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Sergio Minjos

Futebolista chaves22.JPG Este artigo é sobre um futebolista

Ele é caneleiro, vive levando cacetadas e é melhor que o Eto'o!
Se você torce pra esse perna de pau analfabeto, o problema é seu.

Veja outros futebolistas aqui.

Pele33.jpg
Corcovado.jpg HUEHUEHUEHUEHUE BR BR

Aí, mermão, este artigo aqui, ó, é brasileiro, tá ligado? Só fala de futebol, come feijoada, exporta travestis, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela corrupção da sociedade.


Cquote1.png Ainda prefiro o Rico Salamar Cquote2.png
Pelé sobre Sergio Minjos
Cquote1.png Allejo! Allejo!]] Cquote2.png
Fã chato do Allejo sobre Sergio Minjos
Cquote1.png Ah, aquele gol que ele perdeu foi foda! Cquote2.png
Seu Pai sobre Sergio Minjos

Sergio Minjos foi atacante da seleção brasileira de 1994. Embora de um talento incomparável, teve o azar de surgir para o mundo justamente em 1994, qdo em sua posição brilhavam verdadeiras lendas como Janco Tianno, Rico Salamar e o "eterno" Allejo

Índice

OrigemEditar

Sergio Barbacena Minjos era o caçula de 16 irmãos, nascido em Cipolandia do Norte, Tocantins, terra onde também nasceu o "Bohêmio da Bola" Naturezza. Aos 12 anos, durante um campeonato escolar, marcou 12 gols de bicicleta em 12 minutos, atraindo a atenção de olheiros do time local, o FC Cipolandense. Nas categorias de base do time, virou uma lenda, vencendo 12 vezes o nacional sub 16. Aos 18 anos, foi contratado pelo Trovadores FC, soberano clube de Tilambuco, onde fez historia, sendo artilheiro da equipe por 5 anos consecutivos, marcou 888 gols e ganhou todos os titulos disputados pelo time (e alguns não). Atraiu a atenção de técnicos como Sir Alex Ferguson, Fábio Capello e o técnico da memorável seleção de 94, que o convocou.

 
Sergio cabeceando.

A seleção de 1994Editar

Na seleção, Sergio foi companheiro de craques lendários, como Rico Salamar, Janco Tianno matador, o zagueirão Enrico Moser, Peter Mueller reserva-o-tempo-todo, Beranco da Agua Batizada, o paredão Ricardo Santana, o "Bohêmio da Bola" Naturezza, o gênio da grande áreaAllejo, Marcos Pitzos (também técnico da Grécia na Eurocopa de 2001) entre outros. Porém, talvez sentindo o peso da camisa canarinha, Sergio acabou ficando a sombra de Janco Tianno e Rico Salamar. Na copa de 1994, entrou no segundo tempo do primeiro jogo contra o Catar, substituindo Janco Tianno, que pediu para sair porque tinha que cagar (igual ao Washington naquele jogo. Entrou e e marcou um golaço, com sua certeira cabeçada de fora da área.

 
Allejo marcando mais um gol... Achou mesmo que era o Sergio?

Começou titular no segundo jogo, fazendo trio de ataque com Rico Salamar e Tianno, formação que muitos julgavam ser a mais adequada. Sergio decepcionou. O sucesso e os elogios do primeiro jogo subiram-lhe a cabeça, e apresentou um futebol medonho, fominha e sem nenhuma técnica. Após ter desperdiçado 371 chances claras de gol, foi excomungado pela torcida após lance em que Salamar driblou o goleiro e rolou rasteiro para Sergio, livre e embaixo das traves, completamente sozinho, que chutou de bicicleta no travessão com tanta força que a bola volta e quase entra no próprio gol, exigindo bela defesa do goleiro brasileiro. Após pressão da torcida, foi substituído, não entrando mais em campo naquela copa.

Sergio afirma que Rico Salamar e Janco Tianno jogarem juntos chegava a ser covardia.

Em recente entrevista à Desciclopédia, que ainda não foi postada, Sergio descreve os bastidores da memorável seleção de 94, comenta sobre a seleção de 96, da qual não fez parte, além de outras coisas, que você descobrirá quando ler a entrevista!

Decadência de Sergio MinjosEditar

Após a copa, desacreditado, Sergio foi rebaixado, tento que se contentar em jogar time do São Paulo, sofrendo constantemente com boatos e insinuações relativas à sua sexualidade. Sem grandes chances, e já esquecido pela mídia, rodou por varios clubes pequenos do interior paulista, como XV de Jaú (onde decepcionou dirigentes e torcida, que lhe concederam a camisa 10 que havia sido de Naturezza), Novorizontino, Marília, Corinthians e Bangu. Foi para o Deportivo Guaraní, da segunda divisão paraguaia, onde conheceu integrantes do cartel de Medelin, entrando para o mundo das drogas. Completamente entregue às drogas pesadas, viciado em Heroína, LSD, Axé, Cocaína e Raxixe, foi demitido do Deportivo. Ficou gordo e irreconhecível. Mais gordo até que o Maradona! Em retorno ao Brasil, se tratou, se curou e se fudeu: assinou contrato de 6 meses com o Palmeiras. Acabou rebaixado junto com o time após sofrer goleada para o modesto Vitória. Aposentou-se após a grande conquista da Segundona pelo time-árvore, sendo hoje pouco lembrado pelos torcedores. Minjos afirma que se envergonha em ter jogado no Palmeiras, mas lá pelo menos ninguém questionava sua masculinidade... Voltou a jogar pouco depois de ter se aposentado, num clube de pouca expressão do Haiti. Novamente o grande camisa 13 da eterna seleção de 94 se vê entregue aos vícios que outrora julgava-se livre.

Sergio Minjos afirma que suas 3 maiores vergonhas na vida são: Ter perdido o famoso gol de 94, ter jogado no São Paulo e ter se envolvido com drogas. Ao ser questionado sobre jogar no Corinthians, Minjos desconversa e diz não saber de tal fato. Fotos, no entanto, provam essa fase que pode ser considerada como o ponto mais baixo de sua carreira (sem trocadilhos).

A redenção no SurinameEditar

Sergio infelizmente, abalado após sua passagem efadonha pelo Palmeiras, se entrega novamente aos vícios que antes julgava ter vencido. Completamente degenerado em função do excessivo consumos de drogas e álcool, aos 35 anos e 231 kg, foi encontrado pelo empresário surinamense Roger Badoré, fã de Sergio. Comovido com a situação de sei ídolo, ele o leva para realizar tratamento e recuperar a forma no Suriname. Após se livrar das drogas e recuperar a boa forma, Badoré conseguiu uma vaga na equipe do Vanderers, que disputava o campeonato local. Venceu duas vezes a Copa Surinamense, 3 vezes a liga Surinamense, marcou 270 gols em 3 anos , se naturalizou e tornou-se ídolo na seleção local, mesmo não conseguindo levá-la à copa. Marcou inclusive um gol em um amistoso contra o Brasil, no inesquecível 17 x 1, com 16 gols de Allejo e 1 de Gomez.

AtualmenteEditar

Após uma bela carreira no Suriname, Sergio pendurou as chuteiras em 2006, e seguiu morando no Suriname, pais que o acolheu. Ingressou na politica local, elegendo-se senador em 2007, com 127 votos (cerca de 87% dos votos do pais) e é favorito paras as próximas eleições presidenciais do Suriname.