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Street Fighter III: 2nd Impact

Virtualgame.jpg Street Fighter III: 2nd Impact é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, um n00b faz um teleport pra Falador.


Street Fighter Três
Street Fighter III 2nd Impact cover.png

Capa da versão para Dreamcast

Informações
Desenvolvedor Crapcom
Publicador Crapcom
Ano 1997
Gênero porradinha
Plataformas Dreamcast (por isso ninguém conheceu esse jogo)
Avaliação Mesma coisa de sempre
Idade para jogar Livre

Street Fighter III: 2nd Impact é só mais uma dentre as tantas incontáveis safadezas da Capcom acerca da série Street Fighter, empresa conhecida por sua extrema dificuldade em produzir material novo e que fica indefinidamente relançado material já criado. O "jogo" foi lançado em setembro de 1997, apenas 7 meses após o lançamento de Street Fighter III, provando que eles poderiam muito beme sperar para lançar um jogo mais decente. A histeria da Capcom de se lançar jogos sem parar de maneira indeterminada gerou confusão acerca do nome do título do jogo, pois algumas pessoas acreditam que "Street Fighter III: Second Impact" e "Street Fighter III: Double Impact" são dois jogos distintos, mas na verdade apenas nunca houve consenso sobre a pronúncia de "2nd" do título dessa relançamento (mas não duvide que um dia a Capcom lance dois "novos jogos" usando esses dois nomes aí).

Como na época não existia DLCs (não que a existência dos DLCs tenha feito a Capcom mudar suas práticas), o jogo foi desenvolvido a fim de corrigir umas coisas que estavam faltando no Street Fighter III original, embora os fãs não foram ouvidos em nenhum momento, pois a única coisa que os fãs realmente queriam era a volta da Chun-Li, do Dhalsim e do Sagat, que até então tinham sido completamente apagados do mapa.

JogabilidadeEditar

 
Mesma coisa de sempre. Título novo de game.

A jogabilidade foi ligeiramente atualizada em relação ao primeiro Street Fighter III, não que alguém tenha pedido isso, mas agora todos personagens tinham um Hadouken maior que ocupava mais a tela, que podia ser disparado com o novo comando de EX Specials, quando a barrinha de POW enchia 3 vezes.

Outra nova função introduzida era agora a existência de um botão para sair da catada, de modo a neutralizar completamente a possibilidade de um n00b se dar bem no jogo, pois quem não sabe nada de jogo de luta só vence apelando nas catadas. Mas agora nem mais isso.

Fora esse bando de novidades que ninguém liga, outra adição foi uma tentativa completamente porca de criar um enredo pro jogo, com diálogos específicos na última luta do single-player mode, aquele tipo de conversa furada que todo mundo pular, pra lutar logo contra o rival. Depois a luta final contra o M. Bison Gill, chefão feito para você torrar 150 reais em fichas no fliperama em continues (e se for contra o Shin Akuma, aí seriam 7500 reais em fichas).

Personagens introduzidosEditar

Dentre os 20 personagens que todo mundo estava reclamando e sentindo falta, só o Akuma mesmo foi trazido de volta. Além dele, mais outros dois desconhecidos que ninguém liga foram introduzidos:

  • Akuma - A versão melhorada do Ryu e do Ken, personagem predileto de muita gente por ser altamente apelão e compensar a noobice de certos jogares. Não mudou praticamente nada.
  • Hugo Andore - Um bombado que toma mais anabolizantes que o Zangief. É um mongoloide que não tem vergonha em admitir que tem preferência sexual por travestis, mas gosta de dizer que é sempre só ativo com os travecos.
  • Urien - O irmão fracassado de Gill. Apesar de ser um renomado executivo, secretamente trabalha de go-go-boy nas horas vagas, e seu desespero em querer manter esse segredo o fez entrar para a porradaria.
  • Yang - Estava na versão anterior como dupla do Yun, mas ganhou seus próprios movimentos. Para quem estava sentindo falta de um Sagat, a adição de um personagem desses só ajudou ele ser ainda mais odiado.