vestido. E, quando perguntavam para ela: "O que andas dando por ai?" esta sabidamente respondia: "Dou rosas, pois são belas mesmo tendo espinhos!" (Momento REFLEXÃO... Amém!)

Ai, depois vem a morte, a canonização e pronto! Mais uma santa no altar.

A história de como o nome dela veio parar na cidade é bem mais interessante...

Resumidamente, tudo começa quando frequentadores fiéis do local resolvem montar uma igreja (coisa muito rara e antieconômica no Brasil, diga-se de passagem) bem onde havia uma simples capela. Devido ao aumento da população e ao fato de escolhem a imagem de Nossa Senhora de Aparecida para adorar, uma velhinha aguardou pacientemente por dias a visita de um mascate. Quando ele chegou, percebendo o interesse e ansiedade da velhinha perguntando se ele tinha tal imagem e vendo que não a tinha (matreiro e sagaz), escolheu justamente a da nossa protagonista, enganando a velhinha!

Ai a história se desenrola, adotaram Santa Rosa mesmo assim e após o passar dos anos, chega, enfim, o famoso Conde Francisco Matarazzo, imigrante italiano que começou vendendo sardinhas enlatadas de Veneza, mortadelas e lingüiças e se tornou um senhor feudal que colonizou a cidadezinha através de mão de obra barata pela cultura do café, cana-de-açúcar, sabonete, doce de goiaba, molho de tomate e etc. Seus humildes investimentos localizavam-se numa fazenda chamada Amália, comprada de Henrique Dumont, pai de Santos Dumont, o "PAI DA AVIAÇÃO". Atualmente, o Império Matarazzo desabou devido à má administração de seus inexperientes e gananciosos descendentes e nem espumas sobraram pra contar história... Ainda conserva-se um palacete localizado em uma praça cuja placa leva o nome da sua filha, Maria Pia, em cima da mesma tem um pinto, cujos guardiões são dois leões que curiosamente estão enfrentando serpentes e jacarés... analogias a parte, Santa Rosa de Viterbo completou 100 anos de existência no ano de 2010 e como dizem as boas línguas: uma cidade cheia de rosas, mas que de santa não tem nada!

TopografiaEditar

Curiosamente,o centro da cidade fica nas imediações da divisa com a fazenda Amália,próximo a pastos e matadouros mal-assombrados. Possui aproximadamente umas duzentas ruas, das quais 85% são na contra-mão,o que torna a vida dos habitantes mais feliz, pois isso é assunto para os pseudo-intelectuais discutirem nas suas reuniões, dentro dos botecos da Câmara Municipal.

Com a chegada de Antônio Conselheiro, houve a emancipação do Bairro Nosso Teto, atualmente uma espécie de cracolândia Las Vegas para os Santarrosenses. Este bairro recebeu dois novos bairros vizinhos: O Montorão e o Jardim Dom Bosco, ambos assaltados pelos marginais e desempregados ds cidade. A caça às latinhas, garrafas e de papelão nas ruas virou meio de sobrevivência porque o Poder Público está pouco se lixando não dà a mínima pra falta de emprego que assombra aos moradores da cidade. Como a iniciativa privada está abrindo vários e vários empreendimentos imobiliários, Santa Rosa de Viterbo ficou conhecida como a cidade dormitório. Mora-se aqui, trabalha-se a dezenas de quilômetros daqui.

Esforços recentes tentam revitalizar o bairro de Nhumirim, ponto turístico preferido de drogados jovens e bebuns artistas locais para fazerem suas orgias atividades culturais.

CulturaEditar

Com o desfavelamento da Rua Rio Pardo,os drogados jovens santarossenses migraram para várias outras atividades noturnas,como ficar em porta de choperia entrando na frente dos carros, empinando motos aos 200 Km/h, brincando de rodar na contra-mão ou em postos de gasolina tentando serem atropelados. Tudo para aparecerem nos jornais citadinos.

Os habitantes mais tradicionais lutam pela volta dos velhos costumes,como a caça ao Tirisco,na qual deve-se andar pelado no meio do mato batendo panela para procurar um animalzinho peludo (prática feita somente por homens,de preferência (jovens visitantes desavisados) ou a volta da Semana Universitária,época em que bandas de merda famosas e drogados intelectuais visitavam a cidade para se prostituírem alegrarem.

SímbolosEditar

Um dos maiores símbolos da cidade é um boneco/placa de trânsito chamado Alexandre,que fica com o dedo do meio apontando para a Fazenda Amália. Dizem os mais antigos,que Alexandre foi um ex-escravo pauzudo, que cansado de trabalhar nas indústrias Matarazzo,ofereceu sua alma ao capiroto em troca de fama.O Demo o transformou em placa de trânsito,fazendo-o ser até hoje lembrado e cultuado por jovens roqueiros e ex-moradores das antigas colônias Amalienses.

 
ALEXANDRE