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Desciclopédia β

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Siracusa em sua época áurea.

Siracusa é outra cidade italiana banhada por todos os lados por molho de tomate, sendo outro dos lugares onde existem restaurantes capazes de mandar seu triglicérides para o espaço sideral e seu colesterol a níveis catastróficos e que, apesar disso tudo você não está ligando nenhum pouco.

SiracusaEditar

A cidade é como uma cidade mediana normal, tem ruas, avenidas, vielas, becos onde pode-se comprar drogas e semáforos que a noite lotam de ulheres disposta a tudo por dinheiro e não é o programa do Sílvio Santos versão na rua que está se falando por aqui. A cidade exala normalidade junto com o aroma de lasanha.

A cidade fica na sola da bota e foi colonizada por gregos e depois anexada pelos romanos, nunca serviu para nada além de porto e local para a máfia italiana lavar seu suado dinheirinho. Como toda boa cidade da Itália ela também tem suas catedrais em estilos artísticos variados.

 
A Necrópole, parece mais tocas de ratos.

Necrópole Rochosa de PantalicaEditar

É um cemitério gigantesco que foi posto em anexo com a cidade na construção, faz parte dos extras do local. É um desses lugares que o pessoal tem medo de frequentar pelo excesso de gente morta enterrada lá, metade gregos/romanos a outra metade opositores do Berlusconi que usou o lugar para ocultar os assassinatos.

É a principal atração de Siracusa, visto que ninguém gosta de catedrais mofadas, é um point gótico da ilha. A necrópole tem traços micênicos, um pessoal que sumiu misteriosamente igual os etruscos. A região atrai diversos turistas, exceto no período noturno, nessa hora o pessoal prefere tomar um chocolate quente no Hotel.