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Takk Cardia

Coat of arms of Iceland.svg.png En barbaric grein!

Este artigo é islandês e só existe graças aos seus vulcões.
Erik, o Vermelho está vagando por aqui, portanto, tome cuidado. Agasalhe-se e venha curtir um som de Björk acompanhado de um bom filé de peixe!


Vida e obra de um gênioEditar

Conhecido como um fenômeno do cinema nacional islandês, o diretor Takk Cardia coleciona algumas medalhas em seu portofólio.

Começou cedo na sétima arte, e já aos 5 anos de idade descreveu a realidade do proletariado da ilha escandinava, submetida ao duro trabalho nas minas de diamante em Reikjavic, no curta-documentário "Mea Jonsi Blurdgaens" ("As minas e a escuridão", Isl, 1966).


FilmesEditar

Descoberto por um produtor sueco que vivia em sua cidade, Cardia foi levado a Escola de Artes Real Islandesa, onde estudou em sistema de internato durante 10 anos. Durante este período produziu os seguintes curtas:

- "Jag Ter Da vust" ("O romance entre o sol da meia-noite e os fiórdes", Isl, 1969)

- "Lest Von Dag Tiimenna" ("Bambole mortal", Isl, 1971)

- "Mika Vest Sirgunden" ("Amor, vou comprar cigarro", Isl/Sue, 1973)


Após terminar o curso, Cardia se mudou para o Brasil, onde trabalhou em conjunto com Glauber Rocha, ensinando ao brasileiro algumas de suas técnicas de iluminação com neve.


Atualmente, Cardia trabalha num longa sobre a música brasileira (ainda sem título), recebendo apoio do cantor e compositor Sebastião Estiva.