Abrir menu principal

Desciclopédia β

Túlio (elemento químico)

Túlio Maravilha
Túlio elemento.jpg
Um túlio que daria um bom centroavante do Canedense
Símbolo, número Tm, 69 ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Série Ninguém se importa (terra rara)
Principal isótopo 169Tm
Propriedades atômicas
Massa atômica marcou mais de mil gols
Dureza Ninguém se importa
Nível de radioatividade Nula
Nível de toxicidade Baixa
Propriedades físicas
Comestível? Não testado ainda
Inalável? Não testado ainda
Posso passar na pele? Não testado ainda
Onde encontrar Botafogo
ponto de fudição Isso é relevante?
ponto de rebuliço Isso é relevante?²
Coisas de quadrinhos
Probabilidade de te transformar num super-herói Nula



Cquote1.png UH uh uh otário! Quem tem o Túlio não precisa do Romário Samário Cquote2.png
Torcida botafoguense sobre o único elemento da tabela periódica que trouxe titulo brasileiro para eles em 1995

Túlio, que não é nada maravilha, é um elemento químico que não marcou 1000 gols e que portanto não possui qualquer destaque, atualmente encontrando-se em situação tão desprezível quanto seus outros irmãos lantanídeos que também ninguém conhece e que precisam até ficar num pedaço separado da tabela periódica. Este elemento é tão sem utilidade que nem para piadinhas infames ele serve direito, pois embora seu número atômico seja o 69 seria idiota dizer que ele troca sexo oral mútuo seja lá com qualquer oxidação que ele for fazer. Para piadinhas idiotas desse gênero há um elemento muito mais útil, o cobre cujo símbolo é o Cu, mais interessante para esse tipo de piada, como dizer que o ácido acético é o melhor papel higiênico do mundo porque ácido fraco limpa o Cu.

CaracterísticasEditar

O Túlio é chamado de terra rara, mas não é por acaso, ele realmente é raro e ninguém sabe onde encontrar, tão raro que até um jogador de futebol que jogou no Vilavelhense é mais famoso que este elemento. O túlio elemento é um metal dúctil, o que significa que é frágil e que está a todo momento se contundindo e se quebrando, sendo bastante inútil para diversas situações, muitas vezes sendo até patético em sua carreira, indo jogar em mineiras desconhecidos da segunda divisão do cambriano, numa tentativa frustrada de ser grandes coisas.

A sua coloração é de um verde-vômito-de-quem-comeu-muita-couve, podendo ser levemente explosivo quando obtido em pó, afinal é um elemento tão fraco e inútil que nem para explodir serve direito, parece que sua única alternativa é apostar em seu número atômico de dúbio sentido, o 69, para tentar chamar alguma atenção.

HistóriaEditar

Foi descoberto em 1879 por um químico sueco altamente desocupado chamado Per Teodor Cleveque, que imitava um outro desocupado, um famoso olheiro de peneiras chamado Carl Gustaf Mosanderque ficou famoso por descobrir inúmeros elementos inúteis. O sonho de Cleveque era um dia descobrir o elemento número 69, acreditando que tal número ajudaria na fama de sua descoberta, afinal quem não gosta de um 69 bem feito? O fulano passou anos lendo Kama Sutra para compreender todas as posições possíveis de 69, tempo mais que o bastante para bater muitas boas punhetas, que também é o tempo de esperar alguém descobrir uma monazita (seria um time da Série D capixaba?), que é onde o túlio fica dentro. Cleveque separou érbio, hólmio e um pó verde, cujo o qual veio a se tornar o túlio, o lantanídio mais sem importância da tabela periódica.

AplicaçõesEditar

Não possui qualquer aplicação viável. O único que algum dia viu alguma utilidade nesse elemento foi o Botafogo de Futebol e Regatas, mas a sua única especialidade era fazer gols que até sua avó faria, por isso ele rapidamente perdeu prestígio e terminou a carreira jogando num time da Série D capixaba chamado monazita.