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Simão Dias

Simão Dias é apenas um vilarejo isolado nos confins do interior de Sergipe e que foi recusado pela Bahia que não fez muita questão daquele pedaço.

Índice

HistóriaEditar

 
Monumento da cidade que faz referência a As Aventuras do Jeca Valente, folclórico conto que narra a fundação da cidade.

Inicialmente o território de Simão Dias era ocupada por índios tapuias até o século XVI. Por serem uma civilização primitiva e sem muitas perspectivas do que fazer, eles apenas colocavam troncos na SE-270 e ficavam ali cobrando pedágio com apoio da Funai. Por ficar quase no Acre, a coroa portuguesa nunca se importou com tais práticas e sempre respeitou essa manifestação cultural indígena.

Tudo mudou quando as forças invasoras de Maurício de Nassau chegaram no rio São Francisco, ameaçando Itabaiana que era famosa pela maior feira de porcaria do mundo. Todos aqueles considerados inconvenientes decidiram fugir para as proximidades da Puta que o Pariu (atual Simão Dias). Um desses medrosos era o vaqueiro Jeca Valente, cujo nome de batismo era Simão Dias, e ele foi o responsável por guiar as pessoas que não queriam combater a invasão holandesa para o interior de Sergipe, onde jamais seriam encontrados, e ele estava muito certo, tanto que virou herói e batizou o curral que ali foi construído sem hostilizações por parte dos indígenas.

Assim, sem ser incomodado por ninguém, Simão Dias já era em 1655 um vilarejo e em 1850 foi desmembrado de Lagarto e criado como município Cauda da Lagartixa, devido às suas origens, e criado para separar o estado baiano de Sergipe de um bairro baiano chamado Paripiranga que fica ali por perto.

Sabe-se que no ano de 1912 decidiram colocar o nome de Anápolis na cidade, porque Simão Dias parecia uma pessoa, mas em 1944 ocorre o advento de um primeiro habitante da cidade concluir o MOBRAL e assim ele descobriu que já existia uma Anápolis em Goiás, e para evitar confusão voltaram para o nome de Simão Dias.

GeografiaEditar

Simão Dias está localizado numa região demográfica criada pelo IBGE conhecida como Casa do Caralho Onde é Quente pa Porra, região caracterizada pela vegetação caatinga, clima seco, pouca estrutura e condições favoráveis à pobreza e miséria, o que realmente não falta no município.

É cortado por dois riachos de nome ridículo, primeiro porque chamam erroneamente de "rio", e depois porque os nomes são idiotas mesmo, o rio Caiçai e rio Vaza-Barris.

SaúdeEditar

O hospital mais decente de Simão Dias é o Hospital Albert Einstein que fica no bairro de Morumbi em São Paulo. Todavia, para aqueles que não tem capacidade de viajar 2.000 km num pau-de-arara, outras opções de menor qualidade são o Hospital de Aracaju e o Hospital de Lagarto (não confundir com clínica de veterinária para répteis). Agora na área urbana de Simão Dias o único hospital está desativado, por ter sido considerado desnecessário.

TurismoEditar

Não há turismo nesse meio do nada, apenas a Serra do Cruzeiro que é uma tentativa de cópia descarada da famosa escadaria de Jacobina. De resto, pode passar batido pela cidade.