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Santo Antônio de Pádua

Gnome-searchtool blue.png Santo Antônio de Pádua é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Judas perdeu as botas aqui.

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Santo Antônio de Pádua em dia de chuva.

A vila de Santo Antônio de Pádua (terra do nunca perdida entre RJ e MG) é composta basicamente por 2 castas: os Partilha (que estão sempre no poder e, para manter a fortuna na família, casam os filhos com amiguinhos de sobrenome também conhecido - ps.: não fosse crime, casariam os filhos entre si) e pelos filhas da puta que elegem os primeiros, assim chamados pelos opositores derrotados e inconformados. Há ainda uma terceira casta que vive à margem da sociedade, são os pretendentes a filho da puta (casta que só fez crescer nos últimos anos), que só estão nesta casta, porque os filhos de Partilha assim determinaram. Essa terceira casta é liderada por uma turca e seu marido indolente carecão, que depois de perderem a boca faturando em cima de velhinhos agora são "competidores" profissionais. Nas eleições de 2008 um ex-coronel da PM se juntou a oposição e o resultado foi inédito, tirou votos da turca e tentou criar todas a polemicas que fossem possíveis, mas no final vestiu o pijama e amargou a humilhação de mais uma derrota. Mas, finalmente nas eleições de 2012, o mesmo coroné conseguiu vencer a casta do poder, e está comemorando até hoje.

Ultimamente o rei da cidade (cujo nome tem um N como elo, vide música de Nando Reis) foi envolvido em um escândalo e encarou uma jaula (que não durou nem um mês - claro, estamos falando do rei da floresta) juntamente com alguns de seus sub-subalternos, por que o subalterno principal caiu no trecho e escafedeu-se, embora tenha deixado mais um de seus subalternos esquentando a cadeira da prefeitura até seu provável retorno em 2012 - o que só não aconteceu por uma "fatalidade" do destino, a maldita lei da ficha limpa. Diante do pseudo-stress, o rei apareceu com uma peladeira na cabeça e corre um boato que a tal peladeira também aconteceu em lugares onde não bate sol, embora seja notório que tal "historinha" seja mera intriga da terceira casta, eterna derrotada e que nas eleições de 2008 se prestou ao papel ridículo de comemorar a vitória por três meses seguidos e nas véspera da posse assistiu o Zé Retrato, subalterno do rei da cidade que esquenta a cadeira da prefeitura, tomar posse, sujeito tão bobo que virou prefeito sem nenhum esforço. Afinal, pra ser prefeito, vereador, secretário ou galã de cinema (da praça da Matriz, claro) basta carregar o sobrenome dos Dons e dar um sorriso amarelo. Nas épocas da casta do poder, a prefeitura tinha tanto ladrão que até um elefante que roubou o cofre do Campestre tinha um cargo de chefia. Atualmente, na prefeitura só tem ladrão de câmera fotográfica.

Índice

EconomiaEditar

 
O rei da rapaziada.
 
Projeto de circuito de rua para turbinar a economia da cidade com, por exemplo, uma etapa da Fórmula Indy; antigo percurso da penitente procissão de Santo Antônio by monsenhor Eduardo Athayde
  • Agricultura Local: Único lugar no mundo que amendoim virou laranja. Há quem diga que planta-se maconha para subsistência com o apoio do governo municipal (em off).
  • Cadeia de restaurantes: Botequinhos pé sujos e catarrentos onde se pratica maior esporte municipal, o levantamento de copo. Não podemos esquecer da famosa Hesofama nos dias de jogo na tv.
  • Mineração: Se no fundo de casa se tem uma lajinha de pedra e só ir na esquina comprar umas ferramentas no pendura e está constituída a empresa.
  • Bancos informais: Rapaziada que anda pelas ruas furando os olhos dos outros cobrando "comissões" absurdas pelo empréstimo do "dim dim". No final das contas até gaiola com passarinho morto e na lista de extinção tá valendo. Cuidado, pessoal, que os homi é perigoso!
  • Comunicação: Outra atividade que se mantém como base da economia paduana é a comunicação. Jornalismo, Tv? Longe disso! (até porque as gazetas e folhas de Pádua são, pra variar, dos Partilha, que não partilham o conhecimento - oi? - com ninguém). O maior veio de comunicação e instrumento de transmissão de dados é a fofoca. As pessoas de pádua agem, reagem, compram, vendem e fazem tudo mais pelo rastilho da fofoca.

Pádua tem uma extensa e desenvolvida rede de agentes e fofoqueiras profissionais, o que criou o ditado popular na região de que " a fofoca é mais rápida que internet". Há ainda grupos de fofoca que se subdividem em bairros e distritos do município, gerando uma estrutura de investigação que ganha de longe a KGB, a CIA e até a Stasi alemã.

A cidade de Pádua, apesar de listar entre os maiores centros de fofoca por metro quadrado do mundo, não legalizou a prática, o que mantém a cidade fora do livro dos recordes no quesito "maior concentração de fofoqueiros em pracinha". Entre os grandes centros de fofoca de Santo Antônio de Pádua está o 7º distrito, Paraoquena, que institucionalizou a fofoca como patrimônio popular e ideologia de vida. Paraoquena, em tempos mais remotos, por projeto de lei na Câmara Municipal, quase foi rebatizada para Fofoquena, mas o projeto não vingou, pois isso ia acabar criando concorrência entre os outros centros fofoquísticos do município.

A fofoca em Fofoquena, quer dizer, Paraoquena, é assunto tão sério que já se tornou departamento. É o famoso DIVA (departamento de investigação da vida alheia), que surgiu da união das fofoqueiras-chefe dos banquinhos da famosa Rua do Canto, da Beira-Rio, do Morro da Igreja e do Dedé. O DIVA, em assunto de fofoca, é perito em diveras áreas, mas sua especialidade é descobrir quem é biba e quem está pulando a cerca do vizinho(a). Um caso histórico de investigação se encontra nos registros do DIVA como "O Caso do Brinco Perdido", onde uma faxineira integrante do departamento descobriu um brinco de mulher caído no chão da casa onde dava faxina e, orelha a orelha, descobriu quem era a safada que visitava o jovem senhor. Em lugares como Paraoquena, a fofoca também é política de saúde e bem-estar para a população. O ato de falar da vida alheia e vigiar a vida "dozôtro" é considerado na região como desopilador de fígado e terapia anti-depressão. Porém, a maior fofoqueira da cidade, vive na na sede de Pádua mesmo, e é conhecida como furacão (já se imagina o porque) dona de um tal "jornal" ilimitado feito no blogspot.

Na época dos partilha,o FAP (Fundo de Pensão dos Servidores) tinha um rombo de mais de R$ 40 milhões. Na Prefeitura tinha mais de 120 funcionários fantasmas e o chefe de gabinete era o grande responsável por essa falta de popularidade do Zé Retrato. Atualmente, na era do coroné dizem que não há mais nada disso, somente algumas coisinhas básicas como um rombo de 39 milhões nos cofres públicos e ladrões de câmeras fotográficas, é claro.

IdiomaEditar

Pádua possui um dialeto próprio e é único povo do mundo que ao perguntar as horas fala: "Quantas zoras são?". Mais exemplos:

  • Vou lá pra "dotrulado" (mencionando que vai para a outra margem do rio)
  • Tenho pena "docê"
  • Meu fii (filho)
  • Nó!!! (quando fica espantado com alguma coisa ao invéz de dizer Nossa Senhora, se resume em apenas dizer ....Nó!!!)
  • Me dá um "cadim"
  • Eis vão, cêis vão
  • Tampar (usado quando se quer jogar algo): "Vô tampá issu na sua cabeça)
  • Ir na "rua": simples gíria pra sair de casa

Pontos turísticosEditar

 
Depois de muita pinga, pode se ver até pedras flutuando em Padua.
  • Cachoeira dos macacos: Local preferido pela rapaziada para "conversar" com Bob Marley
  • Obelisco: Também conhecido como "perú do Abel", nome dado pelo povo em homenagem ao prefeito que o construiu.
  • Club Campestre: Local além do seu tempo, a muito lá se realiza uma festa "reiv", chamada por muitos de "uma noite em Sodoma".
  • Capela de São Sebastião: Também conhecida por capela dos portugueses, pois naquela época com tanto local plano foram construir a capela logo no alto do morro.
  • Prainha: Também conhecido como "Motel das Estrelas", onde a rapaziada depois de namorar sob as estrelas, ainda toma um banho "theco" lavando o material no contaminado rio Pomba.
  • Praia de Mangue-Seco: Também conhecida como praia dos "viados", parte do rio entre a Cidade Nova e a Ponte do Rei, é frequentada pelas melhores bonecas da cidade.
  • Praça da prefeitura: onde se encontra o primeiro "point" gay da região. Fundada por uma traveca de codinome "Perla".
  • Ponte de ferro: obra prima feita com resto de sucata (caiu na última enchente). Atualmente está consumida por uma floresta beira-rio e por fofoqueiros (também conhecidos como guardas-municipais) que passam o dia inteiro olhando os trajes de quem passa por lá.
  • Chafariz "Pirulito": Localizado na entrada da Cidade, projetado na inspiração da própria imagem do engenheiro criador, "cumprido", "magrelo", "cabeçudo" e mal acabado.
  • Chafariz "Bolo de noiva de zona": Localizado no trevo do "CEMITÉRIO", foi abstraído de uma imaginação "Chupetinha".
  • Avenida do samba: Também conhecida como avenida da cachaça, por lá passam blocos luxuosos como: Refugiados do Iraque, Cutucano atrás, Piolho de suvaco, etc. Tudo animado por um único mini trio elétrico aposentado que faz o terror da vizinhança nos dias de folia.
  • Banquinho da fofoca da Rampinha (Paraoquena): É o centro de comunicação da fofoca em Paraoquena, tendo também o anexo do "Bar do Sô Nené", destinado a cachaceiros.
  • Pesque Pague do Gilmar na Cabiúna: Lá se encontra o melhor piscinão da região num lugar muito punk... Gilmar Punk da Roça...
  • Trailer do Meia Noite: Único bar do mundo aonde o dono não faz questão de tratar bem os clientes, local onde a garotada Paduana inicia suas atividades ilegais como fumar e beber,ponto de encontro de todos os bêbados pós-festas,Local onde o Gudang Garam é super faturado um varejo chega a custar 2,00 com previa de aumento.Esse é o bar do Meia mas todo mundo continua frequentando. Seu principal (e único) prato do dia é angu a baiano.
  • Três Cruzes: Atualmente é o lugar mais frequentado pela população jovem de Santo Antonio de Pádua,onde todos se encontram para fumar maconha o dia inteiro.Quando forem as três visitem a pedra do urso mas tem que está muito chapado para observa-lo.
  • Bar do Mergulhão: Novo point gay de Pádua, as dondocas de plantão enchem a cara e fazem ponto nesse par pitoresco, onde a higiene passa longe dali. Cuidado para não se confundir tem muita boneca enganando marmanjo ali.

Bairros nobresEditar

  • Lagoa do Sapo: Bons tempos idos, quando se escutava o coachar dos anfíbios naquele local, hoje se "peito" fosse buzina ninguém dormia.
  • Dezessete: bairro batizado por alguém pouco entendido em jogos de azar, pois o "grupo" correto seria o 24. Não é de hoje um feudo de Jair Bolsonaro.
  • Cidade Nova: também conhecido por "eispanha", pois se bobear eis panha.
  • Campo de Aviação (ontem): localizado em terreno doado por algum idiota para se construir um "aeroporto" na verdade o que existia por lá era um "pastoporto" e quando alguém queria se aventurar a pousar por ali, antens tinha que dar um rasante para espantar a bicharada.
  • Campo de Aviação (hoje): Depois que o rei fez parceria com o "menininho" lá foi construído o "Mortezano", hospital de primeira linha para se ir para o inferno.
  • Gogó da Ema: primeiro local a ser cobrado pedágio na cidade, o "gestor" do local depois de fazer uma pós-graduação no Padre Severino implantou o sistema no morro.
  • Morro da borracha: onde a maioria dos moradores são assíduos frequentadores das borrachadas dos "puliça".
  • São Luiz: Bairro conhecido no passado por patrocinar grandes eventos do esporte como: briga de galo e canário. Depois a famosa "rinha de galo" foi desapropriada pelo rei que preferia outros esportes mais contemporâneos como os praticados pelo pessoal de Brasília.
  • Tavares: conhecido como "Veneza Paduana", segunda as boas línguas o sonho de consumo dos moradores do local é um puxadinho na laje.
  • Cidade Nova 2: Local onde está sendo construído um bairro moderno inteiramente planejado, com inúmeras "rotas de fuga". Devido a grande quantidade de poeira por lá existente o local já está sendo chamado pelo povo de "Nova Caracas".
  • Loteamento Alvim: mais conhecido como Recanto da Perereca, devido à diversidade estupenda desses anfíbios naquela região.Outro ponto característico é o exemplo de calçamento que o "Zé Retrato" propiciou aos moradores deste bairro...