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Silveiras

Serjão entrevista.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!


É, negão. Se prepara que uma onda de merda está vindo e o negócio vai feder mais que chorume derramado no Rio Tietê.

Silveiras é um enorme brejo cheio de mato onde o que não falta é animais com penas e chifres. Só existem quatro ruas de terra nessa pseudo-cidade que também fica lá perto do cu do mundo, onde a população de animais de criação se sobrepõe à população quase humana. Além dos caipiras não analfabetos que vivem nas cidades vizinhas e dos próprios habitantes, ninguém sabe que essa vila existe, porque afinal, ainda faltam milhões de anos luz para a tecnologia chegar às senzalas do lugarejo.

Logo, a única coisa que fede por la é a enorme quantidade de bosta de animais quadrúpedes e bípedes produzida durante a festa do tropeiro em agosto de Deus, quando pessoas e animais vindos até da puta que pariu se reunem na praça da cidade para fazer o maior cagaço. Trata-se, portanto, de um cagalhésimo de Minas Gerais enfiado bem lá no fundo debaixo do tapete no estado de São Paulo.

HistóriaEditar

A cidade já foi palco de inúmeros ataques bárbaros e de vândalos portugueses e espanhóis vindos de além-mar para conquistar um grande brejo cheio de mato para cultivar azeitona e rolha em suas supostas valetas férteis. Como perceberam que fizeram uma grande merda errando o percurso, pediram desculpas e deixaram o local totalmente fodido feito um bando de filhos da puta franceses mal paridos. Não sobrou nem o que pudesse ser reconstruído para contar história e, logo, o local tornou-se um pseudo-Acre, quase non eczistindo no mapa.

Festa do Puteiro TropeiroEditar

Cidadão silveirense feliz da vida em te ver na porta do puteiro festa do tropeiro.
Celebridades participando de competições onde um jumento puxa outro jumento.

A festa no galinheiro do Tropeiro é uma das única recreação do lugar, já que mal existe energia elétrica no lugar. É organizada pelos escravos ao comando do senhor feudal, atraindo gente até da casa do caralho, causando um enorme congestionamento de carroças puxadas por jumentos, mulas, vacas e quadrúpedes afins nas vias de acesso esburacadas. Com a venda de comida e muita cachaça a preço de banana, a verba do ano inteiro é arrecadada em pouco tempo. Sem contar que a quantidade de bosta produzida pela cagada generalizada pela cidade, ajuda os fazendeiros a economizar na compra de fertilizantes para o solo.

Trata-se, portanto, de uma aglomeração de trogloditas pé-rapados do tipo urso reunidos no único puteiro bordel inferninho na única praça da cidade para se embebedar, puxar aquele trago gostoso no cigarrinho do demônio, coçar o saco ou a periquita até fazer calo, dar vexames inimagináveis, mijar nos muros e nos postes de iluminação, emporcalhar ainda mais a cidade e foder com o pouco que lá tem.

Logicamente que, no meio do mato, atrás das árvores, atrás dos animais, dentro das valetas ainda não utilizadas e até mesmo dentro do galinheiro, rola a maior putaria. Como diz o velho deitado, depois de uns gorós, cu de beldo não tem dono e muito menos a xoxota alheia, que fica apimentada rapidamente devido aos temperos afrodizíacos subliminares importados da culinária mineira. Come-se bastante todos tudo o que vier enquanto durar a festa. E haja combustível para tanto fogo no rabo, porque povo do interiorrrr também é tarado, sô.