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Takeshi no Chousenjou

Virtualgame.jpg Takeshi no Chousenjou é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Alguém pausa o jogo para ver a calcinha da Chun-Li.


Cquote1.png Você quis dizer: Takeshi já mijou Cquote2.png
Google sobre Takeshi no Chousenjou
Cquote1.png Você quis dizer: GTA amarelo Cquote2.png
Google sobre Takeshi no Chousenjou

Takeshi Desafio
TakeshiChallenge.jpg

A imagem não tem nada a ver com o game

Informações
Desenvolvedor Taito
Publicador Taito
Ano 10 de Dezembro de 1986
Gênero link={{{3}}} Jogos de ação-aventura
Plataformas Famicom
Avaliação Não recomendado nem pros seus piores inimigos
Idade para jogar Qualquer pessoa que consegue interpretar detonados

Takeshi no Chousenjou (conhecido como O Desafio de Takeshi) é um dos piores games já feitos em toda biblioteca nipônica do Nintendinho, lançado em 1986 pela Taito. Ele tem o patrocínio de Takeshi Kitano, um ator que só gosta de interpretar bandido badass apesar do mesmo admirar a Yakuza, porém, geralmente odiado por ser basicamente um cara totalmente azarado, sendo sempre envolvido em escandâlos fora do cinema.

O jogoEditar

Apesar de constar o nome de Kitano no título do game, ele não é o protagonista e o mesmo não tem história própria, porém, você controla o Salaryman, ou seja, um economista genérico qualquer cada país tem a sua profissão maioral, aqui no Brasil, é pedreiro ultramente falido. Nele, o jogador tem o DEVER de fazer esse economista genérico rico, fazendo as maiores atrocidades possíveis:

  • Acertar o seu próprio chefe: apesar disto não ser obrigatório, mas a partir daí você já tem uma noção de quão o game é ruim pra cacete;
  • Enfrentar membros da Yakuza: Inimigos primários, mas te descem a porrada sem parar;
  • Espancar a própria esposa e seus filhos, além de assinar um divórcio: Basicamente, você já é um bosta na sua família faz tempo;
  • Jogar apostar casino em máquinas de pachinko e gritar de raiva: Tudo isso pra ganhar um instrumento musical;
  • Cantar bêbado num karaokê: Coisa típica de japonês;
  • Cantar bem a mesma porra da música no objetivo acima, porém, três vezes SEGUIDAS: Se o seu controle do Famicom não tiver o microfone embutido ou estiver quebrado, permita-me dizer que você se fudeu;
  • Deixar um papel misterioso á luz do sol por 1 hora (sim, você tem que deixar o console sem tocar nele por 1 hora): Mas deixando essa porra no sol não iria começar a pegar fogo?;
  • Sair do seu emprego por vontade própria, sacar tudo da sua conta bancária, aprender língua indigena, a tocar sangen (um treco tipo violão, mas eram usados pelos amarelos há quase 500 anos), comprar uma licença de piloto de asa delta, comprar um passaporte e viajar para o Pacífico: Essas são partes fáceis do game, comparado ao inferno que ele mesmo é;
  • Trocar sua moeda local pra comprar um rifle: Vai te ajudar pra cacete, confie em nós;
  • Voar de asa delta pra uma ilha próxima a Polinésia, porém, você não pode voar para cima, tomando cuidado até pra destruir um vento: Amostra grátis do inferno;
  • Evitar de virar aperitivo de comida de índio: Seu instrumento que você ganhou nos pachinko;
  • Entrar num vulcão abandonado: Você acha tudo qualquer tipo de inimigo, como pé grande, tubarões apesar de parecerem tesouras, bolas de fogo, esqueletos, etc.;
  • Achar um tesouro perdido: Finalmente você fecha o game com tudo isso. Dizem lendas, que se você ficar 5 minutos sem tocar nos controles, Takeshi irá te dar uma mensagem de apoio.

Desenvolvimento e impacto negativoEditar

 
A qualidade do game é excelente.

Cansada de fazer conversões de Arcade pro Famicom, a Taito queria fazer games próprios baseados em animes, mangás, programas de TV, rádio, etc. Daí, tendo em vista que o seu foco era continuar fazendo games pra fliperamas, a Taito subcontratou uma empresa que ninguém sabia e continuam não sabendo, já que a mesma resolveu fechar as portas após as críticas super negativas do povo pra fazer um game baseado em uma celebridade. Essa empresa, como era provavelmente pobre, poupou esforços pra tentar contratar um artista de peso, e resolveu contratar um dos artistas mais odiados no país: Takeshi Kitano. Essa mesma empresa, junto com uns caras da Taito, marcaram com o próprio Takeshi de se encontrar em um bar. Porém, quando esses caras chegaram lá pra desenvolver as ideias do game, o Takeshi já tava em altos níveis de manguaça, com fedor de saquê. Daí, mesmo totalmente chapado, ele se ofereceu a dar ideias ao game. Pela lógica, o game era pra ser baseado em seu programa de gincanas, o Takeshi's Castle (aqui em solo BR, conhecido como Gincanas do Silvio Santos). Porém, devidamente pelo seu alto conhecimento em filme de bandidagem, Takeshi tornou o game em quase um-que-poderia-ser GTA, só quem sem veículos. No entanto, mesmo com ele bêbado, os caras tacaram o Foda-se e continuaram escrevendo as ideias pro futuro game. No dia seguinte, os manda-chuvas da Taito, após ver tudo o que ele botou de ideias, claramente a Taito ia recusar a fazer um game daquele tipo até porquê nem a Nintendo não iria permitir algo a altura do auge do console. Mas como o Takeshi tem uma personalidade de cavalo, os chefes gerais da Taito aprovaram tal porcaria, e o game nasceu no que se tornou: Papo de bêbado conhecido por algumas "mulheres" como papo de "ómi branco cis macho hétero escroto".

Dias depois do lançamento, a Central de Atendimento ao Consumidor da Taito recebeu uma chuvarada de critícas e ameaças de morte aos criadores do game, via telefone e fax. Desde então, a Taito começou a mentir pros seus consumidores, dizendo-se que os mesmos tinham morrido e/ou se mudado do Japão. Para aliviar a barra da mesma, a Taito ordenou várias editoras a publicar guias e detonados em revistas como a Famicom Tsushin e Family Computer Magazine. Porém, a coisa só piorou: Os leitores dessas revistas resolveram descontar as suas reclamações nas editoras ao invés de continuarem reclamando para a Taito.

Devidamente pela incompetência da Taito, quase um ano depois do lançamento do game, a Bandai procurou a TBS pra fazer uma versão baseada no programa de Kitano, como parte da série de games que utilizam o Family Trainer (chamado de Power Pad a Nintendo mudou o nome do acessório para a Bandai não ficar mais popular que ela mesma). O game, ao contrário do outro, foi recebido bem, tanto que teve até uma sequência própria apesar de reciclar bastante coisa.

Porém, quase dois anos depois, a Taito resolveu se aproximar de Kitano pra fazer um outro game. Desta vez, o game era mais aconchegado a família e amigos, e se chamava Takeshi no Sengoku Fuunji. Esse aqui era baseado em outro trabalho de Kitano, porém, era um game no estilo Mario Party com o tema de dinastia japonesa, ou seja, é aquele tipo de game aonde você encontra uma caralhada de piada sem sentido. Esse segundo game produzido pela Taito não foi ruim, mas também não foi bom, e caiu rapidamente no esquecimento.

Ver tambémEditar