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Tapetão

Página de redirecionamento
Redirectltr.pngFluminense Football Club


Corcovado.jpg Ordem para os pobres, progresso para os ricos.

Aê, meu, este artigo é verde-amarelo, mano! Só fala de futebol, come feijoada, exporta travestis, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela corrupção da sociedade.

Ladraompce.jpg Tapetão é um ladrão.

Este artigo é sobre alguém em que votamos de 4 em 4 anos.
Se ele ainda não lhe roubou, vai roubar.

Guarde bem sua carteira antes de ler este artigo.

Maluf tn.jpg
O tal "tapete".


Tapetão, que originalmente era apenas um sinônimo para um tapete grandão (tal qual panelinha era de uma panela pequena), passou a representar com todo o sentido uma técnica velha conhecida dos brasileiros conhecida como jeitinho. Nesse caso aplicado especificamente aos esportes, em especial à "paixão nacional", essa tática é uma velha conhecida e aplicada pelo Superior Tribunal de Jeitinho Desportivo para favorecer times que estão prestes a sofrer ou que deviam sofrer rebaixamento, mas que conseguem dar um "deixa disso", criando coisas inacreditáveis para conseguir sobreviver ao baque. Há também aqueles times que usam essa tática para conquistar títulos que não são seus à força, mas que nem sempre dá certo, a não ser graças à manipulada opinião popular.

Índice

Típicos casos de tapetões no futebol brasileiroEditar

1969: A origem do tapetãoEditar

O primeiro caso da história envolveu... ADVINHA... O Florminenc! Sim, o tricolor carioca foi o primeiro time a decidir nos tribunais um jogo na história do país. Não é de se espantar portanto o primeiro texto desse artigo. Pois é, o Flu foi pros tribunais para apelar por - PASMEM - um jogador deles que foi expulso numa partida contra o Vice da Gama. E eles GANHARAM a causa, o juiz entendeu que era ilegal punir um cidadão brasileiro num jogo de futebol. Ainda bem que a moda não pegou, senão aí que o termo fair play seria jogado na puta que o pariu de vez...

1974: O título do Eterno ViceEditar

No Campeonato Brasileiro de 1974, as regras sobre o mando de jogo na final era que o time de melhor campanha durante o campeonato sediaria o jogo único, honraria que cabia ao Cuzcuzeiro. Entretanto, graças a uma tática ainda pouco explicada, o Azulão perdeu pontos nos tribunais sem mais nem menos e o Vice da Gama se aproveitou e conseguiu a honra, vencendo a final inacreditavelmente após uma disputa de pênaltis que foi vencida por 24 a 23, onde até o técnico teve que fazer gol. Por sorte o outro perdeu, senão iam chamar dirigente, gandula e esse campeonato estaria rolando até hoje.

1987: A polêmica Copa UniãoEditar

Não comentarei essa porque até hoje torcedores do Flamerda e do Colorau persistem em fingir que nada aconteceu.

1992/3: O retorno do Tricocô Gaúcho e a sobrevivência da GayloucuraEditar

Em 1991 o Gaymio foi jogado pra segundona e em 1992 fez uma campanha horrorosa, devendo ficar por lá de vez por terminar no simplório 11º lugar. Só que do nada a Comissão Brasileira de Foleragem criou do nada uma regra no fim do campeonato em que em 1993 subiriam nada mais nada menos que 12, isso mesmo DOOOOOOOOOOZEEEEEEEE TIMES iriam subir pra primeirona. Imagina ae a agonia de quem fosse jogar Fifa 1993 - se existisse - e se deparasse com 32 times do nada pra escolher. Assim o Gaymio voltou magicamente pra primeirona. O mais zoado disso tudo foi que nesse ano de 1993 a Gayloucura acabou também se dando bem e escapando da degola por causa dessa confusão zoadona e não caiu, mesmo sendo o LANTERNA do campeonato. Tudo bem, em 1999 outro lanterna também escapou meio assim, não é mesmo, Popóti?

1994: O amarelamento do AzulãoEditar

Em 1994, mesmo terminando com 16 pontos, um ponto a menos que o Remo (aquele time que ninguém lembra), o Cruzeiro misteriosamente terminou em 22º e o Remo em 23º, tendo este caído e o Cruzeiro ficado. A matemática desses juízes aí, tsc tsc...

1995: Dívidas gaúchas no vermelhoEditar

 
A quase morte do Chapolin Gaúcho.

O Colorau Mazembado escapou da degola em 1995 na base do SPC. E não foi com músicas do Só Pra Contrariar, diga-se de passagem. Eles tiveram que descolar um jeito desesperado de pagar uma dívida de 100 mil dólares que eles contraíram após o empréstimo do jogador Silas com o time uruguaio Central Español em 1992. Silas, que não jogou nem o que custou, acabou sendo o maior prejú da história do time, que por pouco não foi obrigado a jogar na série B pela FIFA. O Ricardo Teixeira teve que implorar pro então sogrão e então presida da entidade João Havelange a não deixar que isso acontecesse. Pois é, jovens, por muito pouco vocês dos anos 90 não tiveram que jogar Futebol Brasileiro 96 sem o Inter de Tigrão. Falando em 96... Agora virá nosso mestre da tapeçaria brasileira...

1996: A mágica cariocaEditar

 
Esse tapete custa caro, o preço pergunta a um dos juízes do STJD.

Mestre é pouco, e nesse ano eles começariam suas artes geniais no Brasileirão. Claro que é o Fluminense. Você que jogou o citado jogo ai sabe que provavelmente o único time que você conseguia ganhar jogando com o Florminense era o pobre União São João. E isso modificando os comandos pra jogar com o União com força mínima, dois jogadores a menos, todos os jogadores cansados e goleiro nível 1 e o seu tudo barra cheia. Pois é, jogar Ronaldinho Soccer 97 agora parece bem estranho se você ver o Flujão por lá sabendo desse tapetão. A desculpa é que nesse ano teve muitos árbitrios fazendo cachorrada e assim disseram que em 1996 ninguém caía e assim em 1997 tudo continuou a mesma merda. Inclusive o Flu, que dessa vez não escapuliu e caiu. Mas é só o começo...

1999: Botando fogo que ela GamaEditar

Ah, o Campeonato Brasileiro de 1999... esse ae bateu todos os recordes de tapetadas, todas mais ou menos relacionadas a Sandro Hiroshi, até então o craque da Bambineira. Nessa salada, o Sampa Night Club teve de ceder pontos pro Inter de Mijão e pro Fogueirinha, que escaparam da degola que viria no regulamento mais tosco da história dos campeonatos, que os lanternas não seriam rebaixados, e sim os de pior desempenho nos dois campeonados (1998 e 1999). Daí quem saiu fudido foi o Gama, que pegou um ar a nível de pneu de trator e meteu um processo na CBF. Com isso, criou-se em 2000 a Copa João Havelange, que será melhor comentada na próxima seção. Fato é que nesse rolo deu bom até pro - advinha - Tapetada Carioca, que voltou pra primeira divisão do nada, e pro Náutico, que voltou pra segundona sem mais nem menos.

2000: A casa caiu, mas e daí?Editar

A Jão Havelange protagonizou um novo lanterna que não caiu (CUrinthians) e um campeão que ganhou mesmo tendo feito uma desgraceira no próprio estádio (Vice da Gama). Algumas vezes o tapetão não funciona pra times do gênero do Gama, né mesmo, São CAItano?

2005: Edilson calando a boca da LuanaEditar

Edilson Pereira de Carvalho. Um nome que não deve sair da cabeça de torcedores de diversos times, que tiveram seus pontos confiscados no campeonato e entregues gentilmente ao CUrintia devido o árbitro citado ter sido contratado pela Loteria Esportiva pra dar o golpe em resultados de jogos e assim o Mosqueteiro do PCC conseguiu seu título em 2005 na base dos tribunais, pra tristeza dos rivais. Já Edilson recebeu convites pra G Magazine e ainda calou a boca da Luana Piovani em rede nacional. Pilantragem pode dar fama, tá vendo ai...

2013: O ano do tapeteEditar

Teve confusão por vaga na série B, massagista do Aparecidense dando uma de goleiro pra garantir vaga na série C, até vaga na série D foi disputada pelo Cianorte. Isso sem falar, claro, da genial virada de mesa do - adivinha - Fluzão, que escapou de novo da série B e jogou a Lusa na jogada usando a Regra Sandro Hiroshi de escalação de jogadores irregulares, o que foi bem irônico, já que outros times fizeram a mesma merda - inclusive o Florminense - e não deu nada em 2013. Em 2014 ainda rolou mais problemas, como o Icasa e a Portuguesa tentando subir (ou voltar, no último caso) à força pro seu lugar, sem sucesso.

2016: O tapetão mal-sucedidoEditar

Depois de fazer uma campanha péssima que decretaria seu primeiro rebaixamento, o Internacional fez de tudo para tentar voltar a série A, e pra tentar dar uma de Fluminense em 2013, o time tentou procurar qualquer erro dos clubes debaixo da tabela que fariam cair em vez dos cholorados, tanto que encontrou alguns documentos sobre um jogador do vitória, Victor Ramos, mas o clube tentou forjar um documento falso da China pra colocar o Vitória abaixo, mas descobriram erros de digitação e o clube acabou sendo punido, além de ser rebaixado. Como se isso não fosse o bastante, o Internacional não contentado com isso, foi até a Suíça chorar sobre essa discussão, mas o resultado foi que até a FIFA ficou cagando e andando pro ocorrido.

2018: InjustiçaEditar

Depois de fazer um jogo lixo, o Independiente fez de tudo para ir pras quartas da Libertadores da América, e conseguiu, mas como? Os boludos encontraram alguns documentos sobre um jogador do Santos, Carlos Sánchez, mas o clube tentou forjar um documento dizendo que foi suspenso em 2015 enquanto jogava pelo River Plate e sua suspensão só retirada em 2016, e como a CONMEBOL é tão burra e controlada pelo George Soros, acharam que Carlinhos estava ainda suspenso e voltaram atrás dando derrota do Santos de 3 a 0 no primeiro jogo. Como se isso não fosse o bastante, o Santos e todos os times brasileiros não contentado com isso fizeram vários protestos contra os burros da CONMEBOL, mas o resultado foi que até a CONMEBOL ficou cagando e andando pro ocorrido e o Santos foi eliminado.