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Taking Back Sunday

Arband.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Hitler curtindo um som do Fresno. Taking Back Sunday é emo.

Se você não respeitá-lo(a), um deles chamará o Adolfinho para lhe transformar em purpurina.


Cquote1.png Você quis dizer: My Chemical Romance Cquote2.png
Google sobre Taking Back Sunday
Cquote1.png Você quis dizer: NXZero Cquote2.png
Google sobre Taking Back Sunday
Cquote1.png Me inspiro neles! Cquote2.png
Di Ferrero sobre Taking Back Sunday
Cquote1.png Don't bother girl, i know exactly what goes on! Cquote2.png
Adam Lazzara, vocalista sobre sua mulher o traindo
Cquote1.png Tira esse sobrenome que você é moleque! Cquote2.png
Benito Mussolini sobre Adam Lazzara
Cquote1.png Cute Without the 'E' Cquote2.png
Adam Lazzara sobre o que ele quer fazer com o piupiu dele

Taking Back Sunday, ou se preferir, Tomando de Volta o Domingo, Tomando de Volta o Sunday ou simplesmente TBS (Tomo na Bunda Sempre) é (ainda estão na ativa!?) uma banda emocore norte-americana, composta por Adam Lazzara (não se engane com o sobrenome, esse é o típico italiano poser que mora no mora no Bexiga e torce pro Palmeiras só pra dizer que é italiano), o... Bom, a essa altura já mudaram o guitarrista de novo (não, não sou eu), mas por enquanto ainda é o John Nolan, tem o guitarrista figurante de apoio, que é o Eddie Hayes, o Mark O'Connel é o batedor de panela e o Shaun Cooper é aquele que ninguém liga. Mas também já daria pra formar uma banda só com aqueles que já entregaram o sunday e meteram o pé da banda (mas ninguém nem sabe da existência desses caras. Se bem que, um tal de Fred Masquerano hoje joga no Barcelona - e tá mais rico e conhecido que toda a banda (mas a banda pelo menos não convive com o Neymar... Rá!).

Índice

O inícioEditar

 
TBS após 40 anos de carreira.

Em um belo dia, o ex-vocalista Antonio Longo (possuía esse nome por ser filho de Kid Bengala com uma emo italiana) decidiu o que faria de sua vida. Decidiu virar um completo vagabundo e importunar os ouvidos de milhões de pessoas no mundo inteiro. Para isso, ele criou um plano sensacional. Largou seu emprego no Bobs (não faria tanta diferença, o salário ficaria quase que o mesmo), juntou quatro panacas que trabalhavam junto com ele, e decidiram: vamos montar uma banda para expor nossa vida. Obviamente, já era claro o que estava prestes a se formar: uma das primeiras bandas da era New Emo do século XXI, já que, como todos trabalhavam no Bobs, a história já era depressiva (e talvez contasse com a participação especial de algumas baratas). Essa mudança de ramo seria até boa - poderiam fazer merda para os outros apreciarem a vontade, já que no ramo da música a Vigilância Sanitária não pode limitar nada, diferentemente dos sandubas do Bobs em que descontavam o baixo salário nos hambúrgueres dos outros.

Isso influenciaria também no nome da banda. Pegando de Volta o Sunday é uma alusão a um fato ocorrido com Eddie Hayes, que serviu um sunday do Bobs para uma senhorinha, e a mesma, ao ver que tinha um brinde especial (com gosto parecido ao de ovomaltine), desmaiou. Imediatamente ele saiu gritando TAKE BACK THE SUNDAY, TAKE BACK THE SUNDAY para alguém devolver o sunday para ele e tira-lo da senhorinha que certamente não possuía um paladar apurado. Criaram esse nome como uma opção de fast-food em relação ao McFly. Oras, porquê que o McDonald's pode ter uma banda e o Bobs não? E também pensaram, o sunday nesse caso é uma boa, pois quem curte o hambúrguer voador (comporto por merda e com recheio de viadagem), também vai curtir o sunday (composto por cocô com cobertura de emice). Tudo para conquistar novos fãs. Ou pelo menos fazer algum bocó comprar os CDs deles.

Também faz alguma alusão ao incrível dia em que Antonio Longo decidiu pegar uma graninha emprestada para conseguir montar seu próprio negócio: uma franquia da Subway. Óbvio, pois ele só sabia fazer sanduíche e nada além disso (as músicas do TBS estão aí provar que mesmo após a saída dele, tudo seguiu uma merda). Ele decidiu abrir ela numa favela, pois, segundo o pensamento genial dele, pobre achava Mc Donald's tão last summer que ao ver um outro restaurante, com sanduíches que mais pareciam pirocas metidinho à estadunidense, eles correriam para só comer lá. Dito e feito, o problema é que traficante pensa igualzinho. Daí, roubavam até as azeitonas pretas do lugar. Obviamente, com lucros tão bons quanto a qualidade das músicas da banda que estava pra nascer, o negócio não foi pra frente. Aí, Antonio vivia dando uma de Seu Madruga para o agiota à quem ele pediu a tal grana. E o mesmo sempre falava i'll be taking you on your back... Sunday! (deveria ter pego!). Por isso, o nome desse cocô é esse.

IntegrantesEditar

Adam LazzaraEditar

 
Parece uma dupla sertaneja. Mas são Adam Lazzara e John Nolan...

  Você quis dizer: João Kléber  
Google sobre Taking Back Sunday

Adam Lazzara é um cara com cara de nerd poser, que decidiu virar roqueiro (?) mas que para isso, começou curtindo no Facebook a Rock Wins. Seguindo os grandiosos ensinamentos da mesma, aprendeu que Xuxa é referência em heavy metal, tomou Coldplay como grande referência (afinal, são ídolos do sleepy metal, ou, se preferir, rock soninho) e decidiu juntar isso tudo com muito amor e tudo o que há de bom. Pegou o estilo maggot dos Ursinhos Carinhosos e, para ser o cara POLÊMICO típico de toda banda de rock, adotou uma face idêntica à de João Kléber. Tanto que nos primeiros shows, fazia o teste da fidelidade com seus fãs (aliás, os faz até hoje, quem escuta os CDs deles, são muito fiéis mesmo, porque olha...). Isso chamou a atenção de muitas pessoas, e, quando perguntado sobre o por quê de tal escolha de estilo musical e visual, ele disse:

  Ah, sei lá... Quando começei a fazer o teste de fidelidade com minhas primeiras namoradinhas, sempre dava negativo. Mesmo no berçário, uma bebezinha havia me trocado por outra bebezinha (NOTA: pra se ver como o lesbianismo de Facebook se alastrou) e o teste da chupetinha fiel indicou isso... Fiquei sempre muito chateado e achei no Taking Back Sunday um lugar para poder gritar todo o meu sentimento, procurar uma esperança, e viver feliz de meu jeito!  

Visto isso, ele sempre forçou uma voz máscula e firme nos seus CDs, para poder atrair um esposo emuxinho carente mostrar uma fonte de virilidade em meio ao mundo emo. Como se pode atestar, falhou miseravelmente em tal missão. Nos dias de hoje, ele, de tão carente que vivia, optou por engordar mais, criar tetas, e, assim, ter os requisitos mínimos para jogar Tíbia e socializar com alguém - ainda que sejam outros nerds tetudos. Mas ainda lá ele vive excluído: por não ter alcançado a largura mínima de tetas necessária para se tornar um autêntico gordo granudo. E por ser com completo noob. Pelo menos no número de quilos em seu corpo, ele conseguiu crescer...

Eddie ReyesEditar

Guitarrista figurante. Digo, rítmico. Ou seja, aquele que ninguém dáa mínima - provavelmente entrou na banda pela cota de mexicanos que deve existir nos EUA... Bom, pelo sobrenome, tem boa chance dele ser. E se não for, sem dúvida se passava por um, apenas para poder sofrer bullying e levar tacadas de tacos em sua cabeça. E assim poder ter inspiração eterna para poder escrever músicas em uma banda famosa (HAHAHAHAHA) de cena hardcore (HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA) do rock (KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK) internacional.

Por possuir uma cara que mescla a de um carnavalesco com a de um típico bicheiro (aliada à gordura em excesso - se ele fosse um hambúrguer seria um whopper, para se ter noção do quanto Eddie é gordo), sofria bullying triplicado. Na verdade, quadruplicado, pois era chamado de Joãozinho Trinta piorado. Muitos americanos que pensam que a América latina é completamente igual, juravam que por isso ele era brasileiro, ligado ao HUEHUEHUE e às diversas esferas do samba-emo (aqui no Brasil, liderada por Alcione), fato que ele nega. Até porque, mesmo tendo todas as características de um presidente da Beija-Flor de Nilópolis, ele ainda não era brasileiro, assim, não tinha a ginga e nem a malemolência que todo brasileiro possui. Mas, bom, a viadagem de um típico carnavalesco, ah, essa ele tem...

Fred Masherino John NolanEditar

João Nolão é um dos membros originais da banda (grandes merda). Possui grande reputação dentro da banda por possuir uma voz de potência, podendo cantar as músicas como backing vocal sem ninguém o notar - tanto que trocaram o segundo vocalista mais de 8000 vezes - e também toca guitarra. Bom, de verdade... Foi substituído pela primeira vez pelo Massherano Masherino, mas o índice de emice gritante (nos dois sentidos) dele não era tão explícito, dae, colocaram outro emochamado Matthew Fazzi no lugar. Vai ver, por também ter sobrenome de italiano do Paraguai, daria certo, mas... Bom, o fato é que ele e a banda juntaram a fome com a vontade de comer - a banda não tinha mais como chamar a atenção com a falha de Adolf Hitler na tentativa de emotizar todo o planeta, e João Nolão não tinha mais aonde cair morto. Na verdade, até hoje tenta isso, tanto que se submete a tocar no Taking Back Sunday, mas infelizmente não o consegue.