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Seifuku Densetsu Pretty Fighter

Smb-nes mario walk.gif
Seifuku Densetsu Pretty Fighter é da época da Velha Guarda dos Games

Mobile é o caralho! Portátil de verdade é Game Boy, porra!


A Lenda das Lutadoras Putinhas e Gostosinhas
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Só tem mulher nesse jogo!!!

Informações
Desenvolvedor Genki
Publicador Imagineer
Ano 1994
Gênero Luta
Plataformas SNES, Sega Saturn
Avaliação 6 (10 se você for punheteiro)
Idade para jogar 12 aninhos

Cquote1.png Você quis dizer: Street Fighter surubado com Sailor Moon Cquote2.png
Google sobre Seifuku Densetsu Pretty Fighter
Cquote1.png Esse game é uma maravilha, só tem mulher! Cquote2.png
Punheteiro gamer sobre Pretty Fighter

Seifuku Densetsu Pretty Fighter (A Lenda das Belas Lutadoras Colegiais, ou algo parecido) é um game de luta bem normalzinho, como qualquer outro do gênero, exceto pelo fato de que só tem mulheres lutando. Originalmente, a ideia era atrair as gurias retardadas para jogar videogame, mas quem realmente gostou foram os nerds tetudos apreciadores de hentai.

Índice

HistóriaEditar

 
Uma pobre e inocente estudante sendo agredida por uma policial valentona tirando proveito de sua autoridade.

Sim, existe uma história, com a qual ninguém se importa porque a única coisa que é de fato relevante em Pretty Fighter são os ângulos indiscretos e as poses comprometedoras, mesmo que não apareça nada que possa ser identificável a olho nu em meio àquele monte de polígonos amontoados daqueles gráficos obsoletos. Mas se você for um daqueles pervertidos que pausava Street Fighter com a Chun-Li dando uma voadora na tela para se masturbar olhando a calcinha dela, vai achar isso o máximo.

O enredo do jogo, que de tão clichê parece até um shoujo escrito pelo CLAMP, é sobre um grupo de garotas mágicas que usam seus poderes na eterna luta do bem contra o mal. Mas não é só isso: no passado, elas foram princesas que lutaram contra um tio perverso para salvar o clã e o rei, e como recompensa foram agraciadas com as habilidades mágicas das armas reais que estavam em posse do vilão e foram recuperadas.

De tão cagado que é, Pretty Fighter nem chefão tem. As personagens só vão se enfrentando aleatoriamente entre si e o grau de dificuldade vai aumentando à medida que as fases vão passando. Como não tem nenhum homem, as lutas são bem fraquinhas e babacas porque não tem sangue e a violência é mínima, então nem o mais punheteiro dos gamers teve saco para aturar um game tão boiola. O excesso de panty shots e outras apelações ecchi também causaram repulsa no público feminino, então o resultado foram vendas mais baixas que a altura do Nelson Ned e por isso somente os japoneses tiveram acesso a essa porcaria, já que sua venda não foi legalizada para nenhum outro país. Mas claro que isso não adiantou porra nenhuma, porque sempre existiram os camelôs e os downloads piratas.

Novo jogoEditar

Por incrível que pareça, arriscaram a lançar uma nova versão de Pretty Fighter, chamada Seifuku Densetsu Pretty Fighter X. Só que ao invés de criarem uma continuação, que desse sequência aos acontecimentos ocorridos no game anterior como se tivesse acontecido alguma coisa, simplesmente reeditaram o mesmo, alteraram um pouco os gráficos e o som e socaram quatro personagens a mais que não tinham nada a ver com a historinha ultra manjada do primeiro jogo. Pretty Fighter X vendeu menos ainda, e ainda dizem que as poucas unidades compradas foram utilizadas como calçamento de mesa.

Lutadoras (as originais)Editar

Imagem Quem é? O que faz?
  Marin Aoki É considerada a protagonista do jogo, apesar de não fazer nada que a destaque entre as demais garotas e ainda ter a mesma aparência de 9 entre 10 personagens femininas genéricas de anime. Sem mencionar o fato de que sua roupa é igual à da Sailor Moon, o que provavelmente faz dela a personagem menos original dentre todas as oito. Marin é lésbica e descobriu seus poderes ao defender sua namorada Saki de um estupro coletivo. Nascida em Aomori, ela tem 17 anos de idade e sua cor favorita é azul (não que isso seja importante ou relevante, mas são informações oficiais).
  Juri Akasaka É praticamente a Marin redesenhada de maneira mais puta sexy, com um vestido curtinho que parece que vai rasgar cada vez que ela dá um novo passo. Juri é uma espécie de cosplay mal feito da Mai Shiranui, pois além da semelhança física, também luta usando um leque. Durante o dia trabalha como secretária, mas à noite vira stripper e descobre seus poderes quando impede uns tarados que tentavam sair sem pagar de sua boate. Tem 19 anos, nasceu em meio aos cabarés de Tóquio e vermelho é a cor que ela mais gosta.
  Minami Midorikawa Guria retardada com penteado escroto que é rica e odeia Marin. Descobriu seus poderes quando salvou a vida de um jogador de baseball que foi empurrado na frente de um trem por um rival do time adversário. Minami também ajuda a desmascarar o filho da puta e assim faz com que ele seja expulso da equipe. Ela foi parida em Osaka, está com 17 anos e a sua cor predileta é verde.
  Kris Shiratori Não se sabe se ela é uma enfermeira mesmo ou apenas uma cosplayer da Enfermeira Joy, mas de qualquer forma Kris trabalha em um hospital. E foi lá mesmo que descobriu seus poderes, quando teve que usar seu kit de enfermagem para exorcizar um paciente que estava possuído pelo espírito de um samurai maligno. Ela tem 20 anos, é natural de Sapporo e branco é sua cor preferida.
  Oryou Kiori Garota brega conservadora que gosta de se vestir com quimonos de mais de 8000 anos atrás e acha muito importante preservar as antigas tradições familiares japonesas. Seus poderes foram descobertos quando Oryou deu o troco em um ninja que era bobo, chato, feio, cara de mamão e ficava praticando bullying com ela e seus amiguinhos da faculdade. Nascida em Kyoto, sua idade é de 18 anos e amarelo é sua cor favorita.
  Kei Konno Uma policial durona e muito da vagabunda, que se veste com roupas sensuais para trabalhar e seduz os bandidos usando seu corpo para prendê-los. Também foi dessa maneira que descobriu seus poderes, enquanto distraía um louco armado com uma faca mostrando seus... er... atributos femininos. Kei é a mais velha e experiente do jogo, com seus 21 aninhos de vida. É natural de Nagoya e a cor que gosta mais é azul marinho.
  Ai Momoyama É uma estudante praticante de ginástica rítmica que frequentemente é fotografada pelos guris retardados da sua escola durante seus treinos. Depois, essas fotos são vendidas e distribuídas entre pedófilos. Falando em pedofilia, Ai é a personagem que descobriu seus poderes de maneira mais bizarra, deixando Kris no chinelo (levando em conta que é o Japão): ela salvou um grupo de criancinhas indefesas de um vampiro. Nasceu em Hiroshima, gosta de bananas (lógico) e é a caçulinha das meninas, com apenas 14 aninhos. Como é bem típico da idade, ela gosta muito da cor rosa.
  Yawara Yamabuki Não poderia faltar uma lutadora tomboy, e aqui está ela. Perita em judô, seu maior sonho é tornar-se a maior campeã do mundo nesta modalidade. Yawara provavelmente é a personagem que mais condiz com a realidade de uma pessoa normal, até porque ela foi inspirada em alguém que realmente existe, a judoca Ryoko Tani, na qual também já foi baseada Ryoko Izumo e qualquer outra judoca dos videogames. Descobriu seus poderes ao parar um maníaco armado em uma competição da qual foi vencedora. Nascida em Fukuoka, ela tem 16 anos e ama laranja (a cor, não a fruta).

As intrusas do XEditar

Sorami Shizaki - Uma aeromoça que foi vítima de uma tentativa de sequestro em pleno voo, mas usou sua beleza para seduzir o terrorista e conseguiu atirá-lo para fora. Ela detesta bebidas alcoólicas, pois quando bebe fica completamente despirocada e sai por aí querendo dar para todo mundo.

Shizuka Minakami - Professora gostosa viciada em jogos de corrida de cavalos, é mandona, chata e adora torturar seus alunos. Já teve sua sala de aula invadida por uns trombadinhas folgados e pegou-os no flagra, obrigando-os a arrumarem toda a bagunça que haviam feito. Caso contrário, eles seriam amarrados em um tronco e levariam 40 chibatadas nas costas.

Tokiko Tsuchiya - Garçonete perita em artes marciais (oi, isso existe?), ela derrotou sozinha um ladrão com o dobro do seu tamanho que tentou assaltar o restaurante em que trabalha.

Maria Christel - Uma freira alienada que tem medo de computador porque acha que eles são objetos do demônio. Maria tem um exército de crentes ao seu lado e deseja purificar as demais lutadoras, que na sua opinião são todas umas safadas e são mesmo. Por causa disso, ela é considerada a vilã do jogo.

CenáriosEditar

Cada uma tem também seu respectivo cenário, representando a província em que nasceu (tirando Nagoya, que é cidade e não província; a província, no caso, é a de Aichi). E é claro que, para encher linguiça mais ainda no artigo, segue abaixo a fotinho de cada um deles:

Marin Juri Minami Kris Oryou Kei Ai Yawara

JogabilidadeEditar

Esta seção é completamente inútil assim como todo e qualquer conteúdo da Desciclopédia, já que provavelmente você nunca vai jogar essa joça, mas não tem problema porque eu não vou me aprofundar muito. Bom, qualquer idiota conhece os comandos básicos de um jogo de luta: é só apertar todos os botões ao mesmo tempo de maneira doentia e frenética fingindo saber o que está fazendo. Aí, tente soltar os golpes abaixo, que são os melhores de cada personagem:

  • Marin: Sailor Punch (magia)
  • Juri: Juri Sen Faiyaa (magia do leque)
  • Minami: Ashita Tenki ni Nare- (magia do sapato)
  • Kris: Oshiri-boh (bundadinha)

  • Oryou: Hato-ken (magia de coração)
  • Kei: Keibo Boomerang (magia do bastão)
  • Ai: Banana Tabe (rasteira com deslize)
  • Yawara: Abertura com chute.[1]

  • Ver tambémEditar

    Notas de rodapéEditar

    1. Ela domina também o golpe supremo do Kakashi, o Sennen Goroshi, mas não tem tanta experiência ao usá-lo, de forma que o dela é apenas "Shichinen Goroshi" (Sete Anos de Dor).