Santana de Parnaíba

Cquote1.svg É isso aí, os negócios de Santana estão a cada dia cresceno. Cquote2.svg
Santanistas sobre a pirataria a solta em Santana de Parnaíba

Município de Santana de Parnaiba
"Coração do mundo"
Santana Parna band.jpg Santanabrasao1.jpg
Aniversário 14 de novembro
Fundação 1625
Gentílico parnaibano ou parnaibano-de-santana
Lema Berço dos Bandeirantes
Prefeito(a) Elvis Cezar
Localização
Localização de Santana de Parnaiba
Estado São Paulo
Região metropolitana São Paulo
Municípios limítrofes Pirapora do Bom Jesus, Cajamar (N), São Paulo, Osasco (L), Barueri, Itapevi (S),Araçariguama (O).
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área 183,816 km²
População 100.189 hab. 15/04/2021
Idioma Não disponível
Densidade 556,1 hab./km²
Altitude 250 metros
Clima subtropical
Fuso horário UTC -3
Indicadores
IDH 0,024 ( ) - PNUD/2000
PIB R$ 666.666.666,00 APOGLBT/2003
PIB per capita R$ 240.240,24 APOGLBT/2003

Santana de Parnaíba é mais uma das cidades sobre o governo do tráfico de drogas de São Paulo. Era o porto de onde os Bandeirantes partiam rumo ao interior para caçar índios e vandalizar a floresta e muitos deles foram paridos por ali mesmo, quando suas progenitoras iam à margem do rio para dar uma cagada defecar.

O padre Pompeu de Almeida financiava as bandeiras para que trouxessem indiozinhos para serem "iniciados" por ele, fazendo do lugar um ponto de concentração de bandeirantes e indígenas de cu arregaçado.

Era praticamente uma Major Sertório do tempo das bandeiras.

HistóriaEditar

 
Um jipe de bandeirante pronto para desbravar o interior de São Paulo.

Tudo começa em 2077 a.C. quando Roberta Close, atendendo pelo nome de "Suzana" (segundo constava na carteira de trabalho), recebe ajuda de Paula Fernandes e as duas fundam uma fazenda (que na verdade é um novo ponto de travestis) na beira de um rio. O pequeno negócio, que até então era chamado de "Fazenda das Paraíbas", ainda não era grandes merdas, mas certamente era promissor. E esse rio próximo, de tanto lavarem as calçolas nele, tornaria-se o Rio Tietê, o mais limpo do Brasil. Como o lugar próximo à fazenda também tinha boas rotas de fuga, os bandeirantes aproveitavam para dar umazinha, levar travecos nos jipes, e fugir com o ouro que tiravam das terras alheias.

Mas a situação mudou com o fim das bandeiras, pois Jânio Quadros resolveu passar o cabo da vassoura em qualquer bandeirante que fosse avistado por lá, e expulsar os travestis daquela fazenda (que agora era uma vila). Isso foi o princípio de uma verdadeira guerra civil no local, durante a qual índios tapajós se armaram com cacos de espelhos, e os negões da vassourinha exigiriam o mais importante: botar um "n" no meio e mudar o nome do lugar. Era importante porque já havia outro com o nome de Paraíba, lá pro lado norte/nordeste, daí o local se chamaria "Vila Parnaíba".

Em 1889, os negões mudam para Itu, e começa então outra guerra civil, desta vez entre os índios tapajós e os bandeirantes que conseguiram escapar das molduras de Jânio Quadros. Mesmo estando em maior número, os índios perdem miseravelmente, porque já não tinham mais cacos de espelhos para enfrentar os outros. Em homenagem aos "alphas" que ficaram e os enfrentaram, são construídas as primeiras "alphacasas" ali perto, em um outro lugar próximo ao município, e que viria a ser chamado mais tarde de Alphaville. Não demorou muito para que os distritos vizinhos continuassem com essa mesma modinha de pegar pedaços de Parnaíba, que no fim só conseguiu manter o antigo bairro de Santana.

ClimaEditar

O clima da cidade é paradisíaco. Não de beleza natural, mas sim na conjugação errada de parado mesmo. Com nada para se fazer, a cidade conta com poucas áreas de lazer, muitos bonecos para contar as amarguras e fatos (ou melhor, fofocas) que se espalham rápido em uma cidade pequena. Que é patrimônio tombado e que não se pode mexer a população já ouviu alguns trilhões de anos, mas falta parques municipais, shopping, cinema, enfim, ate mesmo pessoas para que isso aconteça e mude o clima de cidade de fim de semana para descanso eterno.

EconomiaEditar

 
Morador Mutante de Santana de Parnaíba, às margens do Rio Tietê.

A economia de Santana de Parnaíba é ligada ao setor de serviços sexuais e comércio do sexo, notadamente na região de Alphaville, principalmente por produtos transgênicos vendidos por lá (leia-se produto pirata).

O desenvolvimento industrial da cidade não aconteceu de forma tão marcante quanto nas vizinhas Barueri e Cajamar, mas há indústrias em atividade, em especial no bairro de Fazendinha e Alphaville, entre elas os bagulhos de R$1,99 que são muito consumido, pelos pobres que moram por ali.

Praticamente a maior parte econômica central, vem do comércio asiático do centro, onde vendem diversos produtos perto da validade baratos, das 7 farmácias que dividem 3 ruas do centro e 2 do São Luiz, da lanchonete Ponto da Esfiha, onde a população come de olhos fechados para fazer de conta que é o Habib's e/ou para não ver a nojenta comida, e por fim, dos bares e restaurantes que estão em volta da igreja Matriz e vendem 350ml de cerveja a R$8,00.

TurismoEditar

 
Turista tentando (sem sucesso) entrar em Santana de Parnaíba.

A cidade possui alguns pontos turísticos bem interessantes, como por exemplo... Éééé... Bem, agora, eu não me lembro de nenhum. Mas isso não importa, já que todos os parnaibanos vão se divertir no centro de Osasco mesmo...

Uma curiosidade sobre Santana de Paranaíba é que seu shopping center nunca fica pronto. As obras desse tal shopping foram iniciadas em 1769, quando o prefeito da cidade ainda era o obscuro Tomás Turbando. Por alguma razão desconhecida, mais de 200 anos após iniciadas as obras, o maldito shopping ainda não terminou de ser construído. E pelo jeito nem terminará de ser construído, já que, segundo os incas, a Mãe Dinah e a Carla Perez, o mundo irá acabar em 2012.

Hoje em dia, as redondezas da cidade servem para os paulistanos brincarem de bandeirantes com sua motos e jipes, na esperança de encontrar um indígena bem dotado.

EventosEditar

Carnaval ParnaibanoEditar

Uma ampla estrutura com o desfile tradicional de rua do tempo em que Suzana dias desfila com os índios, com Carros Alegóricos com dimensões imensas atingindo os quatro metros de comprimento por dois de altura. Algumas brigas e confusões são normais: não deixe de experimentar as borrachadas da PM e Guarda Municipal Parnaibana. Vez ou outra há uma invasão das cidades vizinhas, como Carapicuíba, Osasco, Itapevi, Barueri e Jandira, que vêm pra badernar durante o carnaval, acabando mais ainda com a imagem da cidade (que é a única da região na qual o carnaval realmente acontece).

Drama da Paixão de CristoEditar

Um encenação que se repete todos os anos com as mesmas dublagens de vozes, algumas modificações de cenário, as mesmas pessoas por trás de uma grande festa, enfim, mas um momento para o povo chorar, se emocionar muito, e no dia seguinte esquecer de tudo até que se repita novamente no ano seguinte. Mas um momento para o porta voz CHILÓ (puxa saco número 1) falar da cidade do crescimento, das ruas de pré-asfalto, bem afinal em todas festa ele fala mesmo, uma festa de tão repetitiva se passa em quatros dias de apresentação, bom para todos para o prefeito, para os moradores que num tem pra onde ir mesmo, e principalmente para os vendedores ambulantes. Detalhe principal é o camarote que não é vendido por razões óbvias a entrada é franca, mas os lugares são cedidos para Vereadores, famílias de vereadores, secretários para toda a classe nobre da cidade.

PopulaçãoEditar

O constante contato com a poluição do Rio Tietê fez surgir uma população de mutantes, que hoje vivem por toda Santana de Parnaíba como zumbis. Vez ou outra a cidade aparece na mídia como a "nova cracolândia".

Bairros da cidadeEditar

 
O maior sonho de Santana de Parnaíba é ter um desses em seu centro.

Cidade com muitos bairros, vasta área a ser percorrida, muita história antiga pra desvendar e pouco a se fazer.

Centro Histórico

Lugar de casas antigas, o patrimônio histórico é recheado de restaurantes de rico para todos os lados, aonde o perfume do Rio Tietê é mais forte, dias de semana muita gente trabalhando é claro na prefeitura, afinal 90% da cidade são funcionários públicos, os outros são aposentados, cidade onde se acumula idosos devido a idade da cidade (velhos para todos os lados) alguns por sinal chegaram juntos com os bandeirantes. Aos sábados, domingos e feriados a praça da Matriz fica cheia (de lixo), já que fica repleta de bêbados e baderneiros drogados que deixam a praça mais suja que o próprio Tietê, além dos turistas que invadem a cidade com suas motos e carros de luxo.

Fazendinha e Redondeza

O Centro afastado da cidade, pra dizer a verdade lugar preferido dos políticos para se fazer campanhas eleitorais. Rodeado de belezas naturais inicia perto do bairro Poupança (Buracão) lugar de muito prestigio se tratando de precariedade, quer falar mau da administração atual da cidade mostra o Buracão. Ao chegar à fazendinha ao lado esquerdo temos o Bairro 120”, o que seria o número de origem poucos sabem, talvez o número de vítimas, balas perdidas por segundo, subúrbio parnaibano. Na fazendinha, se encontra um dos poucos shoppings que a cidade possui, uma feira aos domingos, onde nunca se vê tanto pobre e gente feia feliz da vida, ao mesmo tempo um supermercado SAM, que parece que sempre esta em final de ano devido a lotação.

Durante a semana nota-se Av. Principal Tenente Marques, com grande movimento as dez da manhã fato comum, palco do desfile de 7 de setembro, campanhas políticas e agora centrais de bancos, conta com 3 agências, o que é um motivo de orgulho para a população local. Seguindo pela avenida (a única do bairro), tem a entrada da Cidade de São Pedro (ai de são Pedro se ele passasse por lá), bairro onde agora se encontra o novo SESI (instituição que surge em lugares carentes) bairro que tem uma mera semelhança ao Bairro 120, por acaso é da região. Lá onde se encontra boa parte da população da cidade, expandindo no local em passos largos o desenvolvimento e apoio de seus representantes municipais.

Suru (vulgo Pueirão)

A 5 km do centro histórico localiza o Bairro do Suru, bairro distinto de muito espaço amplo e cheio de muito mato, encontra-se a capela do Suru (Santo Antônio perdido na selva) acontece a tradicional festa Junina, alguns anos atrás era mas um momento para usar aquela bota que você não tem, e amassar muito barro, hoje nada mais é que perde o domingo, ver os romeiros sujar a cidade de bosta de cavalo e no fim do dia cair de bêbado. O clímax é quando um resolve brigar, a guarda municipal entra em ação e ai já viu, borrachada pra todo lado.

Região cercada de sítios, há uma linha de ônibus (poeirão) que de domingo chega a levar meio-dia para passar completando a tarde a viagem de volta. Alguns pesqueiros (Alambique de Pinga disfarçado) com alguns programas de prostituição, serviço completo da casa. É muito conhecido pelas casas de primas, lugares ótimos para se tirar o estresse.

Filhos "ilustres" (tudo bandeirante)Editar

Ver tambémEditar